Homossexualidade

  • 02mar

    A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), com intuito de defender e combater a discriminação e os preconceitos enfrentados por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, fechou parceria inédita com o escritório Lessi e Advogados Associados. O acordo visa atender mensalmente de forma gratuita os associados da APOGLBT e demais pessoas que procuram pelos serviços da entidade. A iniciativa partiu do presidente do escritório, Dr. Pedro Lessi, que representa vários casos de discriminação por orientação sexual.

    O Dr. Lessi explica que a “parceria representa para a sociedade que o respeito à orientação sexual é um direito fundamental e uma garantia individual do ser humano”. A partir de agora, desde questões contratuais menores, como desrespeito ao uso da logomarca da APOGLBT, até questões de repercussão nacional, como ofensas públicas à população LGBT, poderão ser objeto de representação jurídica.

    Para o presidente da APOGLBT, Alexandre Santos, o Xande, “esta parceria abre a possibilidade dos LGBT terem acesso à Justiça, pois o escritório vai atender a todas as ações que a Associação precisa a favor dessa comunidade”, e ressalta a importância do público LGBT poder reagir às ofensas diárias de apresentadores de TV, programas humorísticos de mau gosto ou religiosos que abrem campanhas de ataques ou ridicularizam nos meios de comunicação.

    Já o tesoureiro da entidade, Manoel Zanini, reflete que por falta de ação nessa área o movimento LGBT e a Associação perdem oportunidades jurídicas importantes. “Com essa parceria os militantes e parceiros saberão que terão segurança para enfrentar qualquer espécie de discriminação perante a sociedade e os órgãos públicos”, conclui.

    Dr. Lessi avalia ainda que a iniciativa é muito mais que uma parceria é criar jurisprudência (um conjunto das decisões legais) no segmento LGBT. “Hoje a população LGBT tem bastante visibilidade, mas poucas conquistas efetivas de direitos. Essa é uma oportunidade de mudar a história”, conclui o advogado.

    Para mais informações sobre como obter assistência ou orientação jurídica em casos de homofobia ou negligência aos direitos constitucionais e civis, contate a APOGLBT pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br ou pelo telefone (11) 3362-8266.

    Informações para a imprensa:

    Assessoria de Imprensa APOGLBT
    Cezar Xavier: (11) 9963-1528 | assessoria.imprensa@paradasp.org.br
    Leandro Rodrigues: (11) 9790-8538 | leandrorodrigues@paradasp.org.br

    Assessoria de Imprensa Lessi Advogados
    Fones: (11) 3259-5333 / 3129-7254
    Gisele Rosa (11) 8121-5265 | jornalismo.gisele@hotmail.com / gisele.rosa@lessi.adv.br
    Ricardo Cazarino (11) 9350-3333 | ricardo.cazarino@lessi.adv.br
    Débora da Matta (11) 8246-3595 | debora.damata@lessi.adv.br
    Letícia Lessi (11) 9140-7050 | lessi.ledrummond@lessi.adv.br


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  • 20fev

    apoglbtNo mês de fevereiro, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) completa 11 anos de existência. A entidade, que inicialmente foi criada para organizar a maior manifestação de cunho sócio-politico-cultural da história do Brasil, atualmente acumula projetos e serviços gratuitos prestados à comunidade a fim de reduzir a vulnerabilidade da população LGBT em relação à discriminação, à violência homofóbica, às DST/Aids, à negação de direitos constitucionais e afetivos e à falta de informação. Por se tratar de uma organização não-governamental sem fins lucrativos, a APOGLBT necessita da cooperação do governo, de empresas privadas e da sociedade civil para prosseguir com seus trabalhos.

    Num gesto simbólico, o coordenador geral do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, Manoel Zanini, presenteou a Associação em seu aniversário com uma doação de R$ 378,04 (trezentos e setenta e oito reais e quatro centavos) em moedas acumuladas durante um ano. “Juntando pequenos valores dia-a-dia, pode significar, por exemplo, cinco ou seis banners de campanha a mais na Avenida Paulista, durante a Parada” diz Zanini, que com o ato pretende incentivar a participação da comunidade nos projetos da APOGLBT.

    A Associação não possui nenhuma forma de arrecadação de verba que não seja através de doação, pois todas as atividades e serviços que presta são gratuitos. Além de quantias em espécie, qualquer pessoa pode doar materiais para escritórios, móveis e aparelhos eletrônicos usados, livros e DVDs. Outra forma de colaborar com o trabalho da APOGLBT é tornado-se voluntario para a organização do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

    A serviço da população LGBT

    O Mês do Orgulho LGBT de São Paulo é um símbolo de como o trabalho da APOGLBT vem se multiplicado. O conjunto anual de atividades, que tem como ápice a Parada do Orgulho LGBT, reúne atualmente um vasto ciclo de debates, o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, a Feira Cultural LGBT e o Gay Day no Playcenter, além ampliar a discussão acerca da diversidade sexual, movimentar toda a cidade de São Paulo para a auto-estima dos cidadãos LGBT e incentivar ações semelhantes pelos rincões do país.

    Durante o ano, a APOGLBT mantém-se como voz ativa da comunidade LGBT, intermediando suas demandas junto às administrações públicas, participando de congressos e fóruns sobre direitos humanos, apoiando e participando de outras manifestações sociais e realizando campanhas de prevenção às DST/Aids. Em sua sede, acolhe vítimas de violência, presta atendimento jurídico e psicológico, mantém grupos de discussão temáticos que servem como rede de apoio entre os participantes e assessora casais homoafetivos no processo de registro de uniões estáveis.

    Ao longo de sua trajetória, a Associação constitui-se como uma das mais importantes representações do movimento LGBT no país, sendo reconhecida internacionalmente por seu trabalho. Em 2009, foi duplamente homenageada pela Presidência da República – através da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e pelo Ministério da Cultura – como a entidade que mais defendeu os direitos humanos e pelas ações realizadas durante o Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

    Para doar qualquer quantia, basta fazê-lo diretamente na sede da APOGLBT, localizada na Praça da República, nº 386, cj. 22, ou através de depósito bancário no banco Bradesco, Agência 3057, C/C 63330-5. Para mais informações sobre como realizar outros tipos de doações ou se voluntariar na APOGLBT, entre em contato através do telefone (11) 3362-8266, pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br, ou acesse www.paradasp.org.br.


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  • 19dez

    Foi assinado nessa quarta-feira, 16, convênio entre o Governo do Estado de São Paulo e o Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados para a criação da Escola Jovem LGBT, a primeira do gênero no país. O objetivo da escola é valorizar e difundir a Cultura LGBT, em cursos que serão abertos a jovens hetero, homo e bissexuais já a partir de 2010.

    “A escola é um Ponto de Cultura. O fato de os cursos serem abertos a todos e não só a jovens gays é parte da nossa estratégia de combate à homofobia,” explica Deco Ribeiro, apontado diretor da Escola Jovem LGBT. “Preconceito é ignorância. Para vencer isso, precisamos levar nossa arte, nossa expressão e nosso discurso a quem não nos conhece. Se a valorização da cultura negra é estratégia do movimento negro, assim como de vários povos e regiões, por que não valorizar a cultura LGBT?”

    Na sede da escola, em Campinas, meninos e meninas da própria cidade e das regiões de Sorocaba, Grande São Paulo e da Baixada Santista terão aulas de criação de zines, criação de revistas, criação literária, dança, música, TV, cinema, teatro e performance drag, sempre com foco no jeito de ser e agir das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. O material produzido ao longo dos cursos, como CDs e DVDs, livros e revistas, peças de teatro e espetáculos de drag queens, circularão pelo estado e serão assistidos e distribuídos gratuitamente. Os jovens poderão concorrer ainda a bolsas de estudo.

    “Pra quem está se descobrindo agora, é importante conhecer suas raízes,” afirma Chesller Moreira, presidente do Grupo E-jovem. “E mais importante ainda saber que é possível ser feliz sendo exatamente quem você é. O jovem ouve tanto por aí que ser gay é errado que ele fica sem referências positivas. Aqui ele vai poder descobrir que ser gay é legal, que ser travesti é legal, e que ele tem muito a oferecer à sociedade.”

    Todo o projeto é financiado por um convênio firmado entre o Governo do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura, que tem por objetivo apoiar entidades que desenvolvem relevante papel na comunidade nas áreas de fomento, difusão, produção e formação cultural. O GRUPO E-JOVEM foi selecionado por meio de concurso público e foi a única entidade LGBT contemplada em SP.

    As matrículas e inscrições para bolsas de estudo já estão abertas e as aulas devem começar em março de 2010. Os interessados devem escrever para escola@e-jovem.com ou ligar para os telefones (19) 3307-3764 / 9341-3764.

    INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
    Deco Ribeiro, Diretor – (19) 9136-1950
    Flávia Faiola, Secretaria de Cultura de SP – (11) 2627-8166


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  • 02ago
    Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Desde o início da epidemia de HIV, o cinema pornô gay, ao contrário do heterossexual – que permanece refratário até hoje -, logo adotou a camisinha como padrão em suas cenas. Os filmes anteriores a isso ficaram conhecidos como ‘pre-condom’ (pré-camisinha).

    Bareback e o Cinema Porno GayOs maiores estúdios e principais produtores , como Titan, Falcon, ChiChi LaRue, BelAmi, Colt e Lucas Entertainment, que constituem o que chamamos de “indústria mainstream” mantêm a estratégia do sexo seguro até hoje. O mesmo é seguido pelas produtoras nacionais.

    No entanto, de uns anos para cá, produções com características mais amadoras, geralmente gravadas no Leste Europeu e distribuídas sobretudo pela internet, trouxeram uma nova onda ao cinema pornô gay: são os filmes bareback, que, a exemplo das produções mainstream heterossexuais, não usam camisinha.

    Inicialmente marginais, esses filmes têm crescido em número e conquistado um público cada vez maior, a ponto de fazer frente aos maiores estúdios – e, dizem os especialistas, de dominar o mercado nos próximos anos!

    E agora?
    A maior vulnerabilidade dos gays ao HIV é conhecida.
    - Seriam esses filmes uma resposta a uma demanda de público, que se queixa(va) de não ter produções mostrando sexo sem camisinha, como os heterossexuais sempre tiveram?
    - Será que eles estimulam o comportamento de risco na vida real?
    - É uma estratégia comercial ou uma irresponsabilidade social?
    - Por que causam mais polêmica que os filmes héteros, indústria em que praticamente todos os filmes são bareback?

    Venha discutir com a gente esses e outros tópicos, com direito a comes e bebes, fotos e análises de atores pornôs característicos de cada período (anos 70 até os dias de hoje) e… Trechos de filmes!

    Contamos com sua presença!

    Quando?
    06/08/2009, às 19h

    Onde?
    Praça da República, 386 – Sala 22 – Centro
    01045-000 – São Paulo, SP
    Tel.: (11) 3362-8266

    Quem?
    Homens gays, bis, trans, múlti, pans, uni… Mulheres, travestis, héteros… Todos são bem-vindos!
    O convidado especial é João Marinho, editor da revista Sex Boys, com 5 anos de experiência no mercado erótico nacional, e apreciador inveterado de filmes pornôs.

    Sobre o Entre Homens
    Gerenciado por Murilo Sarno, o Espaço Entre Homens é uma iniciativa da Associação da Parada do Orgulho GLBT que visa a refletir com o público gay, numa roda de conversa livre e espontânea, temas relacionados ao universo gay masculino. Todos são convidados a participar, e a entrada é franca.


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  • 25jun
    Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Dia 28 de Junho o MEL – Movimento em Defesa da Livre Orientação Sexual irá realizar na Cidade de Guarulhos a 4ª Edição da Parada Gay.

    Com o tema ‘Derrubando Muros, Construindo Pontes…, Quem Valoriza a Vida, Criminaliza a HOMOFOBIA’, o evento contará com Trios Eletricos, Gogo Boys, Travestis, Drag Queen’s e mais artistas conhecidos do grande publico, todos unidos pela garantia de direitos.

    A Parada Gay Guarulhos terá concentração às 14h em frente ao Poupa tempo da Avenida Tancredo Neves.

    Parada Gay Guarulhos

    Parada Gay Guarulhos

    Neste ano, a Parada guarulhense pretende dar destaque à luta pela aprovação do PL Minicipal 208/09, que institui o dia minicipal de combate à homofobia e também pela regulamentação da Lei Municiapal 5.860/02, que trata da punição de toda e qualquer forma de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

    Mais informações: (11) 2442-9119


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  • 24jun
    Gay - Homossexualidade Masculina, Pensamentos - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    1.Não leve amantes para sua residencia.
    2.Não mantenha relação afetivo-sexual com menores de 18 anos.

    3.Procure frequentar Saunas, Cinemas, Boates que oferecem cabines e dark rooms para relacionamento sexual.
    veado4.Não beba nada oferecido por amantes e estranhos. Não desgrude do seu copo ou lata de bebida.
    5.Prefira morar em apartamentos e fazer amizades com os porteiros e vizinhos de andar.
    6.Se você mora sozinho, declare sua orientação sexual para amigos, vizinhos e seguranças do prédio
    7.Em caso de solidão saia de casa.Não dê carona para estranhos.Vá a uma boate, cine, bar, divirta-se.
    8.Homossexualidade não é doença. Mas o medo de se relacionar com outros Gays é um problema que pode ser resolvido com psicológos.
    9.Se sair com um Trabalhador do sexo, não esconda que é gay, isso evita chantagem, e nem fale de sua vida profissional e economica. Guarde os objetos de maior valor em local seguro ( celulares, relogio, som automotivo, colares, pulseiras, roupas, tenis e oculus de grife). Não saia com cartões de crédito ou cheques , leve o dinheiro contado e trocado.Cuidado com a chave de casa e do carro.Ande sempre com o tanque de combustível perto da reserva.
    10.Qualquer violencia procure a delegacia de polícia. Caso não se sinta satisfeito com o andamento do inquérito denuncie no Ministério Público.


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  • 10jun

    Amanhã, 11 de junho (feriado de Corpus Christi), das 10h às 22h, ocorre a 9ª Feira Cultural LGBT, no Vale do Anhangabaú. A atividade, que tradicionalmente antecede a Parada do Orgulho LGBT, tem o intuito de reunir de forma eclética as mais diversas manifestações culturais e apresenta muitas novidades para este ano, como o “1º FLASH – Festival da Diversidade na Música” e o “Palco Pocket”.

    Depois de ter passado pela Praça da República, em 2008, onde recebeu aproximadamente 200 mil pessoas, a Feira Cultural LGBT retorna ao Vale do Anhangabaú. No comando de Daniel Peixoto, vocalista da banda Montage, pela primeira vez a atividade conta com dois palcos para apresentações artísticas. Das 12h às 19h, acontece o “1º FLASH – Festival da Diversidade na Música”. O festival reúne nove bandas e artistas – entre elas Tetine, Madame Mim, Stop Play Moon (SPMoon), Multiplex e Database – e  traz ao público novidades de diferentes universos musicais ou bandas já de destaque no underground nacional e internacional.

    Também pela primeira vez na Feira acontece o “Palco Pocket”, que sob o comando da drag queen Sissi Girl será um espaço livre para manifestações artísticas. A partir das 16h, qualquer artista pode inscrever sua performance e se apresentar no local.

    O Lounge, criado no ano passado, abriga nesta edição a videoinstalação “Armários”, do bureau audiovisual StudioIntro. Na área externa, embaixo do Viaduto do Chá, haverá exibições de curtas-metragens e documentários com temática LGBT.

    Das 13h às 17h, o Grupo METAXIS, da USP (Universidade de São Paulo), apresenta o projeto “Homofobobia – Teatro do Oprimido Contra a Homofobia”, levando ao público a discussão sobre a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/06, que criminaliza a homofobia em âmbito nacional, através da arte popular e da estética teatral desenvolvida por Augusto Boal, nomeado pela Unesco como o Embaixador Mundial do Teatro e concorrente ao Prêmio Nobel da Paz. A intervenção também é homenagem ao teatrólogo brasileiro, que faleceu em 02 de maio deste ano.

    O DJ Hombre, residente da Feira Cultural LGBT, revezará as pickups com os três DJs selecionados via inscrições online: Anderson Bressane, Pablo Ferna e Rodrigo Martini. A partir das 19h30, Silvetty Montilla apresenta a maratona de drag queens, mostrando a arte das maiores representantes da cultura LGBT.

    Tendas e oficinas

    Além das atrações artísticas, a 9ª Feira Cultural LGBT reúne ainda cerca de 120 tendas de comercialização – artigos de moda, acessórios, design, literatura, música e cinema – e informação, com 40 ONGs de variados segmentos que mostrarão seus trabalhos ao público. Haverá também mais de 20 opções de alimentação, numa praça montada estrategicamente.

    Em parceria com o ONG carica Grupo Arco-Íris e com a CADS (Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual de São Paulo), diversos terminais conectados à Internet estarão disponíveis para participação do público na campanha digital “Não Homofobia!”, pela aprovação do PLC 122/06.

    Oficinas gratuitas ocorrem em 4 tendas específicas, entre 13h e 18h. Serão ao todo 20, sobre sexualidade, saúde e direitos, com destaque para o psicodrama público que acontece às 15h na Tenda IV, em parceria com o Conselho Regional de Psicologia (CRP), e aborda o enfrentamento cotidiano da homofobia.

    A 9ª Feira Cultural LGBT é mais uma atividade do 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, que traz o tema “Sem Homofobia, Mais Cidadania – Pela Isonomia dos Direitos!”. Em suas seis primeiras edições, foi realizada no Largo do Arouche, até que em 2006 atingiu a marca de 100 mil participantes. Em 2007, a Feira ocorreu no Vale do Anhangabaú pela primeira vez. Já 2008, o Vale foi cedido para a realização de um evento evangélico, por isso, a Feira Cultural LGBT aconteceu na Praça da República que, apesar do espaço menor, teve seu sucesso confirmado.

    Para mais informações sobre o 13º Mês do Orgulho LGBT, acesse www.paradasp.org.br.

    9ª Feira Cultural LGBT – Programação:

    Apresentação (palco 1)
    Daniel Peixoto

    Lounge da Feira
    Projeções, videoinstalações e video mapping “Armários”, by StudioIntro
    + Projeções de curtas com temática LGBT, na área externa (embaixo Viaduto do Chá)

    Intervenção “Homofobobia – Teatro do Oprimido Contra a Homofobia”
    Homenagem a Augusto Boal
    entre 13h e 17h, várias esquetes do Grupo METAXIS (USP)

    Palco Pocket (palco 2)
    das 16h30 às 19h, espaço livre para manifestações artísticas LGBT
    com apresentação de Sissi Girl

    Novos DJs Selecionados
    em diferentes horários
    Anderson Bressane, Pablo Ferna e Rodrigo Martini

    Show de Drag Queens (palco 1)
    a partir das 19h30
    com apresentação de Silvetty Montilla

    DJ Residente (palco 1)
    DJ Hombre

    1° FLASH – Festival da Diversidade na Música
    das 12h às 19h
             Palco 1:
    13h – Bandinha Di Dá Dó (clown music)
    15h – Multiplex (electrorock / new rave)
    16h – Madame MIM (eletropop / rock latino)
    17h – Stop Play Moon (synthpop)
    18h – Tetine (punk funk / electropop)
             Palco 2:
    12h30 – Músicas intermináveis para Viagem (trip rock / instrumental)
    13h30 – Reverse Tunes (breakcore / experimental)
    14h30 – Jack&Fancy (rock)
    15h30 – Database (house / electro)

    Oficinas
    Erotismo, Saúde e Direitos LGBT
    Tenda I – Prevenção
    13h e 16h – Sexualidade e Prazer Gay
    14h e 17h – Erotismo e Cuidados de Si para Mulheres que Curtem Mulheres
    Tenda II – Direitos
    13h, 15h e 17h – Não se Cale! Dicas para Garantir seus Direitos
    14h, 16h e 18h – União Homoafetiva
    Tenda III – Questão de Gênero
    13h e 16h – Homens Trans
    14h e 17h – Mulheres Trans
    15h e 18h – Travestis
    Tenda IV – Psicologia e Questões LGBT
    13h – Conversando Sobre os Direitos Sexuais e Reprodutivos: Contribuições da Psicologia
    15h – Psicodrama Público: Enfrentamento Cotidiano da Homofobia


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  • 14mai
    Gay - Homossexualidade Masculina, Vídeos GLS & LGBT - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O Fantasma Masculino – Palestra e debate com João Silvério Trevisan Café Filosófico. Neste Café Filosófico o escritor João Silvério Trevisan fala sobre o enigma do desejo. As grandes mudanças históricas estão levando o masculino a uma crise identitária e o homem se encontra diante de seus fantasmas.

    Joao Silverio Trevisan

    Joao Silverio Trevisan

    Em que termos o masculino poderá conciliar o ódio e a atração que sente por si mesmo? Que mudanças profundas serão necessárias para que o fantasma se torne apenas uma alternativa viável? A violência é uma resposta ao medo? Por que o diferente perturba tanto? Quem o agressor pretende punir, afinal?

    O Café Filosófico vai ao ar na TV Cultura às 23h e é reprisado na madrugada de segunda-feira às 3h40.

    Data: domingo, 17/05/2009
    Hora: 23:00


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  • 02mai
    Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Mercado GLS. Na terça-feira 5 de maio, os empresários do segmento LGBT da cidade de São Paulo realizam nova reunião para debater o estatuto social de uma entidade própria que irá reuni-los. O evento ocorre às 20h no Clube Sogo e também terá como ponto de pauta as formas de participação na 13° Parada do Orgulho LGBT local, que serão apresentadas pelo presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de SP.

    Mercado GLS

    Mercado GLS

    A fundação de uma associação de empresários do segmento LGBT da cidade de São Paulo é uma iniciativa da organização não-governamental Casarão Brasil, que, de acordo com seu presidente, o empresário e jornalista Douglas Drumond, tem como um dos seus principais objetivos apoiar a criação e o fortalecimento de associações de defesa da causa arco-íris. “A organização da comunidade LGBT dentro de toda sua diversidade é algo pelo qual trabalhamos a cada dia. Acreditamos que só com esse protagonismo conseguiremos alcançar nossa cidadania plena. É por isso que o Casarão Brasil dá suporte a propostas nesse sentido”, explica.

    A iniciativa tem apoio da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), órgão da prefeitura local, da empresa de consultoria Txai e do Clube Sogo. A criação da entidade também recebe incentivo vindo de fora do país. A marca australiana de underwear e beachwear Aussiebum, que tem forte identidade com o público gay, faz parte da lista de apoios à futura organização.

    SERVIÇO: A reunião é aberta para a imprensa LGBT, confirmar presença através: contato@casaraobrasil.com.br

    Dúvidas, agendamentos de entrevistas com Douglas Drumond ou mais informações com  Welton Trindade – Assessor de comunicação. Telefone: 11 7460-8154.


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  • 23abr

    Grupo Corsa: Quem ainda não teve a oportunidade de assistir o premiado filme Milk – a voz da igualdade, poderá assistí-lo no sábado (25), na sede do Corsa - Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor, em São Paulo.

    A exibição, marcada para as 19h, faz parte do projeto Cine Arco-Íris, que pretende promover o debate e exibir filmes com temáticas LGBT. “Depois de vermos juntos o filme, haverá um debate sobre o mesmo, pois é fundamental fazer uma reflexão a partir das semelhanças e diferenças entre o movimento norte-americano na Califórnia dos anos 1970 e o atual movimento LGBT brasileiro”, informa Lula Ramires, coordenador geral da entidade.

    Para fazer os primeiros comentários e dar o pontapé inicial à discussão coletiva, foi convidado o ativista Julian Rodrigues, do IEN e do Setorial Nacional LGBT do PT. Ao longo do ano, está prevista a apresentação de outras importantes obras cinematográficas à comunidade.

    Filme

    O longa, dirigido por Gus Van Sant (Gênio Indomável) conta a história de Harvey Milk, o primeiro gay assumido a ser eleito para um cargo público nos Estados Unidos, protagonizado pelo Sean Penn, que recebeu o Oscar de melhor ator por sua interpretação. Além dele, o elenco inclui Emile Hirsch, Josh Brolin, Diego Luna e James Franco. Milk foi também vencedor do Oscar de melhor roteiro original.
    Mais sobre o Corsa

    O Corsa – Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor é uma associação civil sem fins lucrativos fundada em 1995 cuja missão é a defesa dos direitos civis e humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
    Serviço

    Exibição: Milk – a voz da igualdade
    Data: Sábado – 25 de março
    Horário: 19 horas

    Local: Sede do Corsa – R. Conde de São Joaquim, 179 – Bela Vista – São Paulo Informações: 11 3773 5514 ou 11 7171 5055 – falar com Lula.
    Entrada franca mais café, chá e pipoca.


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  • 15abr
    Gay - Homossexualidade Masculina - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O top model Junior Ferreira é capa e recheio em fotos do expert Didio. E Ferreira não é o único homem de tirar o fôlego na JUNIOR#10, revista que chega a sua décima edição nesta quinta-feira (16/04) em São Paulo e segunda-feira (20/04) no resto do país.

    Revista Junior com Junior Ferreira

    Revista Junior com Junior Ferreira

    Uma dezena de musos foi escolhida entre aqueles que de alguma forma inspiram quem faz e quem lê a revista. Os atores Tuca Andrada e Leonardo Vieira, o escritor Santiago Nazarian e o cantor Ney Matogrosso são alguns deles. Todos concederam entrevista e foram fotografados com exclusividade pela revista. A JUNIOR traz ainda o casting dos sonhos formado por 10 dos modelos mais gatos que já passaram por suas páginas. Os lindos foram eleitos pelos leitores da revista.

    Nas entrevistas quem solta o verbo é a sempre gata Marina Lima e o autor Bernardo Carvalho. Do alto de seus 53 anos, Marina fala de sexo sem compromisso, amores virtuais e solteirice. Já o charmoso Carvalho dá detalhes de seu novo livro e afirma que gay não lê.

    Entre as reportagens da edição, destaque para a que traz depoimentos sinceros de homossexuais assumidos e evangélicos. Os dramas que passaram em suas igrejas e a redenção que encontraram nas novas denominações cristãs inclusivas. O repórter Hélio Filho também analisou o impacto que o jornal “O Lampião da Esquina” causou na comunidade gay brasileiras dos anos 70/80 e sua importância para as publicações que vieram depois. A reportagem traz depoimentos dos primeiros editores do Lampião, Aguinaldo Silva, hoje autor de novelas, e João Silvério Trevisan, escritor de sucesso.

    A impactante história do chamado “Maníaco do Arco-Íris” também ganha destaque nas páginas da JUNIOR. Em pouco mais de um ano, 14 homossexuais foram mortos no Parque dos Paturis, na cidade de Carapicuíba na Grande São Paulo. A reportagem de JUNIOR visitou o local e conversou com os profissionais envolvidos na investigação do caso. Outro artigo que merece destaque é focado na recente publicidade do Doritos, que causou furor na web.

    E aquela barriguinha que teima em te acompanhar? A JUNIOR mostra dietas e exercícios capazes de acabar com ela de uma vez por todas.

    Na seção de Turismo conheça as pousadas friendly para curtir o inverno brasileiro e Copenhague, a sede dos OutGames, os Jogos Olímpicos Gays que acontecem em julho próximo.

    A JUNIOR circula em todo o território nacional. Cada exemplar custa R$ 12


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 25mar
    Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Trazendo como tema a “Arte Homoerótica no Século XX” nesta sexta-feira (27/03), as 19h, ocorre mais uma reunião do grupo Entre Homens na sede da APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo).

    Já no sábado (28/03), às 11h, é a vez do JA! (Jovens Ativistas) debater os aspectos da bissexualidade. As duas atividades são gratuitas.

    The Prophecy, a grande obra homoerótica de Aymeric Giraudel (apenas ilustração)

    The Prophecy, a grande obra homoerótica de Aymeric Giraudel (apenas ilustração)

    Ampliando a discussão iniciada na reunião anterior, quando os tema foi os mangás (HQs japoneses) homoeróticos, o “Entre Homens” desta semana apresenta as diferentes manifestações da arte homoerótica no século passado, desde as primeiras fotografias, passando pelas ilustrações européias da década de 50, até chegar à explosão de filmes temáticos no final de século, avaliando a evolução das diversas representações de desejo e afeto gays. Haverá exibição de trechos de filmes e exposição de exemplos das artes mencionadas.

    Também dando seqüência ao debate da reunião anterior, quando foi abordada a origem da homossexualidade na juventude, o “JA!” deste sábado aborda as questões da bissexualidade, realizando uma discussão acerca das teorias existentes, das opiniões expressas por homo e heterossexuais e da própria vivência de indivíduos(as) bissexuais, a fim de esclarecer e desmistificar o senso-comum e expor o preconceito sofrido por este segmento da comunidade LGBT.

    O “Entre Homens” é o grupo de discussão sobre masculinidades e homossexualidades e o “JA!” é o espaço para reflexão da comunidade jovem LGBT, ambos promovidos pela APOGLBT. As reuniões são sempre quinzenais e, apesar de temáticos, a participação é aberta a todos(as) os(as) interessados(as), independentemente de sexo, orientação sexual, identidade de gênero e idade, gratuitamente.

    A APOGLBT está situada na Praça da República, nº 386, conj. 22 – Centro, próximo ao metrô República. Para mais informações, entre em contato através do telefone (11) 3362-8266, do e-mail paradasp@paradasp.org.br ou acesse o site www.paradasp.org.br.


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  • 25mar
    Gay - Homossexualidade Masculina, Livros GLS - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Em junho de 2004, Felipe Greco aceitou o desafio de escrever histórias com teor homoerótico para a revista G Magazine. Não qualquer história, mas contos que visitassem os porões da libido dos leitores, seus tabus e medos. Foi assim que, durante três anos, ele produziu contos repletos de desejo, que abordam a sexualidade para além da orientação sexual.

    Livro Relicario de Felipe Greco

    Livro Relicario de Felipe Greco

    Um ano depois de ter encerrado sua participação na revista, Greco encarou um novo desafio: selecionar, organizar, rever e ampliar os contos – e ainda acrescentar outros inéditos – para as Edições GLS. O resultado desse trabalho deu origem a um livro pioneiro no Brasil. Em Relicário (104 p., R$ 27,90), o autor mergulha no universo do desejo, sem freios.

    Relicário é, na verdade, uma coletânea de confissões de alcova. Por acaso, os textos apresentam o universo homossexual masculino, mas não se restringem a isso: mostram que a libido, no fundo, também é atrair a atenção do outro (do mesmo sexo ou não), ser desejado por ele, compartilhar fantasias, desejos, projetos de vida em comum”, observa Greco.

    As histórias, muitas vezes com pitadas de sarcasmo e provocação, falam diretamente ao leitor, envolvendo-o em tramas surpreendentes. Os personagens têm as características mais variadas e vão se revelando no decorrer das histórias, sem máscaras, medos ou preconceitos, mostrando seus mais profundos desejos.

    Greco, que prefere ser chamado de “ficcionista” ou “contador de histórias”, apresenta tramas inteligentes e ousadas que devem ser lidas na sequência. Ao final, o leitor entenderá o porquê. “Embora sem poder escapar muito de certos temas recorrentes e antigos clichês do gênero (belos, sexualmente bem-dotados, musculosos, fardados etc.) e também sem ter grandes compromissos do ponto de vista literário, procurei dar rápidas pinceladas de lirismo nas histórias”, escreve o autor na apresentação do livro.

    “Relicário tenta fazer um mergulho na nossa libido (tão reprimida pelos outros e também por nós mesmos), nessa ‘caixinha de guardados’ que existe lá no fundo, escondida e bem trancada. Enfim, nosso ‘relicário de memórias’, desejos, fantasias e sonhos”, conclui Greco.

    O autor

    Ficcionista e editor, Felipe Greco publicou Caçadores noturnos (Desatino, 2001) e O coveiro, uma fábula marginal (Desatino, 2003). Em 2006, sua primeira obra juvenil, Memórias do asfalto foi premiada pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Ainda para o público jovem, adaptou para HQ o clássico Dom casmurro, de Machado de Assis (Via Lettera, no prelo). Para crianças, escreveu As aventuras de Lilica (Via Lettera, no prelo). No cinema, assinou o argumento e o roteiro do curta-metragem Caçadores noturnos, inspirado no universo underground de suas duas obras de estréia na prosa.

    Título: Relicário
    Autor: Felipe Greco
    Editora: Edições GLS
    Preço: R$ 27,90
    Páginas: 104
    ISBN: 978-85-86755-53-8


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  • 21mar

    Homoparentalidade: o que muda quando temos filhos? Como criá-los e enfrentar os desafios do dia-a-dia? Para refletir sobre essas e outras questões, a APOGLBT promove o primeiro grupo de discussões presencial do Brasil que aborda a rotina de famílias cujas mães ou pais são homossexuais, bissexuais, travestis ou transexuais.

    Logo Parada SP - APOGLBT

    Logo Parada SP - APOGLBT

    A escassez de material de pesquisa acerca da criação de filhos por famílias LGBT traz a necessidade de convivência entre pessoas que vivem esse mesmo contexto. Por isso, o Mães e Pais LGBT vem reunir essas famílias a fim de gerar informação através da troca de experiências entre os participantes. Escola, educação, pai/s(mãe) biológico/s(a), namorada(o) da(o) mamãe(papai) e demais assuntos do cotidiano dessas “novas” famílias são abordados em reuniões quinzenais, às quintas-feiras, na sede da APOGLBT.

    O Mães e Pais LGBT veio a acrescentar ao quadro de grupos temáticos da Associação da Parada, dando início às suas atividades em dezembro de 2008, sob a coordenação do casal Carina e Jéssica Ramires, ativistas do movimento LGBT e mamães de Pietra e Allana.

    A participação é aberta e gratuita a todas(os) interessadas(os), basta enviar um e-mail para paislgbt@paradasp.org.br e aguardar o recebimento do convite semanal. Para mais informações, entre em contato também através do telefone (11) 3362-8266 / 7167-3098 / 9719-3650

    Aguardamos todos lá!

    Endereço: Praça da República, 386 – conjunto 22 – Centro – São Paulo – SP
    Carina e Jéssica Ramires


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  • 20mar
    Gay - Homossexualidade Masculina, Homofobia, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Está aberto o período de inscrições para os trios elétricos que participarão do percurso da 13ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, que ocorrerá no dia 14 de junho. Organizações não-governamentais e demais entidades de cunho social poderão inscrever seus trios até o dia 30 de abril e o prazo para empresas mistas e privadas se estende até o dia 22 de maio. Os interessados em compor o comboio que fará o trajeto da manifestação, pela Avenida Paulista e a Rua da Consolação, devem solicitar à APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) a minuta do contrato através do e-mail coortrios@paradasp.org.br.

    A participação com trio elétrico na manifestação ficará condicionada ao cumprimento das exigências, conforme o Termo de Ajuste e Conduta (TAC), firmado entre a APOGLBT e as autoridades Municipais e Estaduais.

    A 13ª edição do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, que acontecerá durante o mês de junho na capital, trará o tema “Sem Homofobia, Mais Cidadania – Pela Isonomia dos Direitos!”. Além da Parada de Orgulho LGBT, o evento contempla diversas outras atividades de manifestação e celebração, como o Gay Day (dia 13 de junho, no parque de diversões Playcenter), a Feira Cultural LGBT (dia 11 de junho, em local ainda a ser definido), o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade e o Ciclo de Debates (com locais e datas ainda a serem definidos).

    A APOGLBT está à disposição para mais esclarecimentos no telefone (11) 3362-8266 e no e-mail paradasp@paradasp.org.br. Para mais informações sobre o 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, acesse o site www.paradasp.org.br.


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  • 15mar
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    “O Encontro das Águas” é uma peça sobre o acaso e seu inegável poder de provocar mudanças na vida das pessoas, sejam elas efêmeras ou aparentemente mais duradouras. O acaso, assim como as marés, pode provocar grandes transformações.

    Peça Encontro das Águas de Sérgio Roveri

    Peça Encontro das Águas de Sérgio Roveri - Creditos Marcos Ramos

    No espetáculo, dois jovens se cruzam sobre uma grande ponte. Marcelo, sensibilizado com uma tragédia pela qual se julga culpado, pensa em dar cabo da própria vida. Apolônio, um artesão misterioso, dá início a um perigoso jogo fazendo uso do sarcasmo e da poesia.

    Enquanto observam as águas do rio subirem, vão aos poucos invadindo um o mundo do outro, até que não se saiba mais com necessária precisão em qual mundo eles realmente estão habitando.

    O diálogo conduzido entre a rispidez e o lirismo vai definir a trajetória de cada personagem, mas somente quando a maré estiver suficientemente alta.

    “O Encontro das Águas” por Sérgio Roveri
    “Cinco anos após a primeira montagem, é como se um novo ciclo das marés trouxesse de volta a história de Marcelo e Apolônio, os personagens que dispõem de apenas algumas horas para mudar o rumo de suas vidas. Este retorno permite que eu volte a me cercar do talento e da inventividade do diretor Luiz Valcazaras e que tenha, também, a imensa honra de trabalhar com um profissional a quem eu admiro desde sempre, o brilhante figurinista e cenógrafo Fábio Namatame. Apolônio e Marcelo regressam agora nas vozes e nos corpos dos jovens atores Edgard Jordão e Bruno Lopes que, após uma árdua batalha, me convenceram de que estava na hora de contar esta aventura de novo.
    E assim, esta pequena fábula sobre o poder do acaso, esta história simples sobre um breve encontro do qual ninguém sairá ileso, está de volta para banhar novos públicos ou, quem sabe até, alegrar aqueles que, como eu, já andavam com saudades de Apolônio e Marcelo.” (Sérgio Roveri)

    O autor – Sérgio Roveri – Jornalista e dramaturgo. Formado pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, trabalhou na Editora Abril e no Jornal da Tarde, do grupo O Estado de S. Paulo, onde foi repórter, redator e editor de Variedades.
    Estreou como autor teatral em 2003, com a peça “Vozes Urbanas”, selecionada para o projeto Agora Metrópoles do Século 21. Em seguida, teve encenados os seguintes espetáculos:
    O Horário de Visita, com direção de Ruy Cortez, O Encontro das Águas, com direção de Alberto Guzik, De Alma Lavada, direção de Alberto Guzik, Pelos Cotovelos, estréia na direção do comediante Marcelo Mansfield, O Eclipse, com direção de Fábio Ock, Esperando o Gordo, texto montado na cidade do Recife, com direção de Antonio Rodrigues, Abre as Asas Sobre Nós, com direção de Luiz Valcazaras, texto que lhe valeu O PRÊMIO SHELL DE MELHOR AUTOR EM 2006, Andaime, com direção de Elias Andreato, texto vencedor do PRÊMIO FUNARTE DE DRAMATURGIA NA CATEGORIA TEATRO ADULTO, O Dia das Crianças, primeiro texto infantil encenado pelo grupo Satyros, A Noite do Aquário, com direção de Sérgio Ferrara, Cidadão de Papel, adaptação para o teatro do livro de mesmo nome do jornalista Gilberto Dimenstein e A Coleira de Bóris, com o qual recebeu sua segunda indicação ao Prêmio Shell na categoria de melhor autor.
    É um dos autores presentes no volume seis da Coleção Teatro Brasileiro, com a peça A Vida que eu Pedi, Adeus. É autor dos livros Um Grito Solto no Ar, biografia do ator, diretor e dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, e Quem Quiser que Conte Outra, biografia da escritora Tatiana Belinky.
    Atualmente escreve sobre teatro para o jornal Diário do Comércio, de São Paulo, Revista Bravo! e revista Época São Paulo. Atua como consultor na criação da Faculdade de Artes Cênicas do Senac.
    No momento está escrevendo, a convite da Cultura Inglesa e do Brithish Council, uma peça infanto-juvenil para o projeto Conexões. O texto deverá ser encenado por oito escolas da rede de ensino da cidade de São Paulo em 2009 e, posteriormente, publicado em edição bilíngüe: inglês e português.
    Teve quatro de suas peças, O Andaime, O Encontro das Águas, O Funil do Brasil e Abre as Asas Sobre Nós, publicadas pela Imprensa Oficial do Estado no volume O Teatro de Sérgio Roveri.

    O Diretor – Luiz Valcazaras - A partir de 1980 (Itapeva/ SP) iniciou sua pesquisa nas diversas linhas de teatro, chegando a São Paulo (1982) freqüentou vários cursos na área de interpretação até se profissionalizar.
    Em 1990 é convidado para trabalhar na USP, como diretor do grupo de teatro universitário ligado ao TUSP, motivado por essa experiência passa a se dedicar à fomentação do teatro universitário.
    Dentro deste trabalho recebe vários prêmios pelas montagens que dirigiu.
    Em 94 trabalha como Coordenador da “Oficina Cultural Mazzaropi” e funda o N.I.Te. (Núcleo de Investigação Teatral), processo que utiliza o ator como um “Contador de Imagens”.
    A partir da pesquisa sobre o universo da psiquiatra Nise da Silveira escreve e dirige o espetáculo “Anjo Duro”. A atriz Berta Zemel recebeu o prêmio de melhor atriz pela A.P.C.A. e foi indicada ao prêmio Shell. Com este trabalho participou de festivais (Festival de Curitiba, Recife, Porto Alegre, FILO – Londrina) e ficou três anos em cartaz. “Dança Lenta no Local do Crime” teve indicação ao prêmio Shell-melhor ator/2005 “Abre As Asas Sobre Nós” de Sérgio Roveri Recebeu o Shell de melhor texto/2006.
    Luiz Valcazaras vem ministrando palestras e workshops sobre o processo de criação do N.I.Te. em várias cidades do Brasil. Convidado, coordenou a implantação deste trabalho com o grupo “ BocadeBaco” na Usina Cultural de Londrina e dirigiu o Grupo “Criando a Liberdade” no espetáculo “Então é assim!”
    “Assovio” de sua autoria que esteve no Sesc/Consolação é seu mais recente trabalho.

    Os atores
    Bruno Lopes - Formado no Teatro Escola Macunaíma desde 2000, se dedica ao estudo das artes dramáticas, cinematográfi¬cas e televisivas. Fez cursos de aprimoramento com pessoas reconhecidas do nosso meio, tais como: Fernando Leal, Luciano Sabino, Wolf Maya, Rosanne Bonaparte além da polêmica, Fátima Toledo.
    Seus últimos trabalhos foram: Em 2007, novela “Amigas e Rivais” do SBT; os curtas-metragens, “Conto do Amor”, direção de Gabriel Almeida e “Livros e Paetês”, direção de Daniel Tupinambá.
    Atualmente em cartaz com dois espetáculos: o musical “Cinderella”, com texto de José Wilker e direção de Eduardo Martini, seguindo sua turnê pelo Brasil e “Proibido para Maiores”, com texto de Moisés Bittencourt e direção de Fernando Gomes.

    Edgard Jordão – Natural de Santos, atua desde 1994. Formou-se ator pelo INDAC e já foi aluno de diversos mestres do teatro, como Carlos Alberto Sofredini, Neide Venezziano e Cacá Carvalho. Atuou em alguns espetáculos como: “Sonhos de uma Noite de Verão” e “A Bela e a Fera”, musicais infantis dirigidos por Orleyd Faya; “O Menino Que Desejava Voar” e “Romeu e Julieta”, ambos sob a direção de Ricardo Vasconcelos; “As Três Irmãs”, clássico de Tchecov, com direção de Francisco Lopes; entre outros. Foi também o assistente de direção e produtor do espetáculo “A Herança do Sr. Hitchoque”, de Denise Araceli e o assessor de imprensa de “Salomé”. Seus últimos trabalhos de destaque são: “Balada de um Palhaço”, de Plínio Marcos, com direção de Tanah Corrêa; “A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector, sob direção de Naum Alves de Souza; “Carro de Paulista” de Mario Viana e Alessandro Marson, com direção de Jairo Matos e atualmente em cartaz com o musical “Cinderella” de José Wilker, com direção de Eduardo Martini.

    Cenografia e figurinos – Fabio Namatame – Formado em Publicidade e Artes Plásticas (FAAP-1981) realiza trabalhos de direção de arte, cenário, figurino para teatro, ópera, publicidade, cinema e TV.
    Como ator – CAMARIM / MORANGOS MOFADOS / O GUARANI / PÁSSARO DO POENTE / CINDERELA CHINESA / CASA ELOGIO – Programas infantis – Revistinha – Ra-tim-bum TV Cultura (SP) / Cinema – As Mil e Uma direção de Suzana Moraes
    Cenógrafo e Figurinista – MORANGOS MOFADOS / O GUARANI / CASA / SEXO DOS ANJOS / NÃO TENHA MEDO DE VIRGINIA WOLF / HIPERBOREA / CORPO SUTIL / PIERROT / CIÚME / BACALHAU E VINHO / QUIXOTE / OSCAR WILDE / MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS / A LISTA DE AILCE / DESMEDÉIA / ELE É FOGO / APARECEU A MARGARIDA / QUIXOTE / REIS DO IMPROVISO / HARMONIA EM NEGRO / INTIMIDADE INDECENTE / A FILHA DA… / ZOO STORY / SENHORAS E SENHORES / CORAÇÃO BAZAR / TURISTAS E REFUGIADOS / AS TURCA / CIRCULO DE GIZ CAUCASIANO / MAR DE GENTE / A RESERVA / O MISTÉRIO DE IRMA VAP
    Como Figurinista – MAX / TISTU O MENINO DO DEDO VERDE / COMO SE FOSSE UM CRIME / AS MIL E UMA NOITES / LAÇOS ETERNOS / SHIRLEY VALENTINE / ANGELS IN AMÉRICA / PALMAS PARA O SR. DIRETOR / CENAS DE UM CASAMENTO / MASTER CLASS / MORUS E SEU CARRASCO / VERMOUTH / PIGMALEOA / PARAISO PERDIDO / O LIVRO DE JÓ / APOCALIPSE 1;11 / JOANA DARK / FUTILIDADES PUBLICAS / HONRA / CIRANDA DOS HOMENS-CARNAVAL DOS ANIMAIS / ALÉM DA LINHA DÁGUA / FOLIAS GUANABARAS / MÃE GENTIL / HAMLET / BEIJO NO ASFALTO / ELIS BLUE ROOM / ESTRELAS DO ORINOCO / MÃO NA LUVA / SILVIA / NA MEDIDA DO POSSÍVEL / PEDRO E VANDA / O MISTÉRIO DE GIOCONDA / VIVINHA EM PRIMEIRA PESSOA / MULHERES POR UM FIO / ACHADAS E PERDIDAS / MARILIA PERA CANTA CARMEM MIRANDA / QUEM NUNCA / CAMINHOS / LOUCOS PARA AMAR / CAMINHO PARA MECA
    Óperas – O GUARANI / CARMEM / MADAME BUTTERFLY / BODAS DE FIGARO / FALSTAFF / ROMEU E JULIETA / ANDREA CHENIER / PESCADOR DE PÉROLAS / A TEMPESTADE / OLGA / RIGOLLETO / MADAME BUTTER FLY
    Cinema – AQUARIA direção de Flávia Morais / ONDE ANDARÁ DULCE VEIGA direção de Guilherme de Almeida Prado / EMBARQUE IMEDIATO direção de Alain Fitterman
    Musicais – MY FAIR LADY e WEST SIDE STORY com direção de Jorge Takla

    Ficha Técnica
    Autor – Sérgio Roveri
    Direção – Luiz Valcazaras
    Elenco – Bruno Lopes e Edgard Jordão
    Cenografia e figurinos – Fabio Namatame
    Programação Visual – Casa do Vaticano
    Fotos – Marcos Ramos
    Assessoria de Imprensa – Sonia Kessar
    Realização e Produção – Bruno Lopes e Edgard Jordão

    Serviço
    “O Encontro das Águas”
    Gênero – Drama
    Teatro Augusta (Sala Nobre) – Rua Augusta, 943 – Centro – SP
    Fone (11) 3151-4141 – (Reservas garantidas até 30 minutos antes do espetáculo)
    WWW.teatroaugusta.com.br
    Quartas e Quintas às 21h

    Estréia – 25/03/2009
    Temporada – 25 de março a 14 de maio
    Duração – 60 minutos / Lotação – 302 lugares
    Faixa etária – a partir de 16 anos
    Ingressos: R$ 30,00 / R$ 15,00 meia-entrada
    Não aceita cheque / aceita cartões Mastercard, Dinners Club e RedeShop
    Acesso e banheiro para portadores de necessidades especiais.
    Bilheteria – quarta a domingo a partir das 15hs / Não tem estacionamento conveniado


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  • 12mar
    Gay - Homossexualidade Masculina, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Revista DOM traz ator Kayky Brito da novela Três Irmãs em ensaio de moda na edição de março, que marca o retorno da publicação para seus leitores.

    Revista DOM - Kayky Brito

    Revista DOM - Kayky Brito

    Apontado como Sex Symbol pelos leitores de DOM na enquete Os Homens do Ano, realizada pela revista no final de 2008, Kayky aceitou estampar a capa e o ensaio de moda da publicação logo que foi convidado. Nas fotos de Richard Machado, com styling de Alê Duprat e beleza de Andréa Alencar, o ator revela seu lado despojado, porém, sem perder a elegância.

    DOM#11 chega às bancas na próxima semana e traz ainda uma entrevista com o modelo, ator e jornalista carioca Pedro Andrade, que, aos 29 anos, divide a bancada do programa Manhattan Connection com pesos pesados do jornalismo.

    Na seção Portfolio, um seleto casting de belíssimos modelos de várias nacionalidades que vivem e trabalham em Nova York, fotografados por Greg Vaughan. Em Estilo, os looks masculinos que marcaram a edição de Outono/Inverno 2009 do São Paulo Fashion Week e do Fashion Rio. E para quem não abre mão da malhação, um treino especial para deixar os braços fortes na matéria de Personal.

    Em uma edição recheada de informações quentes, não poderia faltar um roteiro badalado. Berlim, cidade onde a liberdade é a lei, foi a escolha da vez. Em outra reportagem, a virgindade no universo gay é colocada à prova com depoimentos de personagens e especialistas.

    Tudo isso e muito mais  você encontrará na próxima edição da revista DOM, que passa a ser publicada pela Fractal Edições e volta com força total para atender aos seus fieis leitores e conquistar novos amantes da informação com estilo, atitude e prazer.


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  • 12mar
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) encerra a semana com duas rodas de bate-papo. Às 19h de sexta-feira (13/03), o “Entre Homens” explora o universo dos Mangás, tradicionais HQs japoneses, que abordam em seus enredos as relações homoafetivas: os chamados gêneros Yaoi e Bara. E às 11h de sábado (14/03), o “JÁ!” realiza seu primeiro encontro na nova sede da Associação debatendo com a galera jovem “Por que gays são gays?”. Ambas atividades são gratuitas, na sede da Associação.

    Yaoi - Homossexualidade

    Yaoi - Homossexualidade

    Extremamente populares no Brasil, os Yaois e Baras apresentam manifestações de afeto e desejo entre homens, seja de uma forma mais romântica ou de uma forma mais carnal. Mas qual é a origem desses mangás? Se você não sabe nem do que se trata, venha descobrir essa fantástica arte oriental, desde como sua estética foi construída até como ela prosperou num país conservador, como o Japão, ganhando o mercado do ocidente. No início da noite desta sexta, o “Entre Homens” apresenta essas e outras curiosidades e discute as diferentes relações que os orientais têm com o sexo (como, por exemplo, o fetiche por tentáculos), num papo bem descontraído.

    Na manhã de sábado, o “JÁ!”, grupo direcionado ao público jovem, traz para o debate as teorias sobre a origem da homossexualidade no(a) indivíduo(a). Já nascemos gays ou é uma opção? Somos vulneráveis às influencias dos amigos? Pode ser apenas uma fase? É pecado? Traga sua opinião e venha discutir conosco o tema “Por que gays são gays”.

    O “Entre Homens” e o “JÁ!” são dois dos grupos de discussão promovidos pela APOGLBT, que se reúnem quinzenalmente na sede da entidade, localizada na Praça da República, nº 386, conjunto 22 – Centro (próximo ao banco Bradesco). A participação é livre e gratuita a todos(as) interessados(as), independentemente de sexo, orientação ou identidade sexual (para a reunião do “JÁ!”, a participação é exclusiva para jovens até 21 anos).

    Para mais informações acesse o site www.paradasp.org.br, e clique no link “Atividades”, ou ligue para (11) 3362-8266.


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  • 16fev

    A mais antiga e tradicional banda carnavalesca da cidade de São Paulo nasceu com o nome de Bandalha, criada no auge da repressão militar pelo dramaturgo e ator Plínio Marcos em 1972, nome que lembrava um bloco de sujos de sua cidade natal, Santos. Plínio gravava a novela Bandeira Dois, no Rio de Janeiro e não aguentava mais as piadas e provocações dos cariocas, dizendo que: bloco de paulista é bloco de concreto armado, que cordão de paulista é cordão de isolamento; e, como se tudo isso, ainda, não bastasse, atormentavam tanto o irrequieto Plínio Marcos, citando Vínicius de Moraes “São Paulo é o túmulo do samba”. Àquela altura a Banda de Ipanema já era famosa, trazendo como musas Leila Diniz e Odete Lara. Injuriado com tantas brincadeiras, Plínio chamou seu colega de teatro, Carlos Costa, o Carlão, que já era frequentador do mundo do samba paulista, mas ganhava a vida no teatro, Carlão foi bilheteiro, contra-regra e ator, atuou no teatro de Arena e também no cinema. Então, Plínio Marcos se autoproclamou presidente da Banda Bandalha e convidou para a vice-presidência o Carlão. Claro que Plínio e Carlão viam na banda uma forma de se expressar, num momento que a censura calava o teatro, jornais e outras manifestações.

    Em 1972 e 1973 no auge da ditadura militar, a banda saiu da frente do Teatro de Arena e percorreu o centro, foi sucesso de cara, tendo no primeiro desfile como Porta Estandarte a atriz Etty Frazer e mestre sala o ator Toni Ramos, também contou com ilustres participantes, como a atriz Walderez de Barros, o dramaturgo Gianfrancesco Guarnieri, o ator John Herbert, Pepita e Lolita Rodrigues, os jornalistas Arley Pereira, José Ramos Tinhorão, o ator e artísta plástico Luiz Carlos Parreira, além da turma da “Vagão” e redondeza, entre tantos outros atores, jornalistas e foliões. A Banda durou dois anos, depois de brigas com a prefeitura, Plínio se injuriou e falou que não tinha mais Bandalha, mas seus remanescentes, encabeçados por Carlão, formaram a Banda Redonda, que desfilou pela primeira vez em 74, agora tendo Carlos Costa como presidente e Plínio como vice. Com a inspiração do Artista plástico Luis Carlos Parreira a banda adotou a pomba como símbolo e as cores azul, ouro e branco. Atualmente, os desfiles da banda são acompanhados por cerca de 15 mil pessoas e já entraram no calendário oficial do carnaval de São Paulo. Além disso, ela é filiada à ABASP – Associação de Bandas de Carnaval de São Paulo.

    Carlão, o Carlos Costa, Carlão da Vila, Carlão do Boné, quando assumiu a banda em 1974, transformou-se no “General da Banda” de São Paulo (lembrando Black-Out, o “General da Banda” no Brasil): diz um dos foliões: quando o Carlão chega as pessoas cantam… “Chegou o General da Banda…” Sobre o novo nome da banda: Redonda, Carlão conta um pouco da história: “A gente frequentava um bar chamado Redondo. Tinha uma gíria na época que dizia que as pessoas inteligentes tinham a testa redonda. Daí, a partir de algumas sugestões: ARENA, pelo teatro (ora veja, naquela época, o partido da ditadura tinha a sigla de ARENA), Carlos Gomes, Roseevelt (nome de gringo não), Consolação e Vila Buarque, (não são nomes para uma banda). Prevaleceu a idéia da cabeça inteligente: Redonda, ainda sugeriram Banda do Redondo, para tentar obter algum patrocínio do dono do bar, mas aguém lembrou: “o portuga sequer pindurava uma cerveja”. Daí ficou definitivamente “Banda Redonda” mesmo, pela idéia do Parreira, ainda hoje há quem confunda o nome da banda com o nome do bar.

    A Banda Redonda homenageia todos os anos personalidades destacadas no meio Cultural e Artístico, como: Etty Fraser, Sérgio Mamberti, Walderez de Barros, Chico de Assis, Emilio Fontana, Drauzio Varella, Esthér Góis, Regina Braga, Renato Consorte, Paulo Goulart, Analy Alvarez, João Acaiabe, Maria Alcina, João Batista de Andrade, Alaíde Costa, Chico Pinheiro, Denis Derkian, além da presença dos homenageados, este ano a Banda lembra os 10 anos sem o dramaturgo e escritor Plínio Marcos, companheiro e fundador da “Redonda”.

    Dia 16 de fevereiro de 2009, às 19h – Concentração na frente do Teatro de Arena Eugênio Kusnet (Rua Teodoro Baima, 94). Saindo do teatro de Arena, o desfile percorrerá a Rua da Consolação, seguindo pela Xavier de Toledo, passando pelo Teatro Municipal, Cons. Crispiniano, Av. São João, Ipiranga, Praça de República, cruzando a Av. São Luís. Voltando ao ponto de partida na frente do Teatro de Arena, o desfile da “Redonda se encerra com algumas músicas do verdadeiro carnaval de rua. Apoio: O AUTOR NA PRAÇA. Informações: Carlão (SPTuis) – 2226 0651 ou Teatro de Arena 3256 9463 (com Elias).

    Imprensa: Edson Lima – 3746 6938 / 9586 5577 – imprensa@oautornapraca.com.br

    Carlos Costa, O General da Banda Redonda, chegou em São Paulo em 1947, aprendeu a história do samba paulista, curtiu e viveu o samba em sua forma mais autêntica. Nesses 32 anos da banda a maior satisfação de Carlão é oferecer a oportunidade para todas as classes e camadas da população curtir o autêntico carnaval, sem qualquer custo, colcando lado a lado todas as diferenças, equacionadas no mais simples momento de alegria.

    “A banda Redonda surgiu na época da repressão da ditadura militar e, tem como objetivo trazer para a rua os executivos dos escritórios do centrão da capital paulista para brincar o carnaval com o povo com ou sem fantasia, com ou sem dinheiro”. Afirma Carlos Costa, o conhecido “general da banda” de São Paulo.


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  • 03fev
    Gay - Homossexualidade Masculina, Livros GLS, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Revista voltada para o público masculino gay passará a ser editada pela Fractal. Equipe de redação será mantida.

    A revista Dom – de outro modo, lançada no início de 2008, volta às bancas no próximo mês de março, publicada por um novo grupo editorial. Até dezembro a revista integrava o portifólio da editora Peixes.

    RevistaDom-PublicoGay

    RevistaDom-PublicoGay

    A mudança será apenas de casa, informa o idealizador e publisher da revista Augusto Lins Soares, que se manterá a frente da publicação. Ele afirma que a publicação manterá o mesmo desenho proposto desde seu primeiro número. “Tivemos apenas um recesso. Neste período a equipe de redação não parou de trabalhar no título”, declara Soares.

    A confirmação da transferência do título Dom para a Fractal, mesma editora responsável pela publicação da bem sucedida revista G Magazine, ocorreu na última segunda-feira, 2.  Segundo Augusto, a parceria com o grupo que dirige a Fractal foi uma excelente opção para a continuidade da revista.

    A DOM nasceu com uma proposta diferenciada: uma revista de comportamento para o público masculino gay com atitude, estilo e prazer. No seu primeiro ano de vida, top models como André Ziehe, Miro Moreira, David Jensen, Felipe Hulse e Alvaro Jacomossi, além dos atores Rodrigo Hilbert, Cauã Reimond e Malvino Salvador, estamparam a capa e ensaios da revista, que manterá esta mesma fórmula já consagrada pelos seus leitores.


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  • 30jan

    Projeto InterAgir “Ações de Advocacy em HIV/Aids para a comunidade de Gays e outros HSH” – Curitiba, 28,29 e 30 de janeiro de 2009.

    Contribuir para o enfrentamento da epidemia e redução da incidência do HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST) entre gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), por meio da qualificação de organizações da sociedade civil e ações de advocacy, este é o objetivo do Projeto ReaGir “Ações  de Advocacy em HIV/Aids para a comunidade de gays e outros HSH”. O projeto tem financiamento do Programa Nacional de DST/Aids (PN) e tem como proponente a Associação Paranaense da  Parada da Diversidade (APPAD) e conta com a parceria de sete organizações das cinco regiões do Brasil.

    Deu início nesta quarta-feira (28) e segue até sexta-feira (30) a reunião de planejamento do projeto. Estão reunidos em Curitiba representantes da APPAD, do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde e das organizações parceiras do projeto: Grupo Somos de Porto Alegre (RS), Movimento Gay de Alfenas (MG), Grupo Leões do Norte de Recife (PE), Grupo Liberdade Igualdade e Cidadania Homossexual de Feira de Santana (BA), Grupo Homossexual do Pará de Belém (PA), Associação de Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul e a Secretaria da região Sudeste (Belo Horizonte-MG) da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais Travestis e Transexuais – ABGLT. O projeto tem como consultores Cecília Simonetti da Pathfinder do Brasil de Salvador (BA) e Toni Reis do Grupo Dignidade/ABGLT de Curitiba (PR).

    O Programa Nacional de DST/Aids esta representado na reunião pelas assessoras técnicas Bárbara Graner e Vera Lopes. Para Bárbara Graner, o objetivo deste momento estratégico é consolidar uma visão comum entre as entidades que compõem o projeto, bem como as formas de implementação e capilarização da proposta. “É importante reafirmar que este propósito é fortalecer uma resposta em rede dos movimentos sociais de gays e outros HSH no enfrentamento da epidemia de Aids e outras DST nas suas diversas formas e contextos, considerando as diversas vulnerabilidades enfrentadas por esse segmento social. Isso só será efetivo se a implementação da proposta atentar para a consolidação de uma ação estratégica de responsabilidade conjunta entre movimento social e poder público, em suas três esferas de gestão, uma vez que a reversão do contexto epidemiológico do HIV/Aids e outras DST em gays e outros HSH só será possível se o alcance da implementação desta proposta incidir de forma estratégica nas diversas realidades locais”. Diz Graner.

    Para Igo Martini, coordenador geral do projeto, o objetivo final deste projeto é que os municípios e os estados ampliem e aloquem recursos para a melhoria e ampliação das ações de prevenção em HIV/Aids para a comunidade de gays de HSH. “Em média, os investimentos atuais estão na casa de 2% para ações de prevenção neste segmento. Isso inviabiliza novas intervenções e ampliação das atividades de prevenção em HIV/Aids”, afirma Martini.

    Representantes das organizações parceiras do Projeto:
    -      Beto Paes – Grupo Homossexual do Pará – Belém (PA).
    -      Rafael Carvalho – Grupo Liberdade, Igualdade e Cidadania Homossexual – GLICH – Feira de Santana (BA).
    -      Rildo Veras – Movimento Gay Leões do Norte – Recife (PE)
    -      Cris Stefanny – Associação das Travestis do Mato Grosso do Sul – Campo Grande (MS).
    -      Marcelo Dias – Movimento Gay de Alfenas e Região Sul de Minas – Alfenas (MG).
    -      Carlos Magno – Secretaria da Região Sudeste da ABGLT – Belo Horizonte (MG).
    -      Rodrigo Collares – Somos: comunicação, saúde e sexualidade – Porto Alegre (RS)

    Informações adicionais:
    -      Igo Martini – Coordenador geral do Projeto  – (41) 3222 3999 / (41) 9602 5984
    -      Márcio Marins – Presidente da APPAD  – (41) 3222 3999 – (41) 9109 1950
    -      Barbara Graner e Vera Lopes – Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde – (61) 3448.8122 / 3448.8026


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  • 22jan

    O espetáculo SEXO VERBAL prorroga sua temporada até 14 de fevereiro de 2009, no Casarão do Belvedere, em São Paulo. Um espetáculo que se passa num casarão, é uma festa feita para o amor, para o sexo libertário. Uma ex-prostituta é a anfitriã. Atores e público são os convidados.  A novidade dessa vez fica por conta de uma nova convidada homossexual, que entra às escondidas na festa, só para rever uma mulher que foi seu primeiro grande amor. Essa personagem trará textos de autoria do grupo, adaptados a partir de pesquisa em diários virtuais anônimos.

    Sexo Verbal

    Com textos de Marcelino Freire, Paula Taitelbaum, João Silvério Trevisan, Hilda Hilst, Tati Bernardi, Rodrigo Levino e Ricardo Rocha Aguieiras, o espetáculo volta-se para o universo da sexualidade humana, em que muito se fala, muito se faz, muito se vende, pouco se escancara. Mesmo em nichos propriamente sexualizados como sex-shops ou casas de show, tudo é muito escondido, reservado, como numa salinha no canto da locadora de filmes do bairro..

    SEXO VERBAL estuda o discurso sexual, apoiando-se num saber narrativo que pressupõe palavras, imagens, rituais, fantasias, culto de todas as formas de expressão corporal. Durante o processo de criação do espetáculo, o escritor Marcus Aurelius Pimenta realizou um encontro com o Núcleo Cênico ProjetoBaZar para orientar os estudos e sugerir leituras. Os desejos e frustrações pairam acima de todos os personagens do espetáculo: o pseudo modernismo de uma mulher romântica, a falsa moral e a religião esbarrando nos desejos de um bissexual, o conservadorismo de um homossexual, a inexperiência de um garoto perante uma mulher mais velha, num velho freguês a prostituta procura seu pai. Os desejos e segredos dos personagens são divididos em conversa direta com o público espalhado pela casa, ou ao pé do ouvido de um ou outro espectador, ou em um pensamento que escapa da mente do personagem, ou aos gritos, como num quadro de Munch.
    O Núcleo Cênico ProjetoBaZar anteriormente encenou o espetáculo IRA (2006), uma adaptação do livro Xadrez, Truco e Outras Guerras, de José Roberto Torero.

    FICHA TÉCNICA
    Dramaturgia e Direção: Aurea Karpor Elenco: Alexandre Acquiste, Aurélio Prates, Aurea Karpor, Hélio Tavares, Ivania Davi,  Silvana da Costa Alves Iluminação: Alexandre Pestana Trilha Sonora: Régis Frias Figurino: Alexandre Acquiste Fotografia: André Stéfano Operação de Luz: Sally Rezende Operação de som: Wilton Rozante. Assessoria de Imprensa: Canal Aberto Captação de Recursos e Divulgação: JS Comunicação Produção: ProjetoBaZar Orientação de Literatura: Marcus Aurélius Pimenta Direção Geral do Projeto: Aurea Karpor e Rodolfo Lima

    SERVIÇO
    “SEXO VERBAL”
    Até 14 de Fevereiro de 2008
    Sextas e Sábados, às 21 horas
    Local – Casarão do Belvedere – Rua Pedroso, 267 – Bela Vista (próximo ao metrô São Joaquim)
    Informações – (11) 3266-5272
    Ingressos – 20 reais (10 reais meia entrada)
    Lotação – 50 lugares
    Duração – 60 minutos
    Recomendação – 18 anos


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  • 12jan

    Para quem quiser saber a data da Parada Gay de São Paulo no ano de 2009, pegue caneta, papel e anote: ela será realizada no segundo domingo do mês de Junho, isto é, dia 14 de Junho de 2009 (domingo). Mas atenção:

    - Use roupas leves e beba muita água durante o percurso.
    - Evite levar objetos de valor (celular, camera digital, filmadora, mp3, etc) por causa de possíveis assaltos.
    - Preste a atenção na carteira e no dinheiro.
    - Vá sempre acompanhado.
    - Evite tumultos. Não se aproxime muito dos carros/trios elétricos.
    - Participe sem medo, seja você hétero, homo ou bissexual.
    - Respeite todos os participantes e sua diversidade.
    - Seja feliz, aproveite tudo e ajude a comunidade LGBT a conquistar seus direitos.

    O tema da parada gay deste ano é “Sem homofobia, mais cidadania – Pela isonomia dos direitos“.

    Dois ou três dias antes (no feriado de quinta-feira) tem a tradicional feira cultural e que geralmente é feita na Praça da República ou no Largo do Anhangabaú. Assim que tivermos as informações corretas publicaremos aqui. Divirtam-se!


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  • 12jan
    Gay - Homossexualidade Masculina, Lésbicas - Homossexualidade Feminina, Pensamentos - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Pelo Google muita gente entra neste site querendo abandonar o vício pecaminoso do homossexualismo. Mas ele não é pecado. E muito menos um vício. Quem tem desejos homossexuais deve correr atrás de vivênciá-los.

    vicio-homossexualismoSe precisar repetir e publicar aqui 3 milhões de vezes isso eu postarei. Estudo científicos, meus trabalhos, livros, sites, enfim, hoje existe uma infinidade grande de matérial sério, competente e científico que desmentem o que as religiões pregam – erroneamente – sobre a homossexualidade.

    Ela é apenas uma das expressões saudáveis da sexualidade humana. Se enganar, achar que será curado, abandonar o vício, nada disso surtirá efeito. Ou vocês acham que um heterossexual irá abandonar seu vício da heterossexualidade? Se um rapaz sente-se atraído por uma mulher, nada e nem ninguém conseguirá fazer com que ele passe a não gostar mais de mulheres. O mesmo ocorre com homens que se sentem atraídos por outros homens. Não tem como negar. Não tem como deixar de ser gay.

    :-)


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  • 05jan

    Existe ex-gay? Ex-homossexual? Ex-heterossexual? Ex-viado? Essa é a pergunta primordial para muitos. E a resposta é simples. Pode existir sim, porém, a explicação é complexa e deve ser estudada e compreendida ao pé da letra. Leia tudo com atenção!

    O principal problema do ex-gay é que, a maioria das pessoas que se dizem serem ex-gays, ex-viado, ex-homossexuais, etc, são pessoas que encaram a homossexualidade como uma doença, perversão ou, no mínimo, um pecado divino que o homem jamais poderia praticar. Em outras palavras, a maioria dos ex-gays assumidos publicamente se dizem “curados” deste mal. E isso é um problema grave pois a homossexualidade não é pecado. Homossexualidade não é um mal. Não é castigo divino e muito menos uma perversão sexual. A homossexualidade, como bem cito no meu livro O Armário com vários exemplos e dados históricos, é apenas uma das várias vertentes da sexualidade humana. Isto é, a homossexualidade é algo natural, aceitável e que deve ser praticado por todos aqueles que sentem tais desejos.

    Fabrício Viana no programa de TV Show +

    Fabrício Viana no programa de TV Show +

    Neste caso, reprimir a homossexualidade é negar parte de si mesmo. E muita gente, por estar infiltrado dentro de alguma religião onde ela é – erroneamente – condenada, passa por diversas crises e angústias desnecessárias. Muitas delas se “convertem” e acabam comprando a idéia de que a homossexualidade é uma doença, se livrando deste mal, casando-se com alguém do sexo oposto, tendo filhos e, em muitos casos, tendo uma vida insatisfatória.

    Este é um ponto. Outro ponto é a variável da sexualidade humana. Conceitos como homossexual, bissexual ou heterossexual foram criados para classificarmos a orientação sexual. Mas ela não é fixa, rígida ou invariável. Ela pode ser mutável. E muito. Por exemplo, hoje um homem casado com uma mulher pode se sentir atraído por outros homens. Assim como sua esposa pode se sentir atraída por outras mulheres em determinado momento de sua vida. Se isso acontecer e um dos dois assumir uma identidade homossexual, podemos dizer que eles agora são “ex-heterossexuais”.

    O mesmo vale o inverso. Um homossexual pode, em determinado momento de sua vida, se sentir atraído por alguém do sexo oposto naturalmente, isto é, sem ter nenhum conflito com a condeção histórica e religiosa da homossexualidade lhe perturbando a mente. E assim se considerar um “ex-homossexual”. Sem achar que isso foi uma cura, uma conversão ou uma reviravolta a “vida normal”. Afinal, a homossexualidade hoje em dia também entra dentro do padrão da normalidade.

    Neste ponto de vista, ex-gays e ex-heterossexuais, assim como ex-ex-gays e ex-ex-heterossexuais, também podem existir como identidade criada. Mas também não podem permanecer rígidas. Por exemplo, um ex-gay, que agora é heterossexual, não pode dizer que jamais sentirá novamente desejos sexuais por pessoas do mesmo sexo. Muitos acreditam que não. Se ele já provou algum dia terá no mínimo uma tendência bissexual. O mesmo acontece com um ex-hétero. O que se sabe é que a orientação, por si só, pode ou não ser mudada ao longo da vida. E se ela for mudada, a mudança partirá do íntimo de cada um, isto é, de dentro para fora (e não por terceiros). Existe também aqueles em que a orientação nunca mudará. São pessoas que nascem, crescem e morrem apenas com uma única orientação sexual durante toda a sua vida, sendo totalmente homossexual, heterossexual ou bissexual.

    Então, quando se fala de ex-gays, deve-se ter em mente que muitos deles, ao aparecerem na mídia, aparecem com um discurso que envolve pecado e condenação. Isto é, eles aparecem e dizem que deixaram a homossexualidade como se abandonassem um vício de drogas. Como se isso fosse realmente uma doença. E isso é errado.

    A homossexualidade na visão da psicologia, medicina, psiquiatria e várias ciências não enquadradas dentro da área da saúde, como a sociologia ou antropologia, entre muitas outras, sabem que ela não é e nunca será uma doença. Sendo apenas mais uma das expressões naturais e sadias da sexualidade humana.

    Mesmo porque, alguém já viu alguma reportagem sobre “ex-heterossexuais“? Alguém já viu um ex-heterossexual assumido? Não existem em reportagens (embora existam muitos na vida real, veja como exemplo eu ou os mais de 2 milhões da parada lgbt de São Paulo). Porque a heterossexualidade, historicamente, não foi e ainda é condenada por religiosos como a homossexualidade é. Isso é um ponto importante que todos, inclusive jornalistas que preparam estas matérias de “ex-gays” precisam entender ao criar reportagens que só dividem ainda mais as opiniões da população leiga ao invés de mostrar a realidade: o preconceito (que eles mesmos ajudam a proliferar).

    Para concluir, ex-gays, ex-homossexuais, ex-viados ou como vocês preferem, existem sim, mas com todas estas ressalvas. Assim como existem ex-heterossexuais que, infelizmente, são esquecidos na mídia. Mais informações entre em contato, visitem o site do meu livro ou deixem suas opiniões por aqui mesmo.


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  • 15dez
    Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    * Originalmente publicado no Blog do Mix Brasil.

    Este é o último post do ano. Volto a publicar coisas aqui (e nos outros sites – links ao lado) só na metade (ou final) de janeiro de 2009. Isto é, FÉRIAS TOTAL, de tudo e todos! Por isso desejo aos leitores do meu blog, amigos e conhecidos um super Natal e um ano novo MARAVILHOSO!!! Com muita saúde!! Que é sempre o que mais importa…. :-)

    Não vou fazer (e nem gosto muito) retrospectivas… Mas como todo ser humano (leia-se “imperfeito“)(risos) estes dias eu estava meio deprê e sem inspiração para terminar o Prometheus. Foi ai que um super amigo me disse nos raros momentos em que abro o MSN:

    Fabrício, não desanime, você tem seu público. Você tem seus leitores. Gente que conhece, acompanha e respeita seu trabalho“.

    Imediatamente lembrei de outra coisa. Certa vez um jornalista de um portal GLS me disse o seguinte: precisamos colocar na mídia, nas matérias, publicações, etc, gente nova! Chega de citar “arroz de festas”. As mesmas pessoas. Os mesmos caras. Concordei plenamente. Depois de algum tempo ajudando na produção saquei uma coisa. Tem muita gente nova sim. Mas também tem muita gente nova que não tem história. Não tem histórico. Ou ainda, nada para dizer, mostrar, bons pensamentos, etc. Uma pena.

    E com isso aprendi que antes de “caçar” e mostrar os novos. Tem que preservar, lembrar e citar os antigos. E falo daqueles muito mais velhos do que eu e provavelmente você. E que, graças a estes pensamentos “modernos”, estão fora da mídia. Adoraria citar nomes dos esquecidos. Mas vou deixar aqui no ar. Inclusive para amigos jornalistas pensarem no assunto.

    Ainda continuando nestas reflexões, deprê, falta de inspiração e sobre o histórico, pensei. Mas e eu? Fabrício Viana? O que fiz? Qual é meu histórico? Onde é este histórico? Escrevi O Armário não porque sou apaixonado por literatura ou porque sonhava ser escritor. Muito pelo contrário. Sou péssimo em gramática, ortografia, etc. Mas sou ótimo em pensamento, reflexões e em psicologia (minha formação). E o livro foi escrito mais para sintetizar as grandes dúvidas a respeito da homossexualidade que eu recebia diariamente por email graças aos antigos projetos. Sim, PROJETOS!!! Achei. Esta é minha história!! Minha pequena, simples e humilde história.

    Imediatamente vasculhei centenas de fotos perdidas e consegui selecionar algumas que compõem a história do meu trabalho e que eu mesmo havia esquecido. Sabe quando você se recorda de trocentos mil e-mails trocados com trocentas mil pessoas (e que muitas delas te cobram recordações)? Horas e horas na frente do PC criando sites, gravando, convertendo vídeos, divulgando, mandando e-mails em listas, criando páginas para ajudar amigos, etc. E em muitos anos? Até do primeiro site pessoal que eu tinha na Internet quando eu era “hétero” (gay não assumido)(risos) me recordei. E lá eu ja era militante (um dos artigos era “Palavrão, Sexo e Preconceito“)(risos). Tudo isso veio em minha cabeça enquanto selecionava as fotos e publicava no album do meu Orkut (hoje só para amigos porém o album de fotos é liberado para todos).

    Infelizmente não tem imagens de tudo o que eu fiz ou participei. Logo o que consegui publicar (poucas fotos, algumas abaixo) representam uma minúscula parte de um todo. Mas que me deixou extremamente feliz e principalmente MOTIVADO para terminar o bendito Prometheus.

    Foi extremamente gratificante recordar tudo isso. Esta ultima foto por exemplo era da equipe que fundou o Armário X em 2003. E antes disso eu já tinha um projeto no Mix Brasil (campanhaglbt). Lembro até do dia que o André Fischer me recebeu no antigo escritório para conversar sobre isso. Enfim, todas as fotos selecionadas estão no meu Orkut com descrição. Quem tiver interesse entra lá.

    Recordar é viver.

    Então… Mais uma vez, um ótimo Natal, boas festas e um excelente 2009 a todos!!!

    Fabrício Viana, se despedindo de 2008.


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  • 12dez

    A APOGLBT foi premiada na categoria Dorothy Stang – Defensores de Direitos Humanos, da 14ª edição do Prêmio Direitos Humanos 2008, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido durante o Mês do Orgulho GLBT e às atividades de combate à homofobia, às DST e em defesa dos direitos de LGBT. Portanto, na próxima segunda-feira (15/12/2008), o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Alexandre Santos, o Xande, recebe, em Brasília, o prêmio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR).
    Bandeira Gay

    Estamos honrados, porque esse reconhecimento ajuda a desmistificar o trabalho da Associação, que não se restringe à Parada do Orgulho, mas a uma atuação firme na luta contra a discriminação e à violência contra LGBT“, lembrou Xande, referindo-se à face mais conhecida do trabalho da Associação, além de outras ações e projetos, mantidos durante todo o ano.  Vários protestos contra a violência homofóbica na capital foram encabeçados pela APOGLBT, causando interesse da mídia e da polícia, gerando programas de capacitação de policiais para os direitos LGBT. Diariamente, a Associação recebe denúncias de homofobia e oferece acolhimento jurídico e psicológico para as vítimas.

    Preconceito contra a entidade

    Xande lembrou as dificuldades que a APOGLBT tem enfrentado durante esses 10 anos de atividades. “Prêmios como esse podem contribuir para reduzir o preconceito explícito e velado que sofremos em várias de nossas atividades”, ponderou o presidente da entidade. Vários setores da sociedade ainda oferecem resistência ao trabalho da APOGLBT, só reduzida devido ao trabalho conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Cads da Prefeitura, que se sensibilizaram com os objetivos e atuaram como moderadores em várias negociações.

    A discriminação disfarçada de burocracia se manifestou em várias ocasiões contra a realização da própria Parada do Orgulho, vencida pelo apoio popular e do movimento LGBT. O preconceito explícito contra a APOGLBT se manifesta por meio de organizações religiosas, que chegam a entrar na Justiça contra a atuação da entidade. “Apesar de representarmos a maior manifestação do Orgulho GLBT do mundo, ainda encontramos dificuldades em conseguir apoios e patrocínios de empresas privadas, ao contrário do que ocorre em países desenvolvidos”, revela Xande. As únicas empresas que apoiaram financeiramente as manifestações estão vinculadas ao Governo Federal, e, mesmo assim, só se envolvem com o Mês do Orgulho, o que dificulta a sustentabilidade institucional, durante o resto do ano.

    Atingindo multidões

    O Mês do Orgulho LGBT é, ainda hoje, a atividade mais visível desenvolvida pela entidade e tem agregado mais manifestações e participantes ao longo do tempo – Feira Cultural LGBT, que em sua 8ª edição reuniu 120 mil pessoas, o Ciclo de Debates e o Gay Day, que em 2008 atraiu 8 mil pessoas ao Playcenter. A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo nasceu com o objetivo de visibilizar a população LGBT e suas demandas, tendo reunido 3,4 milhões de manifestantes em 2008, funcionando como uma campanha de alcance mundial contra a homofobia.

    Além do Mês do Orgulho, a Associação realiza, desde 2002, reuniões temáticas em sua sede, que têm por objetivos a identificação de demandas/necessidades de cada “segmento” da comunidade LGBT, a capacitação continuada dos/as participantes, a redução da vulnerabilidade individual e a criação de redes de apoio entre os/as participantes dos grupos. O mais antigo desses grupos é o de Travestis e Transexuais, criado em setembro de 2002, no mesmo momento em que surgia a Secretaria de Lésbicas. Nasce a Secretaria de Gays, o Grupo de Jovens e Adolescentes Homossexuais (JAH) e o Espaço B, grupo de reflexão sobre (bi)sexualidades.

    A partir de 2004, a APOGLBT começa a atuar na capacitação de novas lideranças para o movimento, começa a investir na produção de conhecimento sobre a comunidade LGBT, a partir de pesquisas na Parada. Em 2006, a APOGLBT começa a atuar com projetos de redução da vulnerabilidade frente às DST/HIV/Aids fora do período do Mês do Orgulho, com o projeto Tenho Orgulho e Me Cuido, voltado para jovens e adolescentes HSH, e o Saber Cuidar,  contra hepatites virais entre LGBT. Investiu também no apoio ao Fortalecimento do Fórum Paulista TT, sendo executor fiscal do projeto. Ainda em 2006, começa a realizar o projeto Rede Cidadã pelos Direitos Humanos de LGBT e PVHA, de modo a ampliar a capacidade de atender a demanda por atendimento/aconselhamento jurídico que tem recebido nos últimos anos. A APOGLBT mantém um livro de registro de uniões homoafetivas, desde 2004, que conta com cerca de 200 uniões registradas.

    Noite de gala

    A cerimônia de entrega será no dia 15, às 15h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, durante a abertura da Conferência Nacional de Direitos Humanos. Os ganhadores receberão um certificado e uma obra de arte criada pelo artista plástico Siron Franco.

    A Comissão de Julgamento foi  constituída pelo ministro Paulo Vannuchi como presidente e pelas seguintes personalidades: Egídio Machado Sales Filho, Nair Bicalho de Sousa, Paulo Abrão Pires Junior, Roberto Armando Ramos de Aguiar e Solon Eduardo Annes Viola.

    Junto com a APOGLBT, como pessoa jurídica, a categoria Dorothy Stang premia, também, Maria Amélia de Almeida Teles, como pessoa física, e 20 outras organizações e pessoas nas demais dez categorias. Amelinha, como é conhecida, é parceira histórica da APOGLBT, na luta contra o machismo e em defesa do Estado laico.


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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