Homossexualidade

  • 30mar
    Travestis e Transsexuais - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Nesta terça-feira, dia 31/03/2009, será exibido o documentário “My Secret Self” que relata a vida de crianças que fazem a transição de gênero (trans), desde muito novas, com todo apoio e amor da família. Um filme emocionante, com histórias de amor incondicional e um exemplo pra muita gente!

    A entrada é gratuita. Após a exibição do filme terá uma conversa com os participantes sobre o tema.

    Serviço:

    Terças Trans
    CRIANÇAS “TRANS”
    Dia: 31 de março de 2009 às 19h.
    Local: Centro de Referência da Diversidade
    Rua Major Sertório, 292/294 – Centro
    próx. metrô República.

    Coordenação: Alessandra Saraiva
    Organização: Associação da Parada GLBT de São Paulo e Equipe Terças Trans
    Parceria: Centro de Referência da Diversidade


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 21mar

    Homoparentalidade: o que muda quando temos filhos? Como criá-los e enfrentar os desafios do dia-a-dia? Para refletir sobre essas e outras questões, a APOGLBT promove o primeiro grupo de discussões presencial do Brasil que aborda a rotina de famílias cujas mães ou pais são homossexuais, bissexuais, travestis ou transexuais.

    Logo Parada SP - APOGLBT

    Logo Parada SP - APOGLBT

    A escassez de material de pesquisa acerca da criação de filhos por famílias LGBT traz a necessidade de convivência entre pessoas que vivem esse mesmo contexto. Por isso, o Mães e Pais LGBT vem reunir essas famílias a fim de gerar informação através da troca de experiências entre os participantes. Escola, educação, pai/s(mãe) biológico/s(a), namorada(o) da(o) mamãe(papai) e demais assuntos do cotidiano dessas “novas” famílias são abordados em reuniões quinzenais, às quintas-feiras, na sede da APOGLBT.

    O Mães e Pais LGBT veio a acrescentar ao quadro de grupos temáticos da Associação da Parada, dando início às suas atividades em dezembro de 2008, sob a coordenação do casal Carina e Jéssica Ramires, ativistas do movimento LGBT e mamães de Pietra e Allana.

    A participação é aberta e gratuita a todas(os) interessadas(os), basta enviar um e-mail para paislgbt@paradasp.org.br e aguardar o recebimento do convite semanal. Para mais informações, entre em contato também através do telefone (11) 3362-8266 / 7167-3098 / 9719-3650

    Aguardamos todos lá!

    Endereço: Praça da República, 386 – conjunto 22 – Centro – São Paulo – SP
    Carina e Jéssica Ramires


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  • 16fev

    A mais antiga e tradicional banda carnavalesca da cidade de São Paulo nasceu com o nome de Bandalha, criada no auge da repressão militar pelo dramaturgo e ator Plínio Marcos em 1972, nome que lembrava um bloco de sujos de sua cidade natal, Santos. Plínio gravava a novela Bandeira Dois, no Rio de Janeiro e não aguentava mais as piadas e provocações dos cariocas, dizendo que: bloco de paulista é bloco de concreto armado, que cordão de paulista é cordão de isolamento; e, como se tudo isso, ainda, não bastasse, atormentavam tanto o irrequieto Plínio Marcos, citando Vínicius de Moraes “São Paulo é o túmulo do samba”. Àquela altura a Banda de Ipanema já era famosa, trazendo como musas Leila Diniz e Odete Lara. Injuriado com tantas brincadeiras, Plínio chamou seu colega de teatro, Carlos Costa, o Carlão, que já era frequentador do mundo do samba paulista, mas ganhava a vida no teatro, Carlão foi bilheteiro, contra-regra e ator, atuou no teatro de Arena e também no cinema. Então, Plínio Marcos se autoproclamou presidente da Banda Bandalha e convidou para a vice-presidência o Carlão. Claro que Plínio e Carlão viam na banda uma forma de se expressar, num momento que a censura calava o teatro, jornais e outras manifestações.

    Em 1972 e 1973 no auge da ditadura militar, a banda saiu da frente do Teatro de Arena e percorreu o centro, foi sucesso de cara, tendo no primeiro desfile como Porta Estandarte a atriz Etty Frazer e mestre sala o ator Toni Ramos, também contou com ilustres participantes, como a atriz Walderez de Barros, o dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, o ator John Herbert, Pepita e Lolita Rodrigues, os jornalistas Arley Pereira, José Ramos Tinhorão, o ator e artísta plástico Luiz Carlos Parreira, além da turma da “Vagão” e redondeza, entre tantos outros atores, jornalistas e foliões. A Banda durou dois anos, depois de brigas com a prefeitura, Plínio se injuriou e falou que não tinha mais Bandalha, mas seus remanescentes, encabeçados por Carlão, formaram a Banda Redonda, que desfilou pela primeira vez em 74, agora tendo Carlos Costa como presidente e Plínio como vice. Com a inspiração do Artista plástico Luis Carlos Parreira a banda adotou a pomba como símbolo e as cores azul, ouro e branco. Atualmente, os desfiles da banda são acompanhados por cerca de 15 mil pessoas e já entraram no calendário oficial do carnaval de São Paulo. Além disso, ela é filiada à ABASP – Associação de Bandas de Carnaval de São Paulo.

    Carlão, o Carlos Costa, Carlão da Vila, Carlão do Boné, quando assumiu a banda em 1974, transformou-se no “General da Banda” de São Paulo (lembrando Black-Out, o “General da Banda” no Brasil): diz um dos foliões: quando o Carlão chega as pessoas cantam… “Chegou o General da Banda…” Sobre o novo nome da banda: Redonda, Carlão conta um pouco da história: “A gente frequentava um bar chamado Redondo. Tinha uma gíria na época que dizia que as pessoas inteligentes tinham a testa redonda. Daí, a partir de algumas sugestões: ARENA, pelo teatro (ora veja, naquela época, o partido da ditadura tinha a sigla de ARENA), Carlos Gomes, Roseevelt (nome de gringo não), Consolação e Vila Buarque, (não são nomes para uma banda). Prevaleceu a idéia da cabeça inteligente: Redonda, ainda sugeriram Banda do Redondo, para tentar obter algum patrocínio do dono do bar, mas aguém lembrou: “o portuga sequer pindurava uma cerveja”. Daí ficou definitivamente “Banda Redonda” mesmo, pela idéia do Parreira, ainda hoje há quem confunda o nome da banda com o nome do bar.

    A Banda Redonda homenageia todos os anos personalidades destacadas no meio Cultural e Artístico, como: Etty Fraser, Sérgio Mamberti, Walderez de Barros, Chico de Assis, Emilio Fontana, Drauzio Varella, Esthér Góis, Regina Braga, Renato Consorte, Paulo Goulart, Analy Alvarez, João Acaiabe, Maria Alcina, João Batista de Andrade, Alaíde Costa, Chico Pinheiro, Denis Derkian, além da presença dos homenageados, este ano a Banda lembra os 10 anos sem o dramaturgo e escritor Plínio Marcos, companheiro e fundador da “Redonda”.

    Dia 16 de fevereiro de 2009, às 19h – Concentração na frente do Teatro de Arena Eugênio Kusnet (Rua Teodoro Baima, 94). Saindo do teatro de Arena, o desfile percorrerá a Rua da Consolação, seguindo pela Xavier de Toledo, passando pelo Teatro Municipal, Cons. Crispiniano, Av. São João, Ipiranga, Praça de República, cruzando a Av. São Luís. Voltando ao ponto de partida na frente do Teatro de Arena, o desfile da “Redonda se encerra com algumas músicas do verdadeiro carnaval de rua. Apoio: O AUTOR NA PRAÇA. Informações: Carlão (SPTuis) – 2226 0651 ou Teatro de Arena 3256 9463 (com Elias).

    Imprensa: Edson Lima – 3746 6938 / 9586 5577 – imprensa@oautornapraca.com.br

    Carlos Costa, O General da Banda Redonda, chegou em São Paulo em 1947, aprendeu a história do samba paulista, curtiu e viveu o samba em sua forma mais autêntica. Nesses 32 anos da banda a maior satisfação de Carlão é oferecer a oportunidade para todas as classes e camadas da população curtir o autêntico carnaval, sem qualquer custo, colcando lado a lado todas as diferenças, equacionadas no mais simples momento de alegria.

    “A banda Redonda surgiu na época da repressão da ditadura militar e, tem como objetivo trazer para a rua os executivos dos escritórios do centrão da capital paulista para brincar o carnaval com o povo com ou sem fantasia, com ou sem dinheiro”. Afirma Carlos Costa, o conhecido “general da banda” de São Paulo.


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  • 30jan

    Projeto InterAgir “Ações de Advocacy em HIV/Aids para a comunidade de Gays e outros HSH” – Curitiba, 28,29 e 30 de janeiro de 2009.

    Contribuir para o enfrentamento da epidemia e redução da incidência do HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) entre gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), por meio da qualificação de organizações da sociedade civil e ações de advocacy, este é o objetivo do Projeto ReaGir “Ações  de Advocacy em HIV/Aids para a comunidade de gays e outros HSH”. O projeto tem financiamento do Programa Nacional de DST/Aids (PN) e tem como proponente a Associação Paranaense da  Parada da Diversidade (APPAD) e conta com a parceria de sete organizações das cinco regiões do Brasil.

    Deu início nesta quarta-feira (28) e segue até sexta-feira (30) a reunião de planejamento do projeto. Estão reunidos em Curitiba representantes da APPAD, do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde e das organizações parceiras do projeto: Grupo Somos de Porto Alegre (RS), Movimento Gay de Alfenas (MG), Grupo Leões do Norte de Recife (PE), Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual de Feira de Santana (BA), Grupo Homossexual do Pará de Belém (PA), Associação de Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul e a Secretaria da região Sudeste (Belo Horizonte-MG) da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais Travestis e Transexuais – ABGLT. O projeto tem como consultores Cecília Simonetti da Pathfinder do Brasil de Salvador (BA) e Toni Reis do Grupo Dignidade/ABGLT de Curitiba (PR).

    O Programa Nacional de DST/Aids esta representado na reunião pelas assessoras técnicas Bárbara Graner e Vera Lopes. Para Bárbara Graner, o objetivo deste momento estratégico é consolidar uma visão comum entre as entidades que compõem o projeto, bem como as formas de implementação e capilarização da proposta. “É importante reafirmar que este propósito é fortalecer uma resposta em rede dos movimentos sociais de gays e outros HSH no enfrentamento da epidemia de Aids e outras DST nas suas diversas formas e contextos, considerando as diversas vulnerabilidades enfrentadas por esse segmento social. Isso só será efetivo se a implementação da proposta atentar para a consolidação de uma ação estratégica de responsabilidade conjunta entre movimento social e poder público, em suas três esferas de gestão, uma vez que a reversão do contexto epidemiológico do HIV/Aids e outras DST em gays e outros HSH só será possível se o alcance da implementação desta proposta incidir de forma estratégica nas diversas realidades locais”. Diz Graner.

    Para Igo Martini, coordenador geral do projeto, o objetivo final deste projeto é que os municípios e os estados ampliem e aloquem recursos para a melhoria e ampliação das ações de prevenção em HIV/Aids para a comunidade de gays de HSH. “Em média, os investimentos atuais estão na casa de 2% para ações de prevenção neste segmento. Isso inviabiliza novas intervenções e ampliação das atividades de prevenção em HIV/Aids”, afirma Martini.

    Representantes das organizações parceiras do Projeto:
    -      Beto Paes – Grupo Homossexual do Pará – Belém (PA).
    -      Rafael Carvalho – Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH – Feira de Santana (BA).
    -      Rildo Veras – Movimento Gay Leões do Norte – Recife (PE)
    -      Cris Stefanny – Associação das Travestis do Mato Grosso do Sul – Campo Grande (MS).
    -      Marcelo Dias – Movimento Gay de Alfenas e Região Sul de Minas – Alfenas (MG).
    -      Carlos Magno – Secretaria da Região Sudeste da ABGLT – Belo Horizonte (MG).
    -      Rodrigo Collares – Somos: comunicação, saúde e sexualidade – Porto Alegre (RS)

    Informações adicionais:
    -      Igo Martini – Coordenador geral do Projeto  – (41) 3222 3999 / (41) 9602 5984
    -      Márcio Marins – Presidente da APPAD  – (41) 3222 3999 – (41) 9109 1950
    -      Barbara Graner e Vera Lopes – Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde – (61) 3448.8122 / 3448.8026


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  • 29jan
    Eventos LGBT, Movimento Homossexual, Travestis e Transsexuais - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Em todo país , a Articulação Nacional de Travestis e Transexuais - Antra organiza a comemoração do dia nacional deste segmento social. O dia nacional das travestis conta com o apoio da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais -ABGLT, Articulação Nacional das Lésbicas -ABL e grupo E-Jovens. Nas 27 capitais do país, lideranças LGBT, especialmente travestis, vão protocolar nos conselhos estaduais e municipais de educação o pedido para que baixem uma portaria exigindo que as “Trans” sejam chamadas pelo seu nome social e respeitadas pela identidade de genero que possuem.

    Hoje, apenas o Estado do Pará possui uma portaria obrigando as escolas adotarem o nome social das travestis e transexuais. Nome social é aquele adotado pelas trans , após assumirem sua identidade de genero feminina ou masculina. Algumas foram registrada , pelos pais , em cartório com nomes masculinos, mas vivem atualmente com nome e condição social feminina, são as chamadas travestis ou transexuais. Outros, tiveram o registro com nomes femininos, mas vivem com identidade masculina, são os travestis e transexuais.

    Travestis são aquelas cidadãs que tem identidade feminina ou masculina e não rejeitam seu sexo genital biológico, enquanto que as transexuais, são cidadãs que lutam para fazer a readequação do seu sexo genital biológico. O Movimento social calcula que 95% das travestis são excluídas das escolas, porque educadores exigem que elas usem nomes, roupas, vestiários e comportamentos masculinos. Com a falta de ensino, invariavelmente elas so tem a prostituição e salões de beleza como mercado de trabalho. Hoje apenas uma Travesti conseguiu entrar para o curso de doutorado no País.

    À frente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Keila Simpson , acredita que a ação é um passo significativo no combate a “Transfobia”. “Não estamos no mercado de trabalho porque a escola não está preparada para receber a gente. Por isso resta para a maioria de nós a prostituição. A proposta desse dia é mostrar a nossa cara como qualquer cidadã desse país”, observa a presidenta da Antra.

    A presidente da Antra estima que a ação 2009 pela identidade estudantil social deve ocorrer em pelo menos 20 das 27 capitais. “Vamos mostrar que apesar do orgulho conquistado, ainda temos muito a avançar”, avalia. Em Brasília, 27 trans vão ao Congresso Nacional para lançar nacionalmente a campanha.

    Serviço

    Assunto: Dia nacional das Travestis
    Contato : (71) Keila Simpson 9165 8865


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  • 12jan

    Para quem quiser saber a data da Parada Gay de São Paulo no ano de 2009, pegue caneta, papel e anote: ela será realizada no segundo domingo do mês de Junho, isto é, dia 14 de Junho de 2009 (domingo). Mas atenção:

    - Use roupas leves e beba muita água durante o percurso.
    - Evite levar objetos de valor (celular, camera digital, filmadora, mp3, etc) por causa de possíveis assaltos.
    - Preste a atenção na carteira e no dinheiro.
    - Vá sempre acompanhado.
    - Evite tumultos. Não se aproxime muito dos carros/trios elétricos.
    - Participe sem medo, seja você hétero, homo ou bissexual.
    - Respeite todos os participantes e sua diversidade.
    - Seja feliz, aproveite tudo e ajude a comunidade LGBT a conquistar seus direitos.

    O tema da parada gay deste ano é “Sem homofobia, mais cidadania – Pela isonomia dos direitos“.

    Dois ou três dias antes (no feriado de quinta-feira) tem a tradicional feira cultural e que geralmente é feita na Praça da República ou no Largo do Anhangabaú. Assim que tivermos as informações corretas publicaremos aqui. Divirtam-se!


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  • 12dez

    A APOGLBT foi premiada na categoria Dorothy Stang – Defensores de Direitos Humanos, da 14ª edição do Prêmio Direitos Humanos 2008, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido durante o Mês do Orgulho GLBT e às atividades de combate à homofobia, às DST e em defesa dos direitos de LGBT. Portanto, na próxima segunda-feira (15/12/2008), o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Alexandre Santos, o Xande, recebe, em Brasília, o prêmio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR).
    Bandeira Gay

    Estamos honrados, porque esse reconhecimento ajuda a desmistificar o trabalho da Associação, que não se restringe à Parada do Orgulho, mas a uma atuação firme na luta contra a discriminação e à violência contra LGBT“, lembrou Xande, referindo-se à face mais conhecida do trabalho da Associação, além de outras ações e projetos, mantidos durante todo o ano.  Vários protestos contra a violência homofóbica na capital foram encabeçados pela APOGLBT, causando interesse da mídia e da polícia, gerando programas de capacitação de policiais para os direitos LGBT. Diariamente, a Associação recebe denúncias de homofobia e oferece acolhimento jurídico e psicológico para as vítimas.

    Preconceito contra a entidade

    Xande lembrou as dificuldades que a APOGLBT tem enfrentado durante esses 10 anos de atividades. “Prêmios como esse podem contribuir para reduzir o preconceito explícito e velado que sofremos em várias de nossas atividades”, ponderou o presidente da entidade. Vários setores da sociedade ainda oferecem resistência ao trabalho da APOGLBT, só reduzida devido ao trabalho conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Cads da Prefeitura, que se sensibilizaram com os objetivos e atuaram como moderadores em várias negociações.

    A discriminação disfarçada de burocracia se manifestou em várias ocasiões contra a realização da própria Parada do Orgulho, vencida pelo apoio popular e do movimento LGBT. O preconceito explícito contra a APOGLBT se manifesta por meio de organizações religiosas, que chegam a entrar na Justiça contra a atuação da entidade. “Apesar de representarmos a maior manifestação do Orgulho GLBT do mundo, ainda encontramos dificuldades em conseguir apoios e patrocínios de empresas privadas, ao contrário do que ocorre em países desenvolvidos”, revela Xande. As únicas empresas que apoiaram financeiramente as manifestações estão vinculadas ao Governo Federal, e, mesmo assim, só se envolvem com o Mês do Orgulho, o que dificulta a sustentabilidade institucional, durante o resto do ano.

    Atingindo multidões

    O Mês do Orgulho LGBT é, ainda hoje, a atividade mais visível desenvolvida pela entidade e tem agregado mais manifestações e participantes ao longo do tempo – Feira Cultural LGBT, que em sua 8ª edição reuniu 120 mil pessoas, o Ciclo de Debates e o Gay Day, que em 2008 atraiu 8 mil pessoas ao Playcenter. A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo nasceu com o objetivo de visibilizar a população LGBT e suas demandas, tendo reunido 3,4 milhões de manifestantes em 2008, funcionando como uma campanha de alcance mundial contra a homofobia.

    Além do Mês do Orgulho, a Associação realiza, desde 2002, reuniões temáticas em sua sede, que têm por objetivos a identificação de demandas/necessidades de cada “segmento” da comunidade LGBT, a capacitação continuada dos/as participantes, a redução da vulnerabilidade individual e a criação de redes de apoio entre os/as participantes dos grupos. O mais antigo desses grupos é o de Travestis e Transexuais, criado em setembro de 2002, no mesmo momento em que surgia a Secretaria de Lésbicas. Nasce a Secretaria de Gays, o Grupo de Jovens e Adolescentes Homossexuais (JAH) e o Espaço B, grupo de reflexão sobre (bi)sexualidades.

    A partir de 2004, a APOGLBT começa a atuar na capacitação de novas lideranças para o movimento, começa a investir na produção de conhecimento sobre a comunidade LGBT, a partir de pesquisas na Parada. Em 2006, a APOGLBT começa a atuar com projetos de redução da vulnerabilidade frente às DST/HIV/Aids fora do período do Mês do Orgulho, com o projeto Tenho Orgulho e Me Cuido, voltado para jovens e adolescentes HSH, e o Saber Cuidar,  contra hepatites virais entre LGBT. Investiu também no apoio ao Fortalecimento do Fórum Paulista TT, sendo executor fiscal do projeto. Ainda em 2006, começa a realizar o projeto Rede Cidadã pelos Direitos Humanos de LGBT e PVHA, de modo a ampliar a capacidade de atender a demanda por atendimento/aconselhamento jurídico que tem recebido nos últimos anos. A APOGLBT mantém um livro de registro de uniões homoafetivas, desde 2004, que conta com cerca de 200 uniões registradas.

    Noite de gala

    A cerimônia de entrega será no dia 15, às 15h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, durante a abertura da Conferência Nacional de Direitos Humanos. Os ganhadores receberão um certificado e uma obra de arte criada pelo artista plástico Siron Franco.

    A Comissão de Julgamento foi  constituída pelo ministro Paulo Vannuchi como presidente e pelas seguintes personalidades: Egídio Machado Sales Filho, Nair Bicalho de Sousa, Paulo Abrão Pires Junior, Roberto Armando Ramos de Aguiar e Solon Eduardo Annes Viola.

    Junto com a APOGLBT, como pessoa jurídica, a categoria Dorothy Stang premia, também, Maria Amélia de Almeida Teles, como pessoa física, e 20 outras organizações e pessoas nas demais dez categorias. Amelinha, como é conhecida, é parceira histórica da APOGLBT, na luta contra o machismo e em defesa do Estado laico.


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  • 09dez
    Eventos LGBT, Travestis e Transsexuais - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Organizado por Alessandra Saraiva (foto ao lado) a confraternização de fim de ano do grupo Terças Trans será neste domingo (14/12/2008) no Parque do Ibirapuera.

    Alessandra Saraiva

    Alessandra Saraiva

    Quem quiser participar basta comparecer no local. Para ajudar, existem dois pontos de encontro:

    1º Encontro - às 11h na frente do Centro de Referência da Diversidade
    Rua Major Sertório, 292 – Centro. Tolerância de 15 min.

    2º Encontro – às 12h na Marquise do Pq. do Ibirapuera, em frente a escultura da Aranha. (próximo a OCA). Tolerância de 30 min.

    Quem chegar fora destes horários e ficar perdido, pode entrar em contato pelo celular (11) 7172 8417.

    Na ocasião, haverá um Amigo Secreto com quem estiver por lá.

    Como Funciona?

    Cada pessoa leva um presentinho de até R$ 10,00 – que seja unissex. E na hora sortearemos os nomes dos que estiverem presentes.

    E o que eu levo pro pequinique?

    Comidinhas leves e práticas, que não estraguem facilmente ou bebidas: Refrigerantes, sucos, cerveja pra quem achar interessante.

    Sugestões: sanduiches prontos, esfihas, salgadinhos de padaria ou industrializados, pães, frios, patês, doces, cachorro-quente, sushis, etc.

    Embora o evento seja de Trans todos os amigos (gays, héteros, homos, etc) também podem participar e se confraternizar.


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  • 24out
    Diversidade GLS, Travestis e Transsexuais, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O vídeo no Youtube da travesti Vanessão tem mais de 740 mil visitas. O que poucos sabem é a travesti foi assassinada há quase um ano em Ariquemes, cidade vizinha de Ji-Paraná.

    Fenômeno Travesti Vanessão

    Fenômeno Travesti Vanessão

    Quem relata é o jornalista querido e muito respeitado Gustavo Miranda, do blog Bota Dentro, segundo ele, milhares de pessoas criaram comunidades no Orkut e postaram vídeos (até mesmo mixados) sem saber que a travesti está morta.

    Entre suas falas/gírias que mais fazem sucesso estão: “vê se tem deiz reaiz na carteira dele, quirido”, “o babado é cer-to”,  “vai me dar siiiim” e “se ele não me der, de boa querido, já arrebentei a moto dele mesmo”.

    Alias, o sucesso da travesti Vanessão é tão grande que até Arnaldo Jabor comentou sobre ela em um de seus vídeos sobre Fenômeno Ronaldinho. Quem puder assista ao vídeo do Jabor várias vezes pois o que ele fala é absurdamente interessante/importante.

    Arnaldo Jabor sobre Fenômeno Vanessão

    Jabor sobre Vanessão

    A travesti Vanessão ficou famosa na Internet depois de seu vídeo-reportagem ter sido publicado. Segundo relatos, ela teria cobrado R$ 40,00 para fazer sexo oral em um cara. Ele, que aceitou, pagou apenas R$ 20,00 e por isso ela quebrou a moto dele, indo, os dois, parar na delegacia.

    É Vanessão, que você descanse em paz!!! Você representa não só vários e várias travestis como também todo ser humano que, neste mundo, luta pela sobrevivência e para ser quem verdadeiramente é.


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  • 06out
    Movimento Homossexual, Travestis e Transsexuais - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Léo Kreft é travesti e ocupará um cargo na Câmara dos vereadores de Salvador, Bahia. Venceu em 4º lugar com mais de 12 mil votos e competiu com mais de 800 candidatos! E viva Salvador!

    Léo Kret - Travesti e eleita Vereadora de Salvador - 2008“Para ser uma bicha bonita não é preciso mexer no corpo, colocar peito ou silicone, comigo as outras vêem que podem ser o que são e pronto; Sou uma pessoas simples, ingênua e amável. Sempre gostei de dançar e quando eu vejo a satisfação do povo me sinto feliz; Eu adoro música romântica para escutar, para pensar nos amores, mas o que me empolga mesmo é o pagodão, quando eu subo num palco, com salto ou sem salto, boto madeira pra descer. Sobre o convite que recebeu para figurar como a Princesinha da VI Parada Gay da Bahia sempre sonhei em subir num trio e dar o meu nome a Leo kret na Parada Gay o título de Princesinha foi ótimo, e quando li que sou como uma fadinha e que vou conquistar todo mundo, eu adorei. Vou fazer por merecer viu! Como fada vou fazer o milagre de tornar todos felizes.”

    Citações de Léo Kreft feitas no site http://www.marccelus.com (crédito da foto também do portal Marccelus)


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