Homossexualidade

  • 02mai
    Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Mercado GLS. Na terça-feira 5 de maio, os empresários do segmento LGBT da cidade de São Paulo realizam nova reunião para debater o estatuto social de uma entidade própria que irá reuni-los. O evento ocorre às 20h no Clube Sogo e também terá como ponto de pauta as formas de participação na 13° Parada do Orgulho LGBT local, que serão apresentadas pelo presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP.

    Mercado GLS

    Mercado GLS

    A fundação de uma associação de empresários do segmento LGBT da cidade de São Paulo é uma iniciativa da organização não-governamental Casarão Brasil, que, de acordo com seu presidente, o empresário e jornalista Douglas Drumond, tem como um dos seus principais objetivos apoiar a criação e o fortalecimento de associações de defesa da causa arco-íris. “A organização da comunidade LGBT dentro de toda sua diversidade é algo pelo qual trabalhamos a cada dia. Acreditamos que só com esse protagonismo conseguiremos alcançar nossa cidadania plena. É por isso que o Casarão Brasil dá suporte a propostas nesse sentido”, explica.

    A iniciativa tem apoio da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), órgão da prefeitura local, da empresa de consultoria Txai e do Clube Sogo. A criação da entidade também recebe incentivo vindo de fora do país. A marca australiana de underwear e beachwear Aussiebum, que tem forte identidade com o público gay, faz parte da lista de apoios à futura organização.

    SERVIÇO: A reunião é aberta para a imprensa LGBT, confirmar presença através: contato@casaraobrasil.com.br

    Dúvidas, agendamentos de entrevistas com Douglas Drumond ou mais informações com  Welton Trindade – Assessor de comunicação. Telefone: 11 7460-8154.


    1 opinião, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , ,

  • 15abr
    Gay - Homossexualidade Masculina - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O top model Junior Ferreira é capa e recheio em fotos do expert Didio. E Ferreira não é o único homem de tirar o fôlego na JUNIOR#10, revista que chega a sua décima edição nesta quinta-feira (16/04) em São Paulo e segunda-feira (20/04) no resto do país.

    Revista Junior com Junior Ferreira

    Revista Junior com Junior Ferreira

    Uma dezena de musos foi escolhida entre aqueles que de alguma forma inspiram quem faz e quem lê a revista. Os atores Tuca Andrada e Leonardo Vieira, o escritor Santiago Nazarian e o cantor Ney Matogrosso são alguns deles. Todos concederam entrevista e foram fotografados com exclusividade pela revista. A JUNIOR traz ainda o casting dos sonhos formado por 10 dos modelos mais gatos que já passaram por suas páginas. Os lindos foram eleitos pelos leitores da revista.

    Nas entrevistas quem solta o verbo é a sempre gata Marina Lima e o autor Bernardo Carvalho. Do alto de seus 53 anos, Marina fala de sexo sem compromisso, amores virtuais e solteirice. Já o charmoso Carvalho dá detalhes de seu novo livro e afirma que gay não lê.

    Entre as reportagens da edição, destaque para a que traz depoimentos sinceros de homossexuais assumidos e evangélicos. Os dramas que passaram em suas igrejas e a redenção que encontraram nas novas denominações cristãs inclusivas. O repórter Hélio Filho também analisou o impacto que o jornal “O Lampião da Esquina” causou na comunidade gay brasileiras dos anos 70/80 e sua importância para as publicações que vieram depois. A reportagem traz depoimentos dos primeiros editores do Lampião, Aguinaldo Silva, hoje autor de novelas, e João Silvério Trevisan, escritor de sucesso.

    A impactante história do chamado “Maníaco do Arco-Íris” também ganha destaque nas páginas da JUNIOR. Em pouco mais de um ano, 14 homossexuais foram mortos no Parque dos Paturis, na cidade de Carapicuíba na Grande São Paulo. A reportagem de JUNIOR visitou o local e conversou com os profissionais envolvidos na investigação do caso. Outro artigo que merece destaque é focado na recente publicidade do Doritos, que causou furor na web.

    E aquela barriguinha que teima em te acompanhar? A JUNIOR mostra dietas e exercícios capazes de acabar com ela de uma vez por todas.

    Na seção de Turismo conheça as pousadas friendly para curtir o inverno brasileiro e Copenhague, a sede dos OutGames, os Jogos Olímpicos Gays que acontecem em julho próximo.

    A JUNIOR circula em todo o território nacional. Cada exemplar custa R$ 12


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , ,

  • 03abr
    Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A rotina de famílias cujas mães ou pais são homossexuais, bissexuais, travestis ou transexuais é o foco do novo círculo de debates da APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo). Primeiro grupo de discussão presencial do Brasil que aborda a homoparentalidade, o “Mães e Pais LGBT” de amanhã, sábado (04/04), iniciará seu trabalho com o tema “Novo arranjo familiar”, a partir das 10h, na sede da Associação, com participação gratuita.

    A escassez de materiais de pesquisa acerca da criação de filhos por famílias LGBT traz a necessidade de convivência entre pessoas que vivem esse mesmo contexto. Por isso, o Mães e Pais LGBT vem reunir essas famílias a fim de gerar informação através da troca de experiências entre os participantes. Neste primeiro encontro, a discussão será sobre os aspectos centrais dessas novas famílias e como cada um lida com as reações de seus círculos sociais, principalmente das famílias de origem.

    A sede da Associação fica localizada na Praça da República, nº 386, conj. 22-Centro (próximo à estação República do metrô) e a participação é aberta a todos(as) os(as) interessados(as). Para mais informações, entre em contato através do e-mail paislgbt@paradasp.org.br, do telefone (11) 3362-8266 ou acesse o site www.paradasp.org.br e viste o link “Atividades”.

    Leandro Rodrigues
    Assessoria de Imprensa – APOGLBT SP


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , ,

  • 21mar

    Homoparentalidade: o que muda quando temos filhos? Como criá-los e enfrentar os desafios do dia-a-dia? Para refletir sobre essas e outras questões, a APOGLBT promove o primeiro grupo de discussões presencial do Brasil que aborda a rotina de famílias cujas mães ou pais são homossexuais, bissexuais, travestis ou transexuais.

    Logo Parada SP - APOGLBT

    Logo Parada SP - APOGLBT

    A escassez de material de pesquisa acerca da criação de filhos por famílias LGBT traz a necessidade de convivência entre pessoas que vivem esse mesmo contexto. Por isso, o Mães e Pais LGBT vem reunir essas famílias a fim de gerar informação através da troca de experiências entre os participantes. Escola, educação, pai/s(mãe) biológico/s(a), namorada(o) da(o) mamãe(papai) e demais assuntos do cotidiano dessas “novas” famílias são abordados em reuniões quinzenais, às quintas-feiras, na sede da APOGLBT.

    O Mães e Pais LGBT veio a acrescentar ao quadro de grupos temáticos da Associação da Parada, dando início às suas atividades em dezembro de 2008, sob a coordenação do casal Carina e Jéssica Ramires, ativistas do movimento LGBT e mamães de Pietra e Allana.

    A participação é aberta e gratuita a todas(os) interessadas(os), basta enviar um e-mail para paislgbt@paradasp.org.br e aguardar o recebimento do convite semanal. Para mais informações, entre em contato também através do telefone (11) 3362-8266 / 7167-3098 / 9719-3650

    Aguardamos todos lá!

    Endereço: Praça da República, 386 – conjunto 22 – Centro – São Paulo – SP
    Carina e Jéssica Ramires


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , ,

  • 10fev
    Eventos LGBT, Homofobia, Movimento Homossexual, Religião & Homossexualidade, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Intolerância religiosa e a exclusão dos homossexuais na sociedade. Esse é o tema de uma das mesas que vou participar em Campina Grande/Paraíba, no 18º Encontro da Nova Consciência que vai do dia 20 ao dia 24 de Fevereiro/2009.

    Nova Consciência - Campina Grande

    Nova Consciência - Campina Grande

    Eu já estive la em 2006 e gostei muito. Antes de ir torci o nariz porque sou ateu fervoroso e o encontro me parecia ser totalmente espiritual. Na verdade ele é. Com uma diferença bacana: lá você encontra uma mistura de tudo, de todas as religiões e espiritualidades. Inclusive com ATEUS, humanistas e por ai vai indo (astrologia, esoterismo, enfim, tudo o que você imaginar). E é justamente nesta diversidade que, durante alguns anos, alguns integrantes da ONG fizeram questão de incluir a HOMOAFETIVIDADE.

    Muito bacana. Na primeira vez fiquei 1 ou 2 dias, neste, vou no dia 19 e só volto no dia 25/02. Claro que, além do encontro, das palestras, etc, vou aproveitar e ficar enfurnado dentro do hotel terminando Prometheus. Como ando dizendo pros amigos tenho que terminar neste mês. Ou eu termino ou eu termino (ontem me disseram que eu falo isso todos os meses)(risos). Enfim, quem morar perto de Campina Grande, esta mais do que convidado. A mega programação do evento deve entrar no site daqui a alguns dias. O link é http://novaconsciencia.multiply.com

    Só para fechar, para vocês terem idéia de como a homossexualidade é parte integrante do evento e dos debates da Nova Consciência, foi um de seus membros junto com amigos que denunciaram aqueles outdoors/cartazes homofóbicos do Grupo Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC), lembram da palhaça? Pois é… esse encontro é super do bem!! Novamente fica aqui meu convite!! :-)

    Ps: lembrei agora, em 2006 teve um carinha que foi só porque já tinha lido e usado textos meus (artigos) na faculdade… outro, eu conhecia pela Rede Ex-Aequo de Portugual e assim vai indo… alias, conheci muita gente bacana por la…


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , ,

  • 30jan

    Projeto InterAgir “Ações de Advocacy em HIV/Aids para a comunidade de Gays e outros HSH” – Curitiba, 28,29 e 30 de janeiro de 2009.

    Contribuir para o enfrentamento da epidemia e redução da incidência do HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) entre gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), por meio da qualificação de organizações da sociedade civil e ações de advocacy, este é o objetivo do Projeto ReaGir “Ações  de Advocacy em HIV/Aids para a comunidade de gays e outros HSH”. O projeto tem financiamento do Programa Nacional de DST/Aids (PN) e tem como proponente a Associação Paranaense da  Parada da Diversidade (APPAD) e conta com a parceria de sete organizações das cinco regiões do Brasil.

    Deu início nesta quarta-feira (28) e segue até sexta-feira (30) a reunião de planejamento do projeto. Estão reunidos em Curitiba representantes da APPAD, do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde e das organizações parceiras do projeto: Grupo Somos de Porto Alegre (RS), Movimento Gay de Alfenas (MG), Grupo Leões do Norte de Recife (PE), Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual de Feira de Santana (BA), Grupo Homossexual do Pará de Belém (PA), Associação de Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul e a Secretaria da região Sudeste (Belo Horizonte-MG) da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais Travestis e Transexuais – ABGLT. O projeto tem como consultores Cecília Simonetti da Pathfinder do Brasil de Salvador (BA) e Toni Reis do Grupo Dignidade/ABGLT de Curitiba (PR).

    O Programa Nacional de DST/Aids esta representado na reunião pelas assessoras técnicas Bárbara Graner e Vera Lopes. Para Bárbara Graner, o objetivo deste momento estratégico é consolidar uma visão comum entre as entidades que compõem o projeto, bem como as formas de implementação e capilarização da proposta. “É importante reafirmar que este propósito é fortalecer uma resposta em rede dos movimentos sociais de gays e outros HSH no enfrentamento da epidemia de Aids e outras DST nas suas diversas formas e contextos, considerando as diversas vulnerabilidades enfrentadas por esse segmento social. Isso só será efetivo se a implementação da proposta atentar para a consolidação de uma ação estratégica de responsabilidade conjunta entre movimento social e poder público, em suas três esferas de gestão, uma vez que a reversão do contexto epidemiológico do HIV/Aids e outras DST em gays e outros HSH só será possível se o alcance da implementação desta proposta incidir de forma estratégica nas diversas realidades locais”. Diz Graner.

    Para Igo Martini, coordenador geral do projeto, o objetivo final deste projeto é que os municípios e os estados ampliem e aloquem recursos para a melhoria e ampliação das ações de prevenção em HIV/Aids para a comunidade de gays de HSH. “Em média, os investimentos atuais estão na casa de 2% para ações de prevenção neste segmento. Isso inviabiliza novas intervenções e ampliação das atividades de prevenção em HIV/Aids”, afirma Martini.

    Representantes das organizações parceiras do Projeto:
    -      Beto Paes – Grupo Homossexual do Pará – Belém (PA).
    -      Rafael Carvalho – Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH – Feira de Santana (BA).
    -      Rildo Veras – Movimento Gay Leões do Norte – Recife (PE)
    -      Cris Stefanny – Associação das Travestis do Mato Grosso do Sul – Campo Grande (MS).
    -      Marcelo Dias – Movimento Gay de Alfenas e Região Sul de Minas – Alfenas (MG).
    -      Carlos Magno – Secretaria da Região Sudeste da ABGLT – Belo Horizonte (MG).
    -      Rodrigo Collares – Somos: comunicação, saúde e sexualidade – Porto Alegre (RS)

    Informações adicionais:
    -      Igo Martini – Coordenador geral do Projeto  – (41) 3222 3999 / (41) 9602 5984
    -      Márcio Marins – Presidente da APPAD  – (41) 3222 3999 – (41) 9109 1950
    -      Barbara Graner e Vera Lopes – Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde – (61) 3448.8122 / 3448.8026


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , ,

  • 22jan
    Homofobia, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A ONG Igualeunão Com Todos Os Direitos Iguais de Carapicuíba e Região Oeste em conjunto com a Organização LGBTT do PDT, ambas Organizações Sociais da cidade de Carapicuíba e demais Organizações Sociais estarão organizando no dia 25 de Janeiro de 2009 – Domingo – às 15:00hs uma Manifestação em Solidariedade aos Familiares das Vítimas do Parque dos Paturis, como também solidariedade com a população da cidade de Carapicuíba.

    A A ONG Igualeunão Com Todos Os Direitos Iguais de Carapicuíba e Região Oeste (Organização do Movimento Negro(a) em Conjunto com a Oganização LGBTT do PDT, ambas Organizações Sociais da cidade de Carapicuíba, e demais Organizações Sociais estarão Organizando no dia 25 de Janiero do ano de 2009 – Domingo – às 15:00Hs uma Grande Manifestação em, Solidariedade aos Familiares das Vítimas do Parque dos Paturis, como Também Solidariedade com a População da cidade de Carapicuíba.

    A ONG – Igualeunão foi uma das organizações que fez parte da 2º Parada do Orgulho Gay da Cidade de Carapicuíba, realizada no dia 31 de Agosto do Ano de 2008 e que já denunciava as mortes de homosexuais na cidade de Carapicuíba.

    Já foram 13 (treze) assassinatos de seres humanos no período de Junho do ano de 2007 a agosto de 2008, e entre eles estão: Miguel Oliveira Filho, Silvan de Souza, Paulo Henrique da Costa, Antônio F. de Souza, Ângelo M. de Oliveira (Morto a Pauladas), Raimundo de Souza, Anderson S. Tanini, Júnior Ferreira da Silva, José Carlos Raphael, Ubiratan S. de Souza, José Adílson Pereira e José Cícero Henrique.

    Participe deste encontro de solidariedade!

    Data: 25/01/2009
    Local: Parque Paturis – Carapicuiba / SP
    Horário: início das 15h

    Mais informações com Edivaldo Esteves pelo email: igualeunao@terra.com.br


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , ,

  • 23dez
    Festa & Balada GLS, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A Corrida de São Silvestre Gay que acontece no dia 1º de janeiro de 2009 é uma das atrações da boate GLS NostroMondo. Com concentração a partir das 16 horas em frente a casa noturna.

    Gogo Boy - NostroMondo - Divulgação

    Gogo Boy - NostroMondo - Divulgação

    A casa oferecerá um prêmio de R$300,00 para o 1º Lugar e R$100,00 para a 2ª e 3ª colocação.

    O evento terá a animação de Silvetty Montilla e das drag-quens Thalia Bombinha e Michelly Summer. Logo após a corrida inicia a matinê com muitas atrações.

    Na noite do dia 31, acontece o Reiveillon 2009 NostroMondo, a partir das 23horas. Um grande show com a presença de todo elenco de artista da casa noturna está sendo preparado para a ocasião.

    Outro destaque da programação é a festa de Natal, que acontece nesta quarta-feira, dia 24, a partir das 23horas.

    A festa titulada Natal com GogoBoys terá a apresentação de Paulinho 80 e apresentará show com a presença de striper masculinos.

    Interessados entrar em contato pelo (11) 3661-6813 ou simplesmente comparecer no local:

    Rua da Consolação, 2554 – São Paulo / SP


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , , ,

  • 22dez
    Homofobia, Religião & Homossexualidade - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Segundo o Papa Bento XVI, salvar a humanidade de comportamentos homossexuais ou transexuais é tão importante como salvar as florestas tropicais da destruição.

    Mais uma vez um dos Papas mais homofóbicos usa de todo o seu status mundial para atacar a homossexualidade e homossexuais em plena véspera de Natal.

    O Papa disse ainda que a humanidade precisa “escutar a linguagem da Criação” para entender os papéis do homem e da mulher e comparou os mesmos com as relações diferentes das heterossexuais como “a destruição do trabalho de Deus”.

    Para a Igreja Católica, a homossexualidade em si não é um pecado, mas as práticas homossexuais são. O que não diferencia muito do preconceito e da ignorância que a Igreja Católica carrega (além de mortes e assassinatos de milhares de inocentes) durante todos os anos de sua existência.

    Mais uma vez a Igreja perde milhares de fiéis. Mais uma vez a Igreja Católica se afunda no conservadorismo que a faz, cada vez mais, perder credibilidade e razão nesta época que já é outra.

    Que Deus, se realmente existir, tenha piedade do Papa e da Igreja Católica e seja justo, encaminhando todos eles para as profundezas do Inferno. Amém!


    4 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , , ,

  • 12dez
    Eventos LGBT, Homofobia, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Antônio Luiz Martins dos Reis - Toni Reis -, voltou a defender a aprovação do PLC 122/06, projeto de lei que torna crimes a discriminação e o preconceito contra homossexuais. Ele pronunciou-se sobre o assunto nesta quinta-feira (11/12/2008), durante audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para celebrar os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    Toni Reis - ABGLT

    Toni Reis - ABGLT

    Esse projeto de lei, de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi, atualmente tramita no Senado, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde tem como relatora a senadora Fátima Cleide (PT-RO).

    Toni Reis disse discordar da opinião dos senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Magno Malta (PR-ES) de que a proposta “vai calar a voz dos pastores e padres” – Crivella e Malta não apóiam o projeto. Toni Reis ressaltou que a associação exige apenas respeito às pessoas.

    O presidente da associação informou que a proposta foi amplamente debatida em todo o Brasil em conferências nacionais e estaduais que reuniram cerca de 16 mil pessoas. Segundo ele, na abertura de uma dessas conferências, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria observado que “ninguém pergunta sobre a orientação sexual quando as pessoas vão pagar Imposto de Renda; então, por que discriminar quando livremente escolhem o que fazer com seus corpos?”.

    Toni Reis informou que ainda há pena de morte para homossexuais em sete países, enquanto em outros há pena de prisão. Também ressaltou que, no Brasil, 2.803 homossexuais foram assassinados nos últimos 20 anos. E defendeu a necessidade de discussão dos direitos e de todas as formas de discriminação.

    Tortura

    Na mesma reunião, o representante da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) Severino Marques de Oliveira pediu ao senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da CDH, que atue junto à Comissão de Anistia do Ministério da Justiça para que aquele colegiado decida rapidamente em benefício das pessoas que foram torturadas durante a ditadura militar. Ele disse reconhecer que a decisão não vai sanar os danos sofridos por essas pessoas ou suas famílias, mas que, no entanto, isso pode amenizar seu sofrimento.

    Outro assunto abordado durante a audiência da CDH foi a eleição do brasileiro Antônio Augusto Cançado Trindade para ser um dos juízes do Tribunal Internacional de Justiça, em Haia. O presidente do Movimento de Servidores Aposentados e Pensionistas (Mosap), Edison Guilherme Haubert, afirmou que essa eleição pode representar um avanço nas questões de direitos humanos. Trindade foi eleito em 6 de novembro deste ano. Ele recebeu 163 votos de países representados na Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e 14 dos 15 votos no Conselho de Segurança da ONU.

    Já o representante da Central de Trabalhadores do Brasil (CTB) Moisés Leme da Silva Neto criticou a falta de investimento dos governos nas causas sociais que podem trazer “mais dignidade” às pessoas. Ele informou, por exemplo, que a cada cinco segundos uma criança morre por fome no mundo e que esse problema não é prioridade das autoridades. No entanto, observou, a crise econômica mundial levou os governos em todo o mundo a se mobilizarem para socorrer banqueiros.

    Também o secretário-geral da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Moacir Meirelles, manifestou-se na audiência par pedir mais dignidade aos aposentados e pensionistas brasileiros. Ele disse que muitos estão com uma defasagem de mais de 60% em seus benefícios. Ele lembrou que essas pessoas, “que contribuíram para a grandeza do país, hoje enfrentam dificuldades”.

    Estatuto da Igualdade Racial

    O relator na Câmara do projeto de lei de Paulo Paim, que institui o Estatuto da Igualdade Racial, deputado federal Antônio Roberto, informou durante a audiência que o deputado federal Vicentinho pediu vista da proposta. A matéria seria votada na manhã desta quinta-feira na Comissão Especial do Estatuto da Igualdade Racial, mas, com o pedido de vista, a votação foi adiada para a próxima quarta-feira (17). O relator disse que o projeto (PLS 213/03), que tramita na Câmara como PL 6.264/05, precisa ser aprovado para que haja a “inserção” dos afro-descentes e a reparação do que ele considera “um erro histórico”.

    Caso a matéria seja aprovada na Câmara sem que haja alterações no texto aprovado no Senado, o projeto será encaminhado à sanção presidencial. Mas, se houver modificações, voltará ao exame do Senado.

    O coordenador de Assuntos para a Igualdade Racial do Distrito Federal, João Batista de Almeida, informou que a criação de um espaço destinado a atividades de proteção de afro-descendentes em Brazlândia, no Distrito Federal, depende da aquisição de uma área para essa finalidade. Nesse sentido, ele pediu o apoio do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) para o projeto que será coordenado por Elza Caetano. Cristovam afirmou que a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) está tomando providências para a liberação do terreno e destacou que o acolhimento de afro-descendentes “é uma luta que todos nós deveríamos abraçar”.


    Fonte:  Iara Farias Borges / Agência Senado


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , , ,

  • 12dez

    A APOGLBT foi premiada na categoria Dorothy Stang – Defensores de Direitos Humanos, da 14ª edição do Prêmio Direitos Humanos 2008, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido durante o Mês do Orgulho GLBT e às atividades de combate à homofobia, às DST e em defesa dos direitos de LGBT. Portanto, na próxima segunda-feira (15/12/2008), o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Alexandre Santos, o Xande, recebe, em Brasília, o prêmio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR).
    Bandeira Gay

    Estamos honrados, porque esse reconhecimento ajuda a desmistificar o trabalho da Associação, que não se restringe à Parada do Orgulho, mas a uma atuação firme na luta contra a discriminação e à violência contra LGBT“, lembrou Xande, referindo-se à face mais conhecida do trabalho da Associação, além de outras ações e projetos, mantidos durante todo o ano.  Vários protestos contra a violência homofóbica na capital foram encabeçados pela APOGLBT, causando interesse da mídia e da polícia, gerando programas de capacitação de policiais para os direitos LGBT. Diariamente, a Associação recebe denúncias de homofobia e oferece acolhimento jurídico e psicológico para as vítimas.

    Preconceito contra a entidade

    Xande lembrou as dificuldades que a APOGLBT tem enfrentado durante esses 10 anos de atividades. “Prêmios como esse podem contribuir para reduzir o preconceito explícito e velado que sofremos em várias de nossas atividades”, ponderou o presidente da entidade. Vários setores da sociedade ainda oferecem resistência ao trabalho da APOGLBT, só reduzida devido ao trabalho conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Cads da Prefeitura, que se sensibilizaram com os objetivos e atuaram como moderadores em várias negociações.

    A discriminação disfarçada de burocracia se manifestou em várias ocasiões contra a realização da própria Parada do Orgulho, vencida pelo apoio popular e do movimento LGBT. O preconceito explícito contra a APOGLBT se manifesta por meio de organizações religiosas, que chegam a entrar na Justiça contra a atuação da entidade. “Apesar de representarmos a maior manifestação do Orgulho GLBT do mundo, ainda encontramos dificuldades em conseguir apoios e patrocínios de empresas privadas, ao contrário do que ocorre em países desenvolvidos”, revela Xande. As únicas empresas que apoiaram financeiramente as manifestações estão vinculadas ao Governo Federal, e, mesmo assim, só se envolvem com o Mês do Orgulho, o que dificulta a sustentabilidade institucional, durante o resto do ano.

    Atingindo multidões

    O Mês do Orgulho LGBT é, ainda hoje, a atividade mais visível desenvolvida pela entidade e tem agregado mais manifestações e participantes ao longo do tempo – Feira Cultural LGBT, que em sua 8ª edição reuniu 120 mil pessoas, o Ciclo de Debates e o Gay Day, que em 2008 atraiu 8 mil pessoas ao Playcenter. A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo nasceu com o objetivo de visibilizar a população LGBT e suas demandas, tendo reunido 3,4 milhões de manifestantes em 2008, funcionando como uma campanha de alcance mundial contra a homofobia.

    Além do Mês do Orgulho, a Associação realiza, desde 2002, reuniões temáticas em sua sede, que têm por objetivos a identificação de demandas/necessidades de cada “segmento” da comunidade LGBT, a capacitação continuada dos/as participantes, a redução da vulnerabilidade individual e a criação de redes de apoio entre os/as participantes dos grupos. O mais antigo desses grupos é o de Travestis e Transexuais, criado em setembro de 2002, no mesmo momento em que surgia a Secretaria de Lésbicas. Nasce a Secretaria de Gays, o Grupo de Jovens e Adolescentes Homossexuais (JAH) e o Espaço B, grupo de reflexão sobre (bi)sexualidades.

    A partir de 2004, a APOGLBT começa a atuar na capacitação de novas lideranças para o movimento, começa a investir na produção de conhecimento sobre a comunidade LGBT, a partir de pesquisas na Parada. Em 2006, a APOGLBT começa a atuar com projetos de redução da vulnerabilidade frente às DST/HIV/Aids fora do período do Mês do Orgulho, com o projeto Tenho Orgulho e Me Cuido, voltado para jovens e adolescentes HSH, e o Saber Cuidar,  contra hepatites virais entre LGBT. Investiu também no apoio ao Fortalecimento do Fórum Paulista TT, sendo executor fiscal do projeto. Ainda em 2006, começa a realizar o projeto Rede Cidadã pelos Direitos Humanos de LGBT e PVHA, de modo a ampliar a capacidade de atender a demanda por atendimento/aconselhamento jurídico que tem recebido nos últimos anos. A APOGLBT mantém um livro de registro de uniões homoafetivas, desde 2004, que conta com cerca de 200 uniões registradas.

    Noite de gala

    A cerimônia de entrega será no dia 15, às 15h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, durante a abertura da Conferência Nacional de Direitos Humanos. Os ganhadores receberão um certificado e uma obra de arte criada pelo artista plástico Siron Franco.

    A Comissão de Julgamento foi  constituída pelo ministro Paulo Vannuchi como presidente e pelas seguintes personalidades: Egídio Machado Sales Filho, Nair Bicalho de Sousa, Paulo Abrão Pires Junior, Roberto Armando Ramos de Aguiar e Solon Eduardo Annes Viola.

    Junto com a APOGLBT, como pessoa jurídica, a categoria Dorothy Stang premia, também, Maria Amélia de Almeida Teles, como pessoa física, e 20 outras organizações e pessoas nas demais dez categorias. Amelinha, como é conhecida, é parceira histórica da APOGLBT, na luta contra o machismo e em defesa do Estado laico.


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

  • 09dez
    Homofobia, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O suspeito de matar 13 homossexuais no parque do Paturis, em Carapicuiba, entre Julho de 2007 e Agosto de 2008, tem entre 1,65 a 1,70m, é de cor parda, usa roupas escuras, capuz, forte e mata com uma precisão absurda (nenhuma munição foi encontrada no local, apenas dentro do corpo das vítimas).

    É o que dizem as investigações da polícia do município.

    Parque Patrius - Carapicuiba - Assassinato de Homossexuais

    Parque Paturis - Carapicuiba - Assassinato de Homossexuais

    O assassino (serial killer) convida as pessoas para um sexo rápido e descompromissado nas regiões mais escuras do parque conhecida como “fazendinha”.

    É nesta parte do parque que ele mata com um tiro que é dado sempre na cabeça ou na nuca. Apenas uma das vítimas foram mortas a pauladas. Todas elas foram encontradas com as calças abaixadas e de bruços após o ato violento.

    Embora tenham encontrado semêm em alguns dos corpos, nenhum exame de DNA foi feito e muito menos um exame de balística (para ver se foram disparados da mesma arma).

    A polícia de Carapicuiba diz que tem poucos investigadores e uma estrutura muito precária para realizar todos os testes.

    A comunidade gay está atenta e em choque.

    O que deixa sempre um alerta no ar: tomem cuidado, e muito, com sexo em locais públicos, sexo com desconhecidos e outras formas perigosas de se obter prazer rápido.


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , ,

  • 06dez
    Religião & Homossexualidade - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Algumas pessoas se assustam com a idéia de ter um bispo, pastor, padre, seminarista ou frei homossexual. A verdade é que eles existem. Claro que a maioria são camuflados e vivem sua homossexualidade escondidos de suas respectivas religiões (ou crenças). Mas como cito no meu livro O Armário eles não só existem como tem uma vida homossexual bastante movimentada. Leia trecho do prefácio da segunda edição do meu livro:

    Padre, Pastor, Bispo ou Seminarista Gay

    Padre, Pastor, Bispo ou Seminarista Gay

    Outra experiência interessante que tive, e que me surpreendeu muito durante a primeira edição, foi a diversidade de leitores interessados. Foram mães que compraram o livro para dar de presente aos filhos, outras para entender seus filhos, filhos que compraram para os pais, senhores e senhoras da melhor idade descobrindo novos prazeres sexuais, executivos que trabalham em grandes multinacionais preocupados com o sigilo, esposas que compraram por desconfiarem da homossexualidade de seus maridos, esposas que começaram a ter atração por outras mulheres, maridos que começaram a ter atração por outros homens, heterossexuais, jornalistas, psicólogos, advogados e até casos de Freis e Pastores de igreja, com vida dupla mas bastante ativos em suas comunidades, procurando entender o universo homossexual e a sua própria homossexualidade.

    Mas isso não significa que todos sejam homossexuais. Nem significa que os que são transam entre si, abusam sexualmente seus fiéis (de todas as idades) ou mantém relacionamentos conturbados com tudo e todos. A homossexualidade, e é isso que precisamos informar e educar a sociedade, é apenas uma das orientações sadias da sexualidade humana. Os atos (bons ou ruins) do ser humano independem da orientação sexual de um indivíduo, seja ele gay, hétero, homossexual ou assexuado.

    O importante na vida é o respeito. Claro que eu gostaria que todos eles saissem do armário (e de suas respectivas funções) e vivessem uma vida “fora do armário“, fora de conflitos neuróticos entre suas crenças e aquilo que é proibido. Mas essa parte é a parte do meu trabalho. Dos meus estudos, do meu livro, das palestras que dou pelo Brasil e de tudo o que eu venho tentando mostrar a essa sociedade não apenas da homossexualidade, mas da sexualidade humana em si (que é sempre confusa, deturpada e muito mal esclarecida).


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , , , ,

  • 20out

    Este artigo foi escrito para aqueles que, confusos, sofrem com o homossexualismo e buscam um conforto sobre como lidar com seus desejos homossexuais. Todos, sem exceção, precisam entender que a sexualidade humana é uma só e os desejos homossexuais são apenas uma vertente sadia da sexualidade humana. Leia, agora, este polêmico, mas educativo, artigo:

    ———————————

    O que diz a Bíblia sobre o Homossexualismo?

    O que diz a Bíblia sobre o Homossexualismo?

    Respeito religiões e religiosos, desde que estes não interfiram na vida alheia, impondo seus costumes e crenças de forma errada, com profundo fanatismo e violência contra o próximo.

    E isso frequentemente acontece quando o assunto é “Religião e homossexualidade“. Sempre tem alguém que ergue uma Bíblia e cita passagens que condenam o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, como se aquele livro, escrito por homens e modificado por vários povos através dos séculos, fosse o livro mais importante do universo.

    Este artigo pretende ensinar as pessoas como se defender das acusações deste “livro sagrado”, pois, se tudo na Bíblia é o correto, nós devemos dizer a estes fanáticos que eles devem apedrejar os adúlteros, escravizar suas filhas, defender a escravidão humana, matar todos que trabalham de sábado e ainda expulsar de suas igrejas os deficientes físicos. Sim, tudo isso “está escrito” no livro sagrado.

    Uma das passagens mais enfatizadas por eles sobre a homossexualidade está em Levítico 18:22: “Não se deite com um homem, como se fosse mulher. Isso é uma abominação” e em Genêsis 19:1-25, onde se narra a destruição de Sodoma e Gomorra por Deus devido a prática do sexo entre os homens.

    Já que estas “Leis de Deus” estão corretas e a homossexualidade é injustamente condenada, devemos então enfatizar também outras leis que existem neste “livro sagrado” e que deveriam vigorar em nosso dia-dia.

    Em Êxodo 21,7-8 por exemplo, são dadas orientações sobre a maneira de vender a própria filha como escravo. Em Levítico 25,44, explica-se que os escravos devem ser comprados nas nações vizinhas. No mesmo Levítico 15,19-24, diz-se que a menstruação feminina é uma imundice e tudo o que a mulher tocar neste período fica imundo, inclusive seu marido. No Êxodo 15,2, diz-se que o sábado é para descansar e quem trabalhar neste dia DEVE SER MORTO – imaginem a quantidade de gente, inclusive amigos do dia-dia, que trabalham de sábado e que segundo a bíblia deveriam morrer por isso.

    E ainda tem mais. Em Levítico 21,20, ninguém pode se aproximar do altar de Deus se tiver alguma doença ou defeito, se for cego, coxo, corcunda ou anão. A lista de atrocidades e leis ultrapassadas não é pequena. A Bíblia e a Igreja em si, graças a democracia da informação, está perdendo sua força com assuntos ultrapassados como este.

    Recentemente, a condenação do Papa aos países com tolerância a homossexualidade, é só uma das ações “apelativas” da Igreja que está caindo em ruínas e muitas vezes indo contra a sua própria homossexualidade (é fato comum a existência, cada vez maior, de praticas homossexuais entre seus fiéis servidores).

    Então, quando alguém impor a Bíblia contra a homossexualidade, enfatize também estas outras leis. Diga que devem matar todos que trabalham de sábado, expulsar da igreja qualquer deficiente físico, ter sua esposa como um lixo no período fértil e também que devem escravizar e vender suas filhas. Nada mais justo. Para aqueles que se acham justos.

    Como disse acima, respeito tudo e todos. Cada um pode ter e seguir sua religião – seja qual for – sem problema algum. Desde que respeite o próximo. Ainda mais homossexuais. Só na parada de SP foram mais de 2 milhões na avenida paulista em 2006. Nós existimos, não somos doentes, nem aberrações e muito menos condenados por Deus. Apenas temos uma orientação sexual diferente dos demais. Nós amamos, criamos família e contribuímos para uma sociedade melhor. Ignorância e hipocrisia religiosa têm limite.

    Vamos ficar atentos e se defender de tais atrocidades.

    Fabrício Viana

    Fabrício Viana é bacharel em Psicologia, gay assumido e autor do livro que fala sobre a homossexualidade (erroneamente citado na mídia de homossexualismo) chamado  ”O Armário – Vida e Pensamento do Desejo Proibido” – Site do livro: www.oarmario.com


    9 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , ,

  • 17out
    Artigos & Textos, Diversidade GLS - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Uma das coisas que mais ouço quando as pessoas descobrem que sou gay é: “No início foi difícil acreditar. Você nem demonstra”. Surge então o questionamento: O que significa demonstrar? Baseadas em quê as pessoas concluem se alguém é ou não homossexual?

    Estereótipos da Homossexualidade - Gay Caricato

    Estereótipos da Homossexualidade - Gay Caricato

    Estereótipo é a palavra. Falsas construções mentais que surgem e se difundem na sociedade, fortalecidos pelos meios de comunicação. Se é difícil para as pessoas imaginar um gay não efeminado ou uma lésbica não masculina, isso deve-se à força desses pré-conceitos.

    Torna-se fácil, então, entender o medo de “sair do armário“. Os estereótipos acerca da homossexualidade nos fazem ser taxados de depravados e sem compromisso, além de ainda nos incluírem absurdamente como grupo de risco em relação à exposição ao vírus HIV, nos postos de coleta de sangue.

    Numa cidade do interior, os estereótipos reforçam-se ainda mais, devido ao pouco contato com grupos sociais fora dos “padrões de normalidade”, como pessoas assumidamente homossexuais. Dessa forma, inicia-se um ciclo que reforça ainda mais os estereótipos. O homossexual, sabendo do estigma que ao carregar esses rótulos estará exposto, tende a se isolar, diminuindo o contato da sociedade com oportunidades de experiências novas e que poderiam derrubar aos poucos os estereótipos.

    Outra reação comum que enfrento, junto ao meu parceiro é a conclusão que eu sou o “homem da casa” ou, no âmbito sexual, eu sou o ativo, porque ele demonstra mais ser gay, por ser extrovertido. Mais um estereótipo, mais um questionamento: Precisa parecer “machão” para ser ativo? Todo passivo tem que ser efeminado, ou ainda, todo efeminado é passivo?

    Como pessoas “vítimas” dos estereótipos, percebemos que eles não se aplicam a toda a comunidade homossexual (até porque senão não seriam estereótipos). Nós, que nos sentimos atraídos por pessoas do mesmo sexo, somos gays, lésbicas, bissexuais. Somos travestis, transsexuais ou drag-queens. Somos homens efeminados ou não e mulheres masculinas ou feminíssimas e, acima de tudo, não há entre nós melhores ou piores, assim como não sou superior ao meu parceiro somente porque eu “nem demonstro”.

    Essa é uma questão que não se aplica somente aos homossexuais. É preciso banir qualquer estereótipo, apagar as imagens pejorativas que afetam os grupos sociais estigmatizados. Para isso, deixo aqui duas propostas. A primeira é começar a extinguir os estereótipos por você. Quais são os seus preconceitos? E a segunda proposta é, na verdade, um desafio a fazer algo no seu meio de convívio, respeitando os seus limites, mas com uma dose de ousadia. Promíscuo ou com relacionamento estável, efeminado ou não, mostre às pessoas sua essência, as suas virtudes e que você está acima de qualquer rótulo, como as “bichas” caricatas que estamos acostumados a ver nos programas de humor.

    Marcel Guérios (texto publicado orignalmente na TVTudo em 2005)
    mguerios@ibest.com.br


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , ,

  • 07out
    Livros GLS, Mitos da Homossexualidade, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O autor cita trechos de livros, reportagens, estudos e discursos de pessoas conhecidas como a sexóloga Marta Suplicy e o psicólogo/militante Fabrício Viana (O Armário) para endossar sua teoria que é possível o homossexual deixar de sentir desejo por outros homens. Por Pedro Marra (em recente matéria do ParouTudo)

    Nunca falei, em lugar algum, que um homossexual pode deixar de ter desejos homossexuais. Muito pelo contrário, ele pode e deve ser feliz do jeito que ele é. Todo meu trabalho, site, artigos, livros, falas, palestras, tudo gira em cima disso. Não sei qual a deturpação que o autor faz em meu nome. Autor de um livro que eu me recuso a comentar aqui (e dar publicidade a ele). Hoje me mandaram email, perguntando se eu realmente acredito na mudança a orientação sexual. A mudança da orientação sexual existe sim, mas se partir da própria pessoa, vim de dentro e não sendo influenciada por terceiros, doutrinas, religiões, psicanálise, etc. Se eu tenho desejos homossexuais, não conseguirei deixá-los de lado (um desejo reprimido fica mais forte ainda!!). Assim como um heterossexual não consegue deixar seu desejo heterossexual de lado.

    Para ajudar, segue trechos da página 124-125 do meu livro O Armário 

    Bagunça de informações

    E muitos querem, graças a preocupação quase obsessiva que possuem em saber qual é a origem da (sua?) homossexualidade. Pois até hoje ninguém conseguiu dar uma palavra final sobre o assunto. Existem especulações e muitas teorias biológicas e psicológicas. Cromossomos, identificação com a mãe, complexo de Édipo ou Electra e assim por diante. Mas nada concreto. Porque simplesmente não existe. O que existe é uma série de fatores que faz com que os desejos sejam orientados (por isso se diz “orientação sexual” e não “opção sexual) a um objeto externo. 

    Quem perde com o desencontro de informações corretas e fidedignas é a sociedade e, principalmente, nós homossexuais. É notório que muitos não sabem a diferença – e que são gritantes – de uma travesti, uma transexual ou um homossexual. É “tudo a mesma coisa”. E não é! 

    Outro dia, para termos idéia da gravidade de tudo isso, eu estava lendo um texto em um website religioso que dizia que a origem da homossexualidade se dava por meio de abuso sexual do homossexual quando mais novo. E que, graças a isso, ele cresceria homossexual, se relacionaria apenas com crianças e sentiria uma necessidade compulsiva de ter relacionamentos com animais.

    Quando eu leio artigos desse tipo (e existem muitos), a primeira coisa que imagino é na quantidade de pessoas que terão contato com ele e que tomarão aquilo como verdade absoluta. E isso não só está errado como é uma afronta à minha própria identidade, enquanto homossexual. Eu nunca fui abusado sexualmente, não tenho desejos por crianças e muito menos por animais. Como alguém pode escrever aquilo? Com base em quê? Quais os estudos que dizem ou provam o que ele diz? Nenhum. Mas esta lá, publicado para quem quiser ter acesso.

    Resumidamente, as possibilidades que movem esta orientação são tão grandes que se eu quisesse poderia pegar um heterossexual, analisar sua infância, seus complexos, desejos e fixações e detalhar, com base em algumas observações, como ele se tornou heterossexual. Mas o que irei encontrar são fragmentos de algo muito mais complexo do que aqueles que estarei narrando. Afinal, é assim que um desejo sexual é criado. E por isso ele também é maleável. Podendo ter meu desejo sexual orientado hoje por alguém do mesmo sexo e futuramente pelo sexo oposto. Ou o contrário, hoje ser heterossexual e amanhã homossexual. Ou ainda os dois, pois na sexualidade humana tudo é possível. Nela estas classificações e “regras” – criadas por nós – não existem.

    Alias, esse é um dos problemas da homossexualidade, nossa busca constante por uma classificação, origem ou outras especulações. Coisa que não existe na heterossexualidade. Alguém já viu uma monografia científica ou uma teoria de como alguém torna-se heterossexual? Não existe. E a sexualidade não é fechada em si mesmo.

    Além do mais, o autor cita em seu blog que quem quiser deixar de ser homossexual deve procurar o grupo Exodus Brasil e outro grupo religioso que prega a “cura da homossexualidade”. Concordo que cada um é cada um e tem a liberdade de acreditar e tentar mudar o que quiser em si mesmo, mas, definitivamente, em anos de estudos e militância posso dizer que tudo isso é uma grande furada. Um desejo homossexual não pode ser elimidado, pode ser reprimido e esquecido (geralmente por pouco tempo), mas não eliminado! Então, o jeito mesmo é cada um ser feliz do jeito que é. Assumir (para si e depois para os outros) seus desejos homossexuais. Sair do Armário. Quem me conhece sabe, mais do que nunca, que este sempre foi e será meu discurso. Até em videos e entrevistas que já dei na TV.


    2 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , ,

  • 27set
    Mitos da Homossexualidade - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Se você está confuso quanto aos seus desejos homossexuais, esta deprimido, se sente sozinho, sem rumo, não sabe o que fazer ou a quem procurar, minha sugestão: leia sobre o tema, procure entender os mecanismos psíquicos de quem já “saiu do armário” e evite grupos, livros ou profissionais que promovam a “cura da homossexualidade“, seja por terapia de vidas passadas ou qualquer outro tipo.

    A cura da homossexualidade

    A cura da homossexualidade

    A verdade é que, só se pode “curar” doenças e a homossexualidade não é uma doença. Já foi, sim, no passado, quando a ciência e a religião andavam praticamente juntas e assim, ela foi taxada como uma perversão sexual.

    Hoje em dia ela não é e, embora exista um caminho difícil para sua plena aceitação e liberdade de viver os desejos homossexuais, é o caminho mais digno que um ser humano pode escolher e ter em sua vida.

    Claro que as decisões são de cada um. Mesmo porque a orientação sexual é mutável. Hoje posso ter atração por pessoas do mesmo sexo e amanha não. Ou posso no início da minha vida ter pelo sexo oposto e já adulto pelo mesmo sexo. Ou ainda passar a vida inteira apenas com uma orientação sexual (pelo mesmo sexo, sexo oposto ou pelos dois sexos). Enfim, não existem regras para o desejo sexual e é isso que precisa ser respeitado. Não se engane lendo livros ou participando de grupos que tentem te tornar “heterossexual” ou mesmo “homossexual”. Comportamentos podem sim ser aprendidos, desejos sexuais não!!! Não passe sua vida inteira se enganando. Procure conhecer a si mesmo e a homossexualidade, além do machismo, religião e tudo o que a assombra injustamente.

    Em outras palavras, dá para ser gay, assumido e feliz. Dá para ser lésbica, assumida e feliz. Você só precisa de orientação certa. Literatura correta (como por exemplo Devassos no Paraíso, Seis Balas Num Buraco Só, O Armário – meu livro, e tantos outros).

    Boa sorte. A caminhada é longa mas vale a persistência. No final, lembre-se, quem decide é você.


    3 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , ,

   

Comentários Recentes

  • Naquela época as pessoas precisavam de leis para obedecer e...
  • Sou amigo de uma doutora Ana Maria Rodrigues Ribeiro, ex-pro...
  • achei tudo muito interessante,e notei que a maioria não tem...
  • Acho que opção sexual é um gosto que não se discute. É como...
  • Hoje fiquei revoltada ao entrar na enquete do terra e ver Ma...