Homossexualidade

  • 09abr
    Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A 9ª edição da Feira Cultural LGBT, atividade que tradicionalmente antecede a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, será realizada no Vale do Anhangabaú, em 11 de junho. A APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo), entidade responsável pela sua realização, recebeu a confirmação da Subprefeitura da Sé, que administra a região. A Associação pleiteava o local desde agosto passado, quando se iniciou o planejamento das atividades do 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

    A confirmação do Vale do Anhangabaú para sediar a Feira Cultural neste ano animou a organização. Segundo o coordenador geral do 13º Mês do Orgulho LGBT, Manoel Zanini, “o local oferece maior conforto ao público que prestigia a Feira”. Quanto à segurança, “o Vale do Anhangabaú proporciona a centralização do público em um único local, viabilizando a otimização dos equipamentos para monitoramento do local e do efetivo para segurança do público, melhor posicionamento do palco, ponto de visão suspenso (o Viaduto do Chá), melhor possibilidade de rotas de fuga em caso de emergência e maior tempo para montagem e desmontagem do evento, tendo em vista que não há necessidade de fechamento de vias importantes”, completa o coordenador de segurança, Marco Antonio Lopes.

    “Haverá muitas novidades para Feira Cultural LGBT deste ano”, é o que promete a coordenadora artística, Laura Leiner, que pelo segundo ano consecutivo assume o cargo. Em 2008, a Feira Cultural LGBT foi realizada na Praça da República, onde reuniu aproximadamente 200 mil pessoas. No palco, atrações musicais – como duo Montage, o DJ Dolores, a cantora Bella Guima e o músico Astronauta Pingüim – shows de drag queens e esquetes teatrais garantiram o entretenimento do público, que ainda contou com cerca de 90 tendas de moda, design, cinema, arte, informação e alimentação, além de oficinas gratuitas.

    Em suas seis primeiras edições, a Feira Cultural LGBT foi realizada no Largo do Arouche, porém, em 2006, quando atingiu a marca de 100 mil participantes, o local tornou-se inviável. Foi quando, em 2007, a Feira ocorreu no Vale do Anhangabaú pela primeira vez, onde tomou proporções de festival. Já 2008, o Vale foi cedido para a realização de um evento evangélico, por isso, a Feira Cultural LGBT aconteceu na Praça da República que, apesar de menor, confirmou seu sucesso.

    A 9ª Feira Cultural LGBT é mais uma atividade do 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo com data e local confirmados. Há também o 9º Gay Day, que ocorrerá no dia 13 de junho, no Playcenter, e a 13ª Parada do Orgulho LGBT, no dia 14 de junho, pela Avenida Paulista e Rua da Consolação. O 9º Premio Cidadania em Respeito à Diversidade e o Ciclo do Debates ainda estão com as datas e os locais a serem definidos.

    Aos expositores interessados em participar da 9ª Feira Cultural LGBT, a APOGLBT disponibiliza o e-mail: feira2009@paradasp.org.br. Para mais informações sobre o 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, que traz o tema: “Sem Homofobia, Mais Cidadania – Pela Isonomia dos Direitos!”, acesse: www.paradasp.org.br.

    Leandro Rodrigues – Imprensa.


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 20mar
    Gay - Homossexualidade Masculina, Homofobia, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Está aberto o período de inscrições para os trios elétricos que participarão do percurso da 13ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que ocorrerá no dia 14 de junho. Organizações não-governamentais e demais entidades de cunho social poderão inscrever seus trios até o dia 30 de abril e o prazo para empresas mistas e privadas se estende até o dia 22 de maio. Os interessados em compor o comboio que fará o trajeto da manifestação, pela Avenida Paulista e a Rua da Consolação, devem solicitar à APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) a minuta do contrato através do e-mail coortrios@paradasp.org.br.

    A participação com trio elétrico na manifestação ficará condicionada ao cumprimento das exigências, conforme o Termo de Ajuste e Conduta (TAC), firmado entre a APOGLBT e as autoridades Municipais e Estaduais.

    A 13ª edição do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, que acontecerá durante o mês de junho na capital, trará o tema “Sem Homofobia, Mais Cidadania – Pela Isonomia dos Direitos!”. Além da Parada de Orgulho LGBT, o evento contempla diversas outras atividades de manifestação e celebração, como o Gay Day (dia 13 de junho, no parque de diversões Playcenter), a Feira Cultural LGBT (dia 11 de junho, em local ainda a ser definido), o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade e o Ciclo de Debates (com locais e datas ainda a serem definidos).

    A APOGLBT está à disposição para mais esclarecimentos no telefone (11) 3362-8266 e no e-mail paradasp@paradasp.org.br. Para mais informações sobre o 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, acesse o site www.paradasp.org.br.


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  • 15dez
    Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    * Originalmente publicado no Blog do Mix Brasil.

    Este é o último post do ano. Volto a publicar coisas aqui (e nos outros sites – links ao lado) só na metade (ou final) de janeiro de 2009. Isto é, FÉRIAS TOTAL, de tudo e todos! Por isso desejo aos leitores do meu blog, amigos e conhecidos um super Natal e um ano novo MARAVILHOSO!!! Com muita saúde!! Que é sempre o que mais importa…. :-)

    Não vou fazer (e nem gosto muito) retrospectivas… Mas como todo ser humano (leia-se “imperfeito“)(risos) estes dias eu estava meio deprê e sem inspiração para terminar o Prometheus. Foi ai que um super amigo me disse nos raros momentos em que abro o MSN:

    Fabrício, não desanime, você tem seu público. Você tem seus leitores. Gente que conhece, acompanha e respeita seu trabalho“.

    Imediatamente lembrei de outra coisa. Certa vez um jornalista de um portal GLS me disse o seguinte: precisamos colocar na mídia, nas matérias, publicações, etc, gente nova! Chega de citar “arroz de festas”. As mesmas pessoas. Os mesmos caras. Concordei plenamente. Depois de algum tempo ajudando na produção saquei uma coisa. Tem muita gente nova sim. Mas também tem muita gente nova que não tem história. Não tem histórico. Ou ainda, nada para dizer, mostrar, bons pensamentos, etc. Uma pena.

    E com isso aprendi que antes de “caçar” e mostrar os novos. Tem que preservar, lembrar e citar os antigos. E falo daqueles muito mais velhos do que eu e provavelmente você. E que, graças a estes pensamentos “modernos”, estão fora da mídia. Adoraria citar nomes dos esquecidos. Mas vou deixar aqui no ar. Inclusive para amigos jornalistas pensarem no assunto.

    Ainda continuando nestas reflexões, deprê, falta de inspiração e sobre o histórico, pensei. Mas e eu? Fabrício Viana? O que fiz? Qual é meu histórico? Onde é este histórico? Escrevi O Armário não porque sou apaixonado por literatura ou porque sonhava ser escritor. Muito pelo contrário. Sou péssimo em gramática, ortografia, etc. Mas sou ótimo em pensamento, reflexões e em psicologia (minha formação). E o livro foi escrito mais para sintetizar as grandes dúvidas a respeito da homossexualidade que eu recebia diariamente por email graças aos antigos projetos. Sim, PROJETOS!!! Achei. Esta é minha história!! Minha pequena, simples e humilde história.

    Imediatamente vasculhei centenas de fotos perdidas e consegui selecionar algumas que compõem a história do meu trabalho e que eu mesmo havia esquecido. Sabe quando você se recorda de trocentos mil e-mails trocados com trocentas mil pessoas (e que muitas delas te cobram recordações)? Horas e horas na frente do PC criando sites, gravando, convertendo vídeos, divulgando, mandando e-mails em listas, criando páginas para ajudar amigos, etc. E em muitos anos? Até do primeiro site pessoal que eu tinha na Internet quando eu era “hétero” (gay não assumido)(risos) me recordei. E lá eu ja era militante (um dos artigos era “Palavrão, Sexo e Preconceito“)(risos). Tudo isso veio em minha cabeça enquanto selecionava as fotos e publicava no album do meu Orkut (hoje só para amigos porém o album de fotos é liberado para todos).

    Infelizmente não tem imagens de tudo o que eu fiz ou participei. Logo o que consegui publicar (poucas fotos, algumas abaixo) representam uma minúscula parte de um todo. Mas que me deixou extremamente feliz e principalmente MOTIVADO para terminar o bendito Prometheus.

    Foi extremamente gratificante recordar tudo isso. Esta ultima foto por exemplo era da equipe que fundou o Armário X em 2003. E antes disso eu já tinha um projeto no Mix Brasil (campanhaglbt). Lembro até do dia que o André Fischer me recebeu no antigo escritório para conversar sobre isso. Enfim, todas as fotos selecionadas estão no meu Orkut com descrição. Quem tiver interesse entra lá.

    Recordar é viver.

    Então… Mais uma vez, um ótimo Natal, boas festas e um excelente 2009 a todos!!!

    Fabrício Viana, se despedindo de 2008.


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  • 12dez

    A APOGLBT foi premiada na categoria Dorothy Stang – Defensores de Direitos Humanos, da 14ª edição do Prêmio Direitos Humanos 2008, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido durante o Mês do Orgulho GLBT e às atividades de combate à homofobia, às DST e em defesa dos direitos de LGBT. Portanto, na próxima segunda-feira (15/12/2008), o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Alexandre Santos, o Xande, recebe, em Brasília, o prêmio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR).
    Bandeira Gay

    Estamos honrados, porque esse reconhecimento ajuda a desmistificar o trabalho da Associação, que não se restringe à Parada do Orgulho, mas a uma atuação firme na luta contra a discriminação e à violência contra LGBT“, lembrou Xande, referindo-se à face mais conhecida do trabalho da Associação, além de outras ações e projetos, mantidos durante todo o ano.  Vários protestos contra a violência homofóbica na capital foram encabeçados pela APOGLBT, causando interesse da mídia e da polícia, gerando programas de capacitação de policiais para os direitos LGBT. Diariamente, a Associação recebe denúncias de homofobia e oferece acolhimento jurídico e psicológico para as vítimas.

    Preconceito contra a entidade

    Xande lembrou as dificuldades que a APOGLBT tem enfrentado durante esses 10 anos de atividades. “Prêmios como esse podem contribuir para reduzir o preconceito explícito e velado que sofremos em várias de nossas atividades”, ponderou o presidente da entidade. Vários setores da sociedade ainda oferecem resistência ao trabalho da APOGLBT, só reduzida devido ao trabalho conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Cads da Prefeitura, que se sensibilizaram com os objetivos e atuaram como moderadores em várias negociações.

    A discriminação disfarçada de burocracia se manifestou em várias ocasiões contra a realização da própria Parada do Orgulho, vencida pelo apoio popular e do movimento LGBT. O preconceito explícito contra a APOGLBT se manifesta por meio de organizações religiosas, que chegam a entrar na Justiça contra a atuação da entidade. “Apesar de representarmos a maior manifestação do Orgulho GLBT do mundo, ainda encontramos dificuldades em conseguir apoios e patrocínios de empresas privadas, ao contrário do que ocorre em países desenvolvidos”, revela Xande. As únicas empresas que apoiaram financeiramente as manifestações estão vinculadas ao Governo Federal, e, mesmo assim, só se envolvem com o Mês do Orgulho, o que dificulta a sustentabilidade institucional, durante o resto do ano.

    Atingindo multidões

    O Mês do Orgulho LGBT é, ainda hoje, a atividade mais visível desenvolvida pela entidade e tem agregado mais manifestações e participantes ao longo do tempo – Feira Cultural LGBT, que em sua 8ª edição reuniu 120 mil pessoas, o Ciclo de Debates e o Gay Day, que em 2008 atraiu 8 mil pessoas ao Playcenter. A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo nasceu com o objetivo de visibilizar a população LGBT e suas demandas, tendo reunido 3,4 milhões de manifestantes em 2008, funcionando como uma campanha de alcance mundial contra a homofobia.

    Além do Mês do Orgulho, a Associação realiza, desde 2002, reuniões temáticas em sua sede, que têm por objetivos a identificação de demandas/necessidades de cada “segmento” da comunidade LGBT, a capacitação continuada dos/as participantes, a redução da vulnerabilidade individual e a criação de redes de apoio entre os/as participantes dos grupos. O mais antigo desses grupos é o de Travestis e Transexuais, criado em setembro de 2002, no mesmo momento em que surgia a Secretaria de Lésbicas. Nasce a Secretaria de Gays, o Grupo de Jovens e Adolescentes Homossexuais (JAH) e o Espaço B, grupo de reflexão sobre (bi)sexualidades.

    A partir de 2004, a APOGLBT começa a atuar na capacitação de novas lideranças para o movimento, começa a investir na produção de conhecimento sobre a comunidade LGBT, a partir de pesquisas na Parada. Em 2006, a APOGLBT começa a atuar com projetos de redução da vulnerabilidade frente às DST/HIV/Aids fora do período do Mês do Orgulho, com o projeto Tenho Orgulho e Me Cuido, voltado para jovens e adolescentes HSH, e o Saber Cuidar,  contra hepatites virais entre LGBT. Investiu também no apoio ao Fortalecimento do Fórum Paulista TT, sendo executor fiscal do projeto. Ainda em 2006, começa a realizar o projeto Rede Cidadã pelos Direitos Humanos de LGBT e PVHA, de modo a ampliar a capacidade de atender a demanda por atendimento/aconselhamento jurídico que tem recebido nos últimos anos. A APOGLBT mantém um livro de registro de uniões homoafetivas, desde 2004, que conta com cerca de 200 uniões registradas.

    Noite de gala

    A cerimônia de entrega será no dia 15, às 15h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, durante a abertura da Conferência Nacional de Direitos Humanos. Os ganhadores receberão um certificado e uma obra de arte criada pelo artista plástico Siron Franco.

    A Comissão de Julgamento foi  constituída pelo ministro Paulo Vannuchi como presidente e pelas seguintes personalidades: Egídio Machado Sales Filho, Nair Bicalho de Sousa, Paulo Abrão Pires Junior, Roberto Armando Ramos de Aguiar e Solon Eduardo Annes Viola.

    Junto com a APOGLBT, como pessoa jurídica, a categoria Dorothy Stang premia, também, Maria Amélia de Almeida Teles, como pessoa física, e 20 outras organizações e pessoas nas demais dez categorias. Amelinha, como é conhecida, é parceira histórica da APOGLBT, na luta contra o machismo e em defesa do Estado laico.


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