Homossexualidade

  • 02mar

    A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), com intuito de defender e combater a discriminação e os preconceitos enfrentados por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, fechou parceria inédita com o escritório Lessi e Advogados Associados. O acordo visa atender mensalmente de forma gratuita os associados da APOGLBT e demais pessoas que procuram pelos serviços da entidade. A iniciativa partiu do presidente do escritório, Dr. Pedro Lessi, que representa vários casos de discriminação por orientação sexual.

    O Dr. Lessi explica que a “parceria representa para a sociedade que o respeito à orientação sexual é um direito fundamental e uma garantia individual do ser humano”. A partir de agora, desde questões contratuais menores, como desrespeito ao uso da logomarca da APOGLBT, até questões de repercussão nacional, como ofensas públicas à população LGBT, poderão ser objeto de representação jurídica.

    Para o presidente da APOGLBT, Alexandre Santos, o Xande, “esta parceria abre a possibilidade dos LGBT terem acesso à Justiça, pois o escritório vai atender a todas as ações que a Associação precisa a favor dessa comunidade”, e ressalta a importância do público LGBT poder reagir às ofensas diárias de apresentadores de TV, programas humorísticos de mau gosto ou religiosos que abrem campanhas de ataques ou ridicularizam nos meios de comunicação.

    Já o tesoureiro da entidade, Manoel Zanini, reflete que por falta de ação nessa área o movimento LGBT e a Associação perdem oportunidades jurídicas importantes. “Com essa parceria os militantes e parceiros saberão que terão segurança para enfrentar qualquer espécie de discriminação perante a sociedade e os órgãos públicos”, conclui.

    Dr. Lessi avalia ainda que a iniciativa é muito mais que uma parceria é criar jurisprudência (um conjunto das decisões legais) no segmento LGBT. “Hoje a população LGBT tem bastante visibilidade, mas poucas conquistas efetivas de direitos. Essa é uma oportunidade de mudar a história”, conclui o advogado.

    Para mais informações sobre como obter assistência ou orientação jurídica em casos de homofobia ou negligência aos direitos constitucionais e civis, contate a APOGLBT pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br ou pelo telefone (11) 3362-8266.

    Informações para a imprensa:

    Assessoria de Imprensa APOGLBT
    Cezar Xavier: (11) 9963-1528 | assessoria.imprensa@paradasp.org.br
    Leandro Rodrigues: (11) 9790-8538 | leandrorodrigues@paradasp.org.br

    Assessoria de Imprensa Lessi Advogados
    Fones: (11) 3259-5333 / 3129-7254
    Gisele Rosa (11) 8121-5265 | jornalismo.gisele@hotmail.com / gisele.rosa@lessi.adv.br
    Ricardo Cazarino (11) 9350-3333 | ricardo.cazarino@lessi.adv.br
    Débora da Matta (11) 8246-3595 | debora.damata@lessi.adv.br
    Letícia Lessi (11) 9140-7050 | lessi.ledrummond@lessi.adv.br


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , ,

  • 11dez
    Artigos & Textos, Mitos da Homossexualidade, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Artigo escrito para amigos de gays e lésbicas na tentativa de desmistificar alguns conceitos sobre a amizade com homossexuais. Boa leitura. Texto de Fabrício Viana publicado no Armário X em 2005.

    Amigo Homossexual

    Amigo Homossexual

    Antes de tudo, se você recebeu a indicação de alguém para ler este texto, você é uma pessoa privilegiada. Ter um amigo homossexual, seja no trabalho, na escola, na faculdade ou mesmo na vizinhança, é cada vez mais comum. Para que você não passe por alguns “micos” e nem acabe, sem querer, ofendendo ou discriminando um amigo homossexual, por pura falta de informação, segue algumas dicas bastante úteis.

    Para facilitar a leitura, separei o texto em perguntas, pois acredito que assim seja mais fácil o entendimento.

    1 – homossexualidade é doença?
    Apesar de várias religiões não aceitarem ou discriminarem homossexuais, a ciência já comprovou que a homossexualidade não é uma doença. É apenas uma orientação sexual do indivíduo. Logo, assim como existem heterossexuais “bons” e “ruins”, também existem homossexuais “bons” e “ruins”. Sua personalidade, suas qualidades e defeitos; nada tem a ver com sua orientação sexual. É importante frisar isso pois muitos atribuem defeitos ou imperfeições humanas como sendo derivadas da homossexualidade. Definitivamente, isso nada tem a ver com a orientação sexual.

    2 – Por que orientação e não “opção” ou “condição sexual”?
    Muitos falam, erradamente, sobre “opção sexual”. Não existe opção, fato de quem “opta” por algo. Nem  condição. O que existe em termos de classificação dentro da psicologia atual é a orientação sexual, onde o desejo sexual é ORIENTADO para um objeto externo. Este objeto externo desejado pode ser alguém do mesmo sexo (caso dos homossexuais), alguém do sexo oposto (heterossexuais) ou mesmo de ambos os sexos (bissexuais). Por isso orientação sexual. Lembrando que um homossexual poderá se tornar um bissexual ou heterossexual caso o objeto desejado mude. Assim como ocorre com heterossexuais que, em algum momento de suas vidas, tornam-se homossexuais. Para a sexualidade humana, não existem regras ou as classificações que utilizamos. Elas não são fixas.

    3 – gays são superiores ou inferiores?
    Já ouvi falar que gays são mais produtivos nas empresas, ou, por outro lado, que eles não prestam para nada. Ridículo. orientação sexual não tem relação alguma com aptidões, talentos ou qualquer outra característica da personalidade. Se alguém que você conhece é muito bom no que faz, ou o contrário, isso não está relacionado com sua orientação sexual.

    4 – Piadinhas ofendem?
    Sim, piadas podem ser engraçadas, mas evite na presença de seus amigos gays pois a maioria tem fins discriminatórios; sobretudo, piadas de “bichas”, “viados” ou similares. Além de deturpar/confundir a realidade, passando uma imagem estereotipada, acabam quase sempre em ofensa. Até aquele seu amigo ou amiga que não é assumido, mas que dá risada naquele momento para manter as aparências, pode ficar triste por você ter demonstrando ser uma pessoa preconceituosa ou no mínimo, ignorante. Alguém que ele jamais poderá confiar ou contar sobre seus reais desejos. Se você não consegue ver nenhum problema ou ofensa nas piadas de homossexuais, sabia que é a mesma coisa com relação as piadas com referência a “heterossexualidade”. O quê? Não existem piadas sobre heterossexuais, focando em sua sexualidade? Por que será? Pense nisso.

    5 – Quando me falarem sobre casos, relacionamentos, etc, o que eu faço?
    Quando seu amigo ou amiga contar sobre sua vida pessoal, sobre casos ou namoros, imagine que sejam casos ou namoros de heterossexuais. Imaginou? Pois é, é a mesma coisa. Tanto que, em ambos os casos, você encontrará pessoas que se relacionam de forma promíscua ou aqueles que nasceram para o “casamento”, no fiel sentido da palavra. Sim, existe toda uma diversidade de “intenções”. Mas os relacionamentos, em si, são iguais. gays namoram, separam-se, têm brigas de casais, alguns almoçam juntos com a família no final de semana, com o namorado ao lado, e assim caminha a humanidade.

    6 – gays só freqüentam lugares específicos para gays?
    Mundo gay, submundo ou “gueto” são coisas do passado. gays estão e sempre estiveram em toda parte, por isso não se espante em vê-los por aí. Cada vez mais eles estão aparecendo (no sentido de não esconder sua orientação sexual) em shoppings, baladas, supermercados, festas de família, local de trabalho ou em qualquer outro lugar. Você precisa saber apenas que eles existem e que deve respeitá-los, assim como se pressupõe que o respeito é para todos, independente de religião, orientação ou qualquer outro fator. E que, felizmente ou infelizmente, todos nós vivemos em sociedade e procuramos ser felizes sem interferir um na vida do outro.

    7 – Como eu identifico um gay? Ou uma lésbica?
    Se você acha que gay é um cara afeminado ou que lésbica é uma mulher masculinizada, cuidado. gays e lésbicas são tão singulares quanto o próprio ser humano. Para se ter uma idéia, existem gays que são pedreiros, executivos, aeromoças, jovens, adultos, senhores, senhoras, mendigos, diretores de empresas, analfabetos, operários, religiosos (inclusive alguns têm altos cargos dentro de sua doutrina), professores, alunos, enfim, uma infinidade que torna impossível a qualquer cientista ou grande estudioso dizer com precisão quais as características que definem alguém para que, em um simples olhar ou convivência, nós saibamos se ele é heterossexual, homossexual ou bissexual. Tem gente que parece gay, mas não é. Tem gente que não parece que é gay, e é. Outro dia no ônibus vieram me falar mal de um cara que era bem afeminado. Eu soltei o verbo. E essa infeliz criatura que pensou que eu iria ajudar na discriminação ficou sem saber o que fazer, pois ela jamais pensou que eu também seria gay. Resumindo, ela pensará mais de 10 vezes na próxima vez que for falar com alguém desconhecido sobre isso. Então, é bom tomar cuidado para não passar vergonha.

    8 – Uso de palavrões, existe algum problema?
    Com certeza. Palavrões são recheados de simbologia ofensiva. Nunca se refira ao seu amigo ou amiga por meio de palavrões construídos pela sociedade. Todos eles são difamatórios e, geralmente, carregados de preconceito. Ao invés de dizer que tem um amigo “viado”, “bicha” ou “sapatão”, prefira sempre os termos “gay” ou “lésbica”. O primeiro, geralmente, para tratar tanto o homem quanto à mulher homossexual. São politicamente corretos e bem mais aceitos.

    9 – Não me conformo, eu vivo falando pra ele ou ela deixar esta vida de lado. Estou certo?
    Totalmente errado. Imagine ele falando para você gostar de alguém do mesmo sexo, resolveria? Se ele insistisse muito você começaria a gostar? Acredito que não, logo, não insista para que seu amigo goste do sexo oposto, além de ser inconveniente, você não obterá resultado algum. Caso ele ou ela decida sair com alguém do sexo oposto, isso partirá de seu íntimo (sim, homossexuais podem tornar-se heterossexuais e heterossexuais podem se tornar homossexuais, ou ainda, bissexuais). Portanto, se a idéia e o desejo não partir dele, seu comentário pode ofendê-lo e ainda transmitir a ele a idéia de que você não o aceita; não que você deva aceitar. A homossexualidade, em si, pode ir contra os seus conceitos, mas se você está lendo este texto é porque quer aprender como tratá-lo de forma coerente. Pense nisso. Mesmo porque o que é bom para ele, não necessariamente é para você, e vice-versa. Respeito acima de tudo.

    10 – Se pedir para eu guardar segredo, o que faço?
    Saber que alguém é gay pode gerar algumas complicações para a pessoa que não assumiu sua orientação publicamente. Logo, se lhe foi pedido segredo, por mais difícil que seja guardá-los (guardar segredo, de verdade, é coisa que poucos conseguem), faça um esforço. Afinal, infelizmente, nem toda a sociedade tem uma cabeça moderna e condizente com o século 21.

    11 – Como posso ter atitudes antidiscriminatórias?
    É simples. Independente do amigo ou da amiga apresentar algum tipo de “trejeito”, aliás, independente de qualquer coisa; se estiver você num bate-papo e surgir alguma brincadeira de mau gosto a qual seja discriminatória, não participe. Ao mesmo tempo, mostre que não gostou e que não compactua com aquela brincadeira grosseira ou piada fora da realidade. Participar de tal gozação, mesmo não sendo quem começou, só torna você mais um dos que assinam em baixo a “carta da ignorância”. E, “ignorante” você não é, tanto que se demonstra interessado(a) nesse assunto e está aqui, lendo este texto.

    12 – Na faculdade ou no trabalho, meu amigo gay começou a se vestir de mulher, e agora?
    Alguns homossexuais podem ter inclinação para o que chamamos de transgêneros. Transgêneros são transexuais, travestis ou similares que fazem uma mudança de gênero. E muitas vezes, nada tem a ver com a homossexualidade. Por exemplo, eu sou homem, gay, e gosto de me relacionar com outro homem. Não me sinto mulher e nem gostaria de ser mulher. Mas existem algumas pessoas que, neste exemplo, nasceram homens porém se “sentem” mulheres. E ai, a luta interna deles é tornar seu corpo igual a sua mente. Isto é, se vestindo como se sentem, neste caso, como MULHERES. Então, eles passam a ser TRANSEXUAIS. Não são homossexuais que se vestem de mulheres. São realmente mulheres tentando adequar seu corpo masculino para o corpo feminino. A meta de alguns, neste caso, é fazer aquela cirurgia de adequação sexual (transformar o pênis em vagina, definitivamente). O caso das travestis é parecido, porém, elas não se sentem totalmente mulheres (inclusive, usam o pênis na relação sexual, já as transexuais, usam mas não gostam). Se você tem um amigo assim, que “inverteu” visualmente o sexo, trate-a como ela aparentemente se mostra. Como uma mulher. Na dúvida, já que você é amigo ou amiga, chame-a próximo e pergunte como gostaria de ser chamada, com nome masculino ou feminino. Muitas, dirão que preferem o nome feminino, e como elas se sentem mulheres, utilizam banheiro feminino e tudo o que se relacione a este universo. Para compreendê-las melhor, imagine que ela tenha nascido mulher, porém, no corpo de um homem. E a grande luta dela é para que esse corpo “errado” que tenha nascido, seja refeito e adequado a sua mente.

    13 – Gostei destas explicações, porém gostaria de aprender mais sobre este universo. Por curiosidade!
    Existem muitos portais na Internet com artigos e informações sobre a homossexualidade, transexualidade e todas as vertentes da sexualidade humana. Evite, sempre, sites religiosos e prefira os científicos. Como disse acima, a religião condena com base em suas doutrinas. A ciência entende que é apenas uma forma de comportamento e, de forma séria, explica detalhadamente o que ocorre com as sexualidades apresentando diversos estudos científicos com bases na psicologia, história, antropologia e diversos outros estudos. Caso queira se aventurar em livros, para estudos mais sérios, recomendo o livro “Devassos no Paraíso” que fala sobre a história da homossexualidade no Brasil e também o livro “Seis Balas num Buraco Só”, que vai a fundo na origem do preconceito e da sociedade machista. Ambos do escritor João Silvério Trevisan. Se você não tem muito tempo mas gostaria de ler um livro que resumisse muito bem alguns temas e assuntos, sugiro a leitura do meu livro, bastante didático e simples chamado O ARMÁRIO (www.oarmario.com) . O importante é que você busque informações e tente aprender de tudo um pouco. Afinal, conhecimento nunca é demais. E o maior problema da homossexualidade é, sem sombra de dúvidas, informações corretas sobre o assunto. Tudo o que vemos na TV ou na sociedade é, ainda, visto de forma errado e negativo. Com informação correta, podemos resolver este caso.

    Fabrício Viana

    Fabrício Viana é bacharel em Psicologia, gay assumido e autor do livro que fala sobre a homossexualidade (erroneamente citado na mídia de homossexualismo) chamado  ”O Armário – Vida e Pensamento do Desejo Proibido” – Site do livro: www.oarmario.com


    5 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , ,

  • 24out

    Sofrimento, esta é a palavra que define quem tenta deixar o homossexualismo e não consegue. Mas, deixar de ser homossexual é possível? Estas perguntas são frequentemente feitas por aqueles que tem tais desejos homossexuais e, por terem raiva e desprezo pelo que sentem, tentam a todo custo eliminá-los de suas vidas.

    Fabrício Viana

    Fabrício Viana

    O problema é que um desejo não é eliminado. Ele pode ser reprimido ou negado. Mas não eliminado. E pior, um desejo reprimido ou negado, com o tempo, ganha força e fica mais forte. Para ajudar aqueles que tentam deixar de ser homossexuais, eu costumo dar um exemplo claro voltado aos heterossexuais:

    Um homem que sente uma absurda atração por mulheres conseguirá deixar de ser heterossexual? Isto é, o que ele pode fazer quando sentir um tesão absurdo por elas? A resposta é simples: ele não pode fazer nada. Apenas negar este tesão. Dizer a si mesmo, não, eu não posso fazer sexo com uma mulher. E ai, ele pode tomar um banho gelado, tentar fazer outras coisas para esquecer aquilo mas, uma hora ou outra, aquele desejo voltará (mais forte) e ele terá o mesmo problema.

    Com a homossexualidade é a mesma coisa. Não adianta ir para a Igreja, orar, pedir o perdão de Deus, se casar com uma mulher, ter filhos, se converter, fugir, se drogar ou combater a homossexualidade (dos outros e de si mesmo). O jeito mais saudável é enfrentar o preconceito, entender a origem da homossexualidade, o que leva as pessaos a condená-la tanto e, finalmente, aceitar os seus desejos e ser feliz com eles. Sem negá-los ou reprimí-los. Este, alias, é o tema principal do meu livro O Armário ( www.oarmario.com ), vendido apenas pela Internet. Escrevi ele justamente para ajudar estas pessoas que querem deixar a homossexualidade ou a vida homossexual a entenderem estes sentimentos e o quanto de sofrimento existe quando os mesmos são negados.

    A pessoas precisam entender que a homossexualidade não é doença, não é pecado e que, doente, hoje, considerado pela ciência, é justamente aquela pessoa que não aceita seus desejos sexuais, sejam eles heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Uma pessoa que sofre, que reprime, que não se aceita, é sim, considerado uma pessoa com uma disfunção de personalidade e que, segundo o CID 10, precisa de ajuda. Mais uma vez, recomendo meu livro para estas pessoas se aceitarem e “sairem do armário”.

    F66.1 Orientação sexual egodistônica: Não existe dúvida quanto a identidade ou a preferência sexual (heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade ou pré-púbere) mas o sujeito desejaria que isto ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de comportamento associados a esta identidade ou a esta preferência e pode buscar tratamento para alterá-la.

    Portanto, se você procura ajuda ou tenta deixar de ter os desejos homossexuais, esqueça. Você pode até tentar, reprimir ou negar, mas, é muito provavel que passará a sua vinda inteira, casado com alguém do sexo oposto, representando um papel social que irá agradar a tudo e a todos. Mas não a você. E a escolha, com certeza, em sofrer ou não, é sua. Inteiramente sua.


    40 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , ,

  • 20out

    Este artigo foi escrito para aqueles que, confusos, sofrem com o homossexualismo e buscam um conforto sobre como lidar com seus desejos homossexuais. Todos, sem exceção, precisam entender que a sexualidade humana é uma só e os desejos homossexuais são apenas uma vertente sadia da sexualidade humana. Leia, agora, este polêmico, mas educativo, artigo:

    ———————————

    O que diz a Bíblia sobre o Homossexualismo?

    O que diz a Bíblia sobre o Homossexualismo?

    Respeito religiões e religiosos, desde que estes não interfiram na vida alheia, impondo seus costumes e crenças de forma errada, com profundo fanatismo e violência contra o próximo.

    E isso frequentemente acontece quando o assunto é “Religião e homossexualidade“. Sempre tem alguém que ergue uma Bíblia e cita passagens que condenam o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, como se aquele livro, escrito por homens e modificado por vários povos através dos séculos, fosse o livro mais importante do universo.

    Este artigo pretende ensinar as pessoas como se defender das acusações deste “livro sagrado”, pois, se tudo na Bíblia é o correto, nós devemos dizer a estes fanáticos que eles devem apedrejar os adúlteros, escravizar suas filhas, defender a escravidão humana, matar todos que trabalham de sábado e ainda expulsar de suas igrejas os deficientes físicos. Sim, tudo isso “está escrito” no livro sagrado.

    Uma das passagens mais enfatizadas por eles sobre a homossexualidade está em Levítico 18:22: “Não se deite com um homem, como se fosse mulher. Isso é uma abominação” e em Genêsis 19:1-25, onde se narra a destruição de Sodoma e Gomorra por Deus devido a prática do sexo entre os homens.

    Já que estas “Leis de Deus” estão corretas e a homossexualidade é injustamente condenada, devemos então enfatizar também outras leis que existem neste “livro sagrado” e que deveriam vigorar em nosso dia-dia.

    Em Êxodo 21,7-8 por exemplo, são dadas orientações sobre a maneira de vender a própria filha como escravo. Em Levítico 25,44, explica-se que os escravos devem ser comprados nas nações vizinhas. No mesmo Levítico 15,19-24, diz-se que a menstruação feminina é uma imundice e tudo o que a mulher tocar neste período fica imundo, inclusive seu marido. No Êxodo 15,2, diz-se que o sábado é para descansar e quem trabalhar neste dia DEVE SER MORTO – imaginem a quantidade de gente, inclusive amigos do dia-dia, que trabalham de sábado e que segundo a bíblia deveriam morrer por isso.

    E ainda tem mais. Em Levítico 21,20, ninguém pode se aproximar do altar de Deus se tiver alguma doença ou defeito, se for cego, coxo, corcunda ou anão. A lista de atrocidades e leis ultrapassadas não é pequena. A Bíblia e a Igreja em si, graças a democracia da informação, está perdendo sua força com assuntos ultrapassados como este.

    Recentemente, a condenação do Papa aos países com tolerância a homossexualidade, é só uma das ações “apelativas” da Igreja que está caindo em ruínas e muitas vezes indo contra a sua própria homossexualidade (é fato comum a existência, cada vez maior, de praticas homossexuais entre seus fiéis servidores).

    Então, quando alguém impor a Bíblia contra a homossexualidade, enfatize também estas outras leis. Diga que devem matar todos que trabalham de sábado, expulsar da igreja qualquer deficiente físico, ter sua esposa como um lixo no período fértil e também que devem escravizar e vender suas filhas. Nada mais justo. Para aqueles que se acham justos.

    Como disse acima, respeito tudo e todos. Cada um pode ter e seguir sua religião – seja qual for – sem problema algum. Desde que respeite o próximo. Ainda mais homossexuais. Só na parada de SP foram mais de 2 milhões na avenida paulista em 2006. Nós existimos, não somos doentes, nem aberrações e muito menos condenados por Deus. Apenas temos uma orientação sexual diferente dos demais. Nós amamos, criamos família e contribuímos para uma sociedade melhor. Ignorância e hipocrisia religiosa têm limite.

    Vamos ficar atentos e se defender de tais atrocidades.

    Fabrício Viana

    Fabrício Viana é bacharel em Psicologia, gay assumido e autor do livro que fala sobre a homossexualidade (erroneamente citado na mídia de homossexualismo) chamado  ”O Armário – Vida e Pensamento do Desejo Proibido” – Site do livro: www.oarmario.com


    9 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , ,

  • 13out
    Diversidade GLS, Mitos da Homossexualidade, Pensamentos, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Que absurdo! Toda a imprensa esta de olho na vida pessoal de Gilberto Kassab! Ele é gay? Homossexual? Prepare-se para uma grande e aterrorizante resposta: sim, ele é um SER HUMANO!!

    Fabrício Viana

    Fabrício Viana

    Achou a resposta um pouco desapropriada? Então entenda uma coisa que eu vivo falando em sites, jornais, revistas e programas de TV que participo: Existe uma busca absurda (e até neurótica) pela homossexualidade do outro (ou a homossexualidade oculta de si mesmo projetadas no outro!!).

    Sim, duvidar da sexualidade de alguém, principalmente de homens, saber que ele não desempenha mais suas qualidades masculinas e esta mais próximo das femininas (dinâmica machista citada no meu livro O Armário – www.oarmario.com), principalmente em época de eleições (lembre-se que política é um jogo de poder) é algo deprimente! E isso não acontece apenas com nosso Gilberto Kassab. Isso acontece com todos e a todo o momento, seja na escola, trabalho, faculdade, vizinhança, etc. As pessoas estão constantemente preocupadas mais com a sexualidade alheia do que com a própria.

    Navegando em alguns sites li que “Se Gilberto Kassab for gay, ótimo, ele será um excelente prefeito!“. Embora a visão positiva da homossexualidade me conforte nesta frase, não é sendo gay ou não sendo gay que ele foi ou será um bom prefeito. Gays e heterossexuais existem de tudo quanto é tipo e gosto. Bons e ruins. Calmos e agressivos. Não é a orientação sexual que irá definir isso. Nem dele e nem de ninguém.

    Pior é que tudo isso começou depois que Gilberto Kassab recusou assinar um abaixo assinado contra o projeto de lei que criminaliza a homofobia em um encontro religioso. Com a força de alguns religiosos ignorantes (não devemos condenar todos os religiosos, claro!) mais a propaganda política de Marta questionando a vida pessoal do prefeito, tudo leva a busca de sua suposta homossexualidade.

    E quem paga o pato, novamente, somos nós, homossexuais que mais uma vez somos sinônimos de algo ruim, negativo, segundo plano, lixo. Se Gilberto Kassab é gay, isso só diz respeito a ele. Se Gilberto Kassab é hetero, isso só diz respeito a ele. Se Gilberto Kassab é bissexual, isso só diz respeito a ele. Se Gilberto Kassab não gosta de sexo, isso só diz respeito a ele.

    Vamos parar com essa conversa fiada. Vamos parar de cuidar da vida (e da sexualidade) dos outros. Vamos cuidar mais da nossa própria sexualidade. Vamos olhar para nós mesmos e pensar: eu transei bem gostoso com o meu amor nesta semana? Consegui um orgasmo ótimo que relaxou todo o meu corpo? Dando um curto circuito energético que me fez aliviar de todas as tensões e stress do dia-dia? Como Eu ando na cama? Ando realizando todas as minhas fantasias? Tenho desejos reprimidos? Até mesmo homossexuais?

    Galera, vamos acordar e especular menos da vida alheia. E mais, tanto Marta quanto Kassab fizeram reuniões com o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) e deram seu apoio as causas homossexuais. Fora isso, não tem mais nada a sondar, pesquisar ou deturpar. O que a sociedade precisa é de menos polêmica e mais informação (principalmente sobre a homossexualidade!!!)


    9 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , ,

  • 07out
    Livros GLS, Mitos da Homossexualidade, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O autor cita trechos de livros, reportagens, estudos e discursos de pessoas conhecidas como a sexóloga Marta Suplicy e o psicólogo/militante Fabrício Viana (O Armário) para endossar sua teoria que é possível o homossexual deixar de sentir desejo por outros homens. Por Pedro Marra (em recente matéria do ParouTudo)

    Nunca falei, em lugar algum, que um homossexual pode deixar de ter desejos homossexuais. Muito pelo contrário, ele pode e deve ser feliz do jeito que ele é. Todo meu trabalho, site, artigos, livros, falas, palestras, tudo gira em cima disso. Não sei qual a deturpação que o autor faz em meu nome. Autor de um livro que eu me recuso a comentar aqui (e dar publicidade a ele). Hoje me mandaram email, perguntando se eu realmente acredito na mudança a orientação sexual. A mudança da orientação sexual existe sim, mas se partir da própria pessoa, vim de dentro e não sendo influenciada por terceiros, doutrinas, religiões, psicanálise, etc. Se eu tenho desejos homossexuais, não conseguirei deixá-los de lado (um desejo reprimido fica mais forte ainda!!). Assim como um heterossexual não consegue deixar seu desejo heterossexual de lado.

    Para ajudar, segue trechos da página 124-125 do meu livro O Armário 

    Bagunça de informações

    E muitos querem, graças a preocupação quase obsessiva que possuem em saber qual é a origem da (sua?) homossexualidade. Pois até hoje ninguém conseguiu dar uma palavra final sobre o assunto. Existem especulações e muitas teorias biológicas e psicológicas. Cromossomos, identificação com a mãe, complexo de Édipo ou Electra e assim por diante. Mas nada concreto. Porque simplesmente não existe. O que existe é uma série de fatores que faz com que os desejos sejam orientados (por isso se diz “orientação sexual” e não “opção sexual) a um objeto externo. 

    Quem perde com o desencontro de informações corretas e fidedignas é a sociedade e, principalmente, nós homossexuais. É notório que muitos não sabem a diferença – e que são gritantes – de uma travesti, uma transexual ou um homossexual. É “tudo a mesma coisa”. E não é! 

    Outro dia, para termos idéia da gravidade de tudo isso, eu estava lendo um texto em um website religioso que dizia que a origem da homossexualidade se dava por meio de abuso sexual do homossexual quando mais novo. E que, graças a isso, ele cresceria homossexual, se relacionaria apenas com crianças e sentiria uma necessidade compulsiva de ter relacionamentos com animais.

    Quando eu leio artigos desse tipo (e existem muitos), a primeira coisa que imagino é na quantidade de pessoas que terão contato com ele e que tomarão aquilo como verdade absoluta. E isso não só está errado como é uma afronta à minha própria identidade, enquanto homossexual. Eu nunca fui abusado sexualmente, não tenho desejos por crianças e muito menos por animais. Como alguém pode escrever aquilo? Com base em quê? Quais os estudos que dizem ou provam o que ele diz? Nenhum. Mas esta lá, publicado para quem quiser ter acesso.

    Resumidamente, as possibilidades que movem esta orientação são tão grandes que se eu quisesse poderia pegar um heterossexual, analisar sua infância, seus complexos, desejos e fixações e detalhar, com base em algumas observações, como ele se tornou heterossexual. Mas o que irei encontrar são fragmentos de algo muito mais complexo do que aqueles que estarei narrando. Afinal, é assim que um desejo sexual é criado. E por isso ele também é maleável. Podendo ter meu desejo sexual orientado hoje por alguém do mesmo sexo e futuramente pelo sexo oposto. Ou o contrário, hoje ser heterossexual e amanhã homossexual. Ou ainda os dois, pois na sexualidade humana tudo é possível. Nela estas classificações e “regras” – criadas por nós – não existem.

    Alias, esse é um dos problemas da homossexualidade, nossa busca constante por uma classificação, origem ou outras especulações. Coisa que não existe na heterossexualidade. Alguém já viu uma monografia científica ou uma teoria de como alguém torna-se heterossexual? Não existe. E a sexualidade não é fechada em si mesmo.

    Além do mais, o autor cita em seu blog que quem quiser deixar de ser homossexual deve procurar o grupo Exodus Brasil e outro grupo religioso que prega a “cura da homossexualidade”. Concordo que cada um é cada um e tem a liberdade de acreditar e tentar mudar o que quiser em si mesmo, mas, definitivamente, em anos de estudos e militância posso dizer que tudo isso é uma grande furada. Um desejo homossexual não pode ser elimidado, pode ser reprimido e esquecido (geralmente por pouco tempo), mas não eliminado! Então, o jeito mesmo é cada um ser feliz do jeito que é. Assumir (para si e depois para os outros) seus desejos homossexuais. Sair do Armário. Quem me conhece sabe, mais do que nunca, que este sempre foi e será meu discurso. Até em videos e entrevistas que já dei na TV.


    2 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , ,

  • 27set
    Mitos da Homossexualidade - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Se você está confuso quanto aos seus desejos homossexuais, esta deprimido, se sente sozinho, sem rumo, não sabe o que fazer ou a quem procurar, minha sugestão: leia sobre o tema, procure entender os mecanismos psíquicos de quem já “saiu do armário” e evite grupos, livros ou profissionais que promovam a “cura da homossexualidade“, seja por terapia de vidas passadas ou qualquer outro tipo.

    A cura da homossexualidade

    A cura da homossexualidade

    A verdade é que, só se pode “curar” doenças e a homossexualidade não é uma doença. Já foi, sim, no passado, quando a ciência e a religião andavam praticamente juntas e assim, ela foi taxada como uma perversão sexual.

    Hoje em dia ela não é e, embora exista um caminho difícil para sua plena aceitação e liberdade de viver os desejos homossexuais, é o caminho mais digno que um ser humano pode escolher e ter em sua vida.

    Claro que as decisões são de cada um. Mesmo porque a orientação sexual é mutável. Hoje posso ter atração por pessoas do mesmo sexo e amanha não. Ou posso no início da minha vida ter pelo sexo oposto e já adulto pelo mesmo sexo. Ou ainda passar a vida inteira apenas com uma orientação sexual (pelo mesmo sexo, sexo oposto ou pelos dois sexos). Enfim, não existem regras para o desejo sexual e é isso que precisa ser respeitado. Não se engane lendo livros ou participando de grupos que tentem te tornar “heterossexual” ou mesmo “homossexual”. Comportamentos podem sim ser aprendidos, desejos sexuais não!!! Não passe sua vida inteira se enganando. Procure conhecer a si mesmo e a homossexualidade, além do machismo, religião e tudo o que a assombra injustamente.

    Em outras palavras, dá para ser gay, assumido e feliz. Dá para ser lésbica, assumida e feliz. Você só precisa de orientação certa. Literatura correta (como por exemplo Devassos no Paraíso, Seis Balas Num Buraco Só, O Armário – meu livro, e tantos outros).

    Boa sorte. A caminhada é longa mas vale a persistência. No final, lembre-se, quem decide é você.


    3 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , ,

  • 25set
    Mitos da Homossexualidade - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Entre as várias coisas absurdas que se escuta por ai, pricipalmente reproduzidas por acadêmicos das mais variadas disciplinas quando estudam a homossexualidade, é que ela é gerada por que o homossexual masculino não teve um pai presente durante toda a sua vida. Isto é, ele não teve um “modelo masculino” para se espelhar e por isso gerou uma identidade masculina fragilizada (quando na verdade o próprio masculino é fragilizado – quem puder leia mais no livro Seis Balas Num Buraco Só, a Crise do Masculino do amigo e escritor João Silvério Trevisan).

    Mito do Pai Ausente na Homossexualidade

    Mito do Pai Ausente na Homossexualidade

    Mas, continuando, essa idéia é embasada também em psicanalistas (antigos, ortodoxos e preconceituosos) que, sem saber exatamente o que estavam estudando, “davam tiro para tudo quanto é lado” para explicar as “origens” da homossexualidade..

    E rebater isso é muito fácil. Eu, por exemplo, conheço inúmeros heterossexuais convictos (aqueles que jamais ficariam com um homem, nem para experimentar) e que tiveram um pai ausente durante toda a sua vida e nem por isso se tornaram homossexuais ou tem desejos homossexuais.

    Passou da hora da população entender, até mesmo a comunidade científica, que nem todo estudo ou área do conhecimento é correto ou fidedigno frente a realidade do dia-dia. Lembrem-se que, no passado, a masturbação era considerada a causa principal da eplepsia e que livros médicos (escritos para outros médicos) enfatizavam isso.

    Portanto minha gente, muito do que se fala da homossexualidade por ai, na maioria das vezes é, realmente, de forma deturpada, esteriotipada e preconceituosa. Até mesmo em estudos. Precisamos sempre ficar de olho, em tudo e em todos.


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , ,

   

Comentários Recentes

  • Naquela época as pessoas precisavam de leis para obedecer e...
  • Sou amigo de uma doutora Ana Maria Rodrigues Ribeiro, ex-pro...
  • achei tudo muito interessante,e notei que a maioria não tem...
  • Acho que opção sexual é um gosto que não se discute. É como...
  • Hoje fiquei revoltada ao entrar na enquete do terra e ver Ma...